Chegaram esta semana as novas aquisições para a biblioteca da Escola Secundária de Serpa, entre os quais se encontram Uma cana de pesca para o meu avô, do Nobel da Literatura Gao Xingjian, livros de contos como Cão como nós, de Manuel Alegre, Contos vagabundos, de Mário de Carvalho, a coletânea Contos, de Miguel Torga.
sexta-feira, novembro 27, 2020
Novos livros na coleção das bibliotecas do AE2 Serpa
quinta-feira, novembro 26, 2020
Concurso Juvenes Translatores - Participação da Escola Secundária de Serpa
Hoje, 26 de novembro de 2020, a Escola Secundária de Serpa participa no concurso Juvenes Translatores, promovido pela Comissão Europeia, contando com a participação de 705 alunos do ensino secundário de toda a União Europeia.
Os nossos representantes querem partilhar uma mensagem com toda a comunidade escolar, assim como com os outros participantes:
Hello everyone!!
We study at Escola Secundária de Serpa, Portugal, and we’ve decided to participate in this translation contest because we value the English language and we wanted to test our limits when it comes to our understanding of this language.
We also consider that, by participating in the contest, we'll develop not only important communication skills but we also will broaden and deepen our cultural competence.
segunda-feira, novembro 23, 2020
A lenda de São Martinho trocada em “miúdos”
Foi no passado dia 11 de novembro que se comemorou o dia de São Martinho através de atividades formativas que permitiram conhecer melhor a lenda associada a este dia.
São Martinho foi um cavaleiro militar que viveu em Pavia, na Itália, nasceu no ano de 316, o seu pai era comandante do exército romano e mandou-o ainda novo para a guerra na Gália (a atual França), antes de partir deu-lhe uma capa que muito apreciava e que lhe havia dado o imperador.
Durante o caminho para a Gália, Martinho atravessou uma grande tempestade, o outono era muito rigoroso na atual Europa, foi nessa altura que encontrou um mendigo faminto e sem roupa.
Martinho
não sabia como ajudar o mendigo, não tinha dinheiro nos seus bolsos mas
lembrou-se que tinha a capa do imperador que o pai lhe havia dado para o
proteger do frio durante a viagem, e subitamente, com a sua espada cortou a capa ao meio e colocou uma
metade aos ombros do mendigo, nesse momento, inesperadamente a tempestade parou e o sol no
céu brilhou. Martinho não sabia que o mendigo era Jesus Cristo e que havia
realizado um milagre, desde então, quando faz calor em novembro diz-se que estamos
no verão de São Martinho.
São Martinho levava no seu farnel castanhas e vinho, fez uma fogueira e com o mendigo sentaram-se ao seu redor, assaram castanhas e beberam vinho.
São
Martinho despediu-se do mendigo e seguiu o seu caminho para França.
Depois de combater no exército romano durante alguns anos, Martinho abandonou o exército para se tornar um monge católico e fazer o bem.
São Martinho foi um dos principais religiosos a espalhar a fé cristã na Gália (a atual França), presentemente é um dos santos mais populares da Europa, é protetor dos alfaiates, soldados, cavaleiros, pedintes e produtores de vinho. No seu dia, assam-se castanhas, mata-se o porco e bebe-se o vinho.
Texto adaptado de https://www.youtube.com/watch?v=Sy_C8slzUUU e de
https://visao.sapo.pt/visaojunior/2019-11-07-a-lenda-de-sao-martinho/
Imagens retiradas de http://magosdosaber.blogspot.com/2011/11/a-lenda-de-s-martinho_10.html
Realizado por, Luana
Costa-11.ºB, Neide Cubaixo-11.ºB, Marta Horta-10.ºC e Tiago Silva-10.ºB,
no âmbito da disciplina de português
quinta-feira, novembro 19, 2020
Dia Internacional do Homem - 19 de novembro
Homens, este dia é para vocês!! Celebrem-no, que também
merecem.
Pois é, fala-se tanto do Dia Mundial da Mulher (8 de Março)
e, por alguma razão inexplicável, ignora-se o dia que celebra também os imensos
benefícios e marcas positivas que o sexo masculino deu a este mundo. Com
efeito, desde 1909 que se celebram justamente as mulheres, mas tem havido uma
verdadeira – e inexplicável- “Guerra de sexos”, no que diz respeito à criação
de um dia que festeje os nossos pais, avôs, tios, filhos, maridos, amigos.
Só ao fim de várias décadas a insistir, foi escolhida a data
de 19 de Novembro de 1999 (no Brasil, é no dia 15 de Julho) por razões muito
simples: o “autor” desta ideia foi Jerome Teelucksingh, professor universitário
do país Trinidad e Tobago. Ele é de opinião – e com razão! – que o sexo
masculino também ofereceu imensos benefícios para a Humanidade e, além disso,
esta é uma excelente oportunidade para explicarmos aos rapazes o que é ser um
bom pai, um bom marido, um bom patrão. Longe de ser uma data “fanfarrona”, esta
pode ser um excelente momento didático para todas as crianças do mundo, meninos
ou meninas. Esta data finalmente pegou e agora vários países começam – muito
timidamente, é verdade – a celebrar este dia.
É que – sejamos honestos – esta zanga entre os dois sexos já
começa a cansar. Bolas, já passaram mais de 60 anos desde a revolução “Hippie”
e a queima dos soutiens. Já devíamos estar mais crescidinhos…
Por isso mesmo – e a partir de amanhã – vamos celebrar 10
homens que estão a fazer a diferença no Planeta Terra, através de ideias
criativas e projetos Humanitários que beneficiam actualmente todas as raças,
credos e géneros.
Mulheres, hoje é dia de lhes pagarem o jantar!
Imagem retirada de aqui.
terça-feira, novembro 17, 2020
Livro da Semana – A rapariga de Auschwitz, Eva Schloss
Imagine que, um dia, alguém bate à sua porta e você e toda a
sua família são levados para um vagão. Separam os parentes, cortam-vos o
cabelo, tatuam um número no vosso braço (como se fossem gado) e, a partir daí,
são mão-de-obra escrava, usada para todo o tipo de experimentos e trabalhos
forçados. Ninguém vos salvará, ninguém irá buscar-vos, nenhum tribunal quererá
saber de vocês.
Ficção Científica? Pois bem, isto é o que os prisioneiros
sentiram, quando foram levados para campos de concentração e campos de
extermínio alemães, durante a ditadura Nazi. E os poucos que sobreviveram lá
arranjaram coragem para contar ou escrever a sua horrífica história. E este
passado é tão terrível que, 75 anos depois, ainda hoje se encontram artefactos,
diários, cartas, testemunhos, fotografias associadas a estes dias negros.
Um destes sobreviventes foi a irmã de Anne Frank, Eva
Schloss. Ao contrário da primeira, conseguiu sobreviver a Auschwitz. Não
escreveu nenhum livro antes da captura. Foi só depois de escapar à morte. E a
sua dor e humilhação é de tal forma sórdida que nos escapa à compreensão. Por
mais que tentemos, não sabemos o que é sofrer tais horrores. O máximo que
podemos fazer é sermos solidários e nunca permitir que a memória do Holocausto
se desvaneça.
Mais do que uma testemunha do Horror, é também uma testemunha
do quão difícil é voltar à “normalidade”: interessar-se por pequenas coisas,
voltar a confiar, voltar a amar a vida, acreditar no recomeço e, sobretudo,
voltar a confiar na espécie humana. Depois de tudo o que se passou, era de se
esperar que Eva Schloss fosse uma mulher amarga e vingativa. Em vez disso,
aprendeu a “reviver”, se é se tal coisa possa vir a ser possível.
Chocante mas emotivo, eis mais um livro que bem pode
pertencer à categoria “Voz Humana”.
quinta-feira, novembro 12, 2020
Concurso escolas - Alfredo da Silva - 150 anos
"Divulgar o legado de Alfredo da Silva junto das novas gerações é o propósito do concurso que a Fundação Amélia de Mello vai lançar às escolas secundárias, do ensino profissional e do último ciclo do ensino básico, em colaboração com o Ministério da Educação e da Associação de Estabelecimentos de Ensino Particular e Cooperativo, sob o Alto Patrocínio do Presidente da República.
Desta forma será possível envolver nas Comemorações dos 150 anos sobre o nascimento de Alfredo da Silva todo o país na sua diversidade e na sua variante etária, incluindo nelas a juventude escolar.
Para participarem neste concurso, que vai decorrer no ano letivo 2020/2021, os alunos deverão desenvolver trabalhos sobre a personalidade de um dos maiores industriais e empresários portugueses do seu tempo, sobre as suas iniciativas e empreendimentos, e sobre o seu contributo para o desenvolvimento económico e social do país.
O ponto de partida é uma biografia do fundador do Grupo CUF, que será gratuitamente disponibilizada aos alunos, professores e escolas, para lhes dar a conhecer o homem que ao longo de quatro décadas construiu o maior grupo industrial, comercial e financeiro de Portugal.
Serão constituídos júris temáticos para selecionar os vencedores. As escolas dos alunos vencedores receberão também um prémio monetário para apoio a projetos."
Poderão consultar tudo sobre o concurso aqui.
terça-feira, novembro 10, 2020
Livro da Semana – A Conspiração contra a América, de Philip Roth
O que mais nos aterroriza neste livro é repararmos o quão
profética esta história é. E, embora este romance pertença à categoria de
Ficção – mais particularmente o género da “História Alternativa” – é
extraordinariamente semelhante aos ventos negros que se estão a passar por este
mundo ocidental fora: o crescimento de um populismo sinistramente semelhante
aos ideais fascistas e eugénicos de um Mussolini; o crescimento assustador de
um cristianismo radical de ultra-direita; o crescimento das guerras religiosas;
o crescimento de loucas ideologias neo-maoístas, de ultra-esquerda…
“Enchouriçados” no meio, estão as pessoas “normais”, aquelas
que querem sopas e descanso e que vêem a sua querida página do facebook ou whatsapp ser invadida por
fake news e gente fanática a gritar
contra tudo e todos, e que sentem que as suas instituições importantes estão a
ser colonizadas por loucos extremistas vindos dos dois lados. Para piorar, todos
os especialistas das I e II Guerra Mundial já mencionaram que o clima de tensão
e raiva que se sente hoje anda muito perto do que se sentiu nos meses que
antecederam às duas guerras mencionadas. Tal devia dar-nos calafrios, mas
parece que, até agora, ninguém reparou…
E SE os Americanos tivessem escolhido para presidente em 1940 Charles
Lindbergh, em vez de Franklin Roosevelt? Lindbergh é uma personagem que nos dá
arrepios, não só porque é sinistra mas também porque nos faz lembrar um “certo”
presidente fanático e isolacionista, com simpatias muito pouco democráticas,
que recentemente foi corrido da Casa Branca.
O autor deste livro é ele próprio uma das personagens
centrais desta obra literária. Ele conta a história da sua família, a partir do
momento em que este simpatizante nazi chegou ao poder, e a consequente
perseguição ao povo judeu, a destruição das liberdades individuais, da
privacidade e da segurança. E é extraordinário como um pequeno exercício mental
(“e se?”) nos pode dar lições de vida cruciais e alertas para o futuro.
Escrito em 2005, esta história teve como inspiração os anos
de 2003-2004: a Invasão ao Iraque, o assassinato em direto de Saddam Husseim, o
Patriot Act, uma sórdida prisão
chamada Abu Ghraib. Tudo isto
aconteceu durante a presidência americana de George Bush jr. No entanto,
tivesse este livro sido escrito hoje, há certos países que se aproximam muito
do futuro horrendo profetizado nesta obra. Esperemos que Portugal não seja um
deles.
E depois ainda há quem diga que a literatura já não causa
impacto no mundo!
Concurso "Histórias dentro da história - O Principezinho"
Fonte: aqui
REGULAMENTO
O concurso Histórias
dentro da história pretende incentivar a leitura da obra O Principezinho, de Antoine de
Saint-Exupéry, assim como apelar à escrita criativa. A tarefa a realizar é a
seguinte:
1 – Escolhe uma das personagens secundárias de O Principezinho, de Antoine de Saint-Exupéry (por exemplo, a raposa, o homem de negócios, a cobra…) e imagina como terá sido o seu passado, e o que os levou a ser o que são hoje, até ao momento em que se encontram com o Principezinho.
2 – Os textos deverão ser entregues em formato Word, com dimensão não superior a duas páginas;
3 – Os trabalhos serão avaliados pela sua criatividade, originalidade, correção, competência escrita e coerência com a leitura da obra.
4 – O concurso decorrerá entre os dias 10 de Novembro e 5 de Dezembro. Os textos deverão ser entregues através do endereço de correio eletrónico biblioteca@ae2serpa.pt;
5 – Todos os concorrentes que desejem manter o anonimato poderão fazê-lo, desde que indiquem essa preferência na mensagem;
6 – Os resultados do concurso serão anunciados na segunda semana de Janeiro de 2021;
quinta-feira, novembro 05, 2020
Estante do Mês - Novembro 2020 - A voz da humanidade
Esta estante não poderia ser mais atual, e mais necessária:
2020 tem sido um ano tão mau que há muita gente que irá festejar o réveillon com pompa e circunstância, não
para se despedirem com pena do ano anterior, mas para gritarem de alegria
“ainda bem que te vais!”. Se bem que 2021 não prometa também lá muitas grandes
alegrias…
Ora, nesta década que está a acabar desastrosamente,
precisamos com carácter de urgência de voltarmos a acreditar em nós mesmos, nos
nossos vizinhos, amigos, familiares e a restante Humanidade. Sejamos honestos:
de que é que vale vivermos neste mundo, se a esperança e o otimismo escasseiam
cada vez mais? Por muito realistas que sejamos, precisamos sempre de uma
migalhinha de boa disposição e de alguma fé.
Por isso mesmo, a nossa estante (o link para o ebook encontra-se publicado no fim deste
post) selecionou vários tipos de vozes: as confissões, os desabafos, os
testemunhos, as memórias, os medos. Ou seja, aquilo que nos faz Humanos, não
importa a adversidade, a doença, a solidão, a fome, a tirania ou, simplesmente,
o tédio de uma vida confortável que já não nos surpreende nada.
Privilegiámos, acima de tudo, o coração, o instinto, o toque,
a coragem. Este não é um mês para grandes momentos “cerebrais”. O que se
celebra agora é o coração humano, perante os obstáculos da Vida.
Vale a pena sonharmos e
acreditarmos. É que ainda não pagamos imposto por isto!
Imagem
retirada daqui.
terça-feira, novembro 03, 2020
Livro da Semana – O Principezinho, Antoine de Saint-Exupéry
Capa de O Principezinho
Estávamos no ano de 1935. Antoine e o seu amigo André Prévot
iam a caminho de Saigão, quando o avião que eles estavam a pilotar começou a
sofrer uma falha tremenda: estava à beira de uma explosão. Despenhou-se a mais
de 200 quilómetros do Cairo e, azar dos azares, ficaram aprisionados no deserto
do Sahara durante quatro dias. Cheios de fome, desidratados, começaram a ver
miragens e a ter alucinações, algumas delas bem assustadoras. Foi por uma unha
negra que se safaram: um beduíno estava de passagem, encontrou-os num estado
lastimável e levou-os ao seu acampamento.
Este momento horripilante na vida de Exupéry marcou-o para a
vida, e foi tão traumático que mereceu um outro livro, onde ele narra ao
pormenor estes quatro dias de Inferno. Estamos a falar da obra Terra dos Homens, escrito em 1939.
Porém, foi precisamente este acidente que acabou por inspirar a fábula moderna
mais famosa do século XX: estamos obviamente a falar de O Principezinho. Através da poesia, das metáforas, dos simbolismos
e de alguma interpretação psicológica, todos os momentos da sua vida ficaram condensados
nestes quatro dias de areia e solidão: a homenagem à sua esposa, a admiração e
carinho por uma grande amiga, a morte do irmão, a inocência da sua infância
através de um menino de caracóis de ouro, as suas ansiedades como adulto, o
medo da guerra e da loucura das “pessoas grandes”…
Não há ninguém neste planeta que tenha dito “não gosto deste
livro”. Há sempre uma citação, uma passagem, um momento tocante, uma personagem
que mexe connosco. Este é um livro que fala a Voz Humana: esquimós, zulus, dinamarqueses,
japoneses, angolanos, portugueses, todas as culturas, etnias, civilizações,
todos identificam-se com a beleza deste livrinho supostamente escrito para as
crianças.
Se um dia um OVNI descesse à Terra, e quisesse conhecer a
alma humana, este seria o livro que devia ser oferecido aos nossos “irmãos
cósmicos”…
Imagem retirada daqui.
Newsletter das Bibliotecas Escolares do Agrupamento de Escolas nº2 de Serpa - Novembro de 2020
Encontre todas as novidades para novembro na nossa Newsletter, aqui.
Para fazer sugestões de outras
atividades, colocar dúvidas, ou qualquer outra questão, contacte: biblioteca@ae2serpa.pt
Encontre-nos na
Web em: http://bibliotecaportaberta.blogspot.com/
quinta-feira, outubro 29, 2020
Encontro Digital Cidadania e Desenvolvimento - LeyaEducacao
O Blogue da BE vem por este meio divulgar a apresentação sobre o tema Cidadania e Desenvolvimento da editora Leya, do Encontro Digital Cidadania e Desenvolvimento.
Aceder aqui.
terça-feira, outubro 27, 2020
Livro(s) da Semana - Coleção Sherlock Holmes, Sir Arthur Conan Doyle
Peçam a um esquimó ou a um índio brasileiro que desenhem um
detetive, e o desenho é sempre o mesmo: um homem com um chapeuzinho engraçado,
com um cachimbo na boca e uma lupa na mão. Em todos os cantos do planeta, a
imagem icónica de um investigador de crimes é sempre esta, ao ponto de se ter
transformado naquilo que os psicólogos e antropólogos chamam um arquétipo: uma imagem simbólica que
pertence ao subconsciente coletivo da Humanidade.
E, no
entanto, poucos sabem que este cliché mundial começou com o detetive imaginário
mais famoso do mundo: Sherlock Holmes. Aliás – para sermos mais precisos – a
imagem icónica de Sherlock Holmes foi criada pelo ilustrador Sidney Paget, no
ano de 1891 (ver imagem à esquerda). As suas ilustrações ficaram tão famosas
que, a partir desse momento, este génio que combate o crime passou a usar o seu
inseparável deerstalker (uma boina de
fazenda que os caçadores ingleses usavam e usam durante o Inverno), mais o seu
cachimbo e lupa.
A inspiração
de Conan Doyle para a criação de Sherlock Holmes veio dos seus tempos de
faculdade: este escritor teve o privilégio de assistir às aulas de um “certo”
Joseph Bell, um cientista pioneiro na Ciência Forense, e que tinha o dom
extraordinário de observar os mais pequenos detalhes quer num espaço quer numa
pessoa. Através dessa observação, ele fazia diagnósticos dedutivos acerca da
personalidade e vida de alguém. Este Dr. Joseph Bell trabalhava lado a lado com
outro génio, Henry Littlejohn, um cientista brilhante que era constantemente
chamado pela Scotland Yard para resolver crimes e mistérios. Sherlock Holmes
foi a fusão destes dois homens geniais: a observação clínica, lado a lado com
os conhecimentos da Ciência Forense da época.
Mais de 133
anos depois, custa a acreditar que, ainda hoje, as histórias deste detetive
continuam a ser lidas e compradas por milhões de pessoas, no mundo inteiro. E
já agora – excelentes notícias! – já não têm direitos de autor, o que quer
dizer que podemos baixá-las na net, sem qualquer peso de culpa … desde que sejam
em Inglês. É que as traduções também têm direitos de editora. No entanto,
existem muitos “carolas” na net que traduzem voluntariamente as obras de
grandes escritores mundiais, publicando-as depois de graça na net. É saber
procurá-las…
Para quem
ainda ama este formato “antiquado” chamado “livro em papel”, a nossa biblioteca
dispõe de vários exemplares dedicados a este mítico detetive. Passem por cá, e
levem para casa raciocínios lógicos para desvendar no aconchego do lar.
Os
“detetives de sofá” nunca ficaram fora de moda!
Imagem retirada daqui.
sexta-feira, outubro 23, 2020
Dormimos para Sonhar
A palestra 'Dormimos para sonhar', dirigida a alunos do 8º ano, a propósito dos conteúdos de "Saúde e bem-estar" da disciplina de Francês, teve como objetivo ensinar os alunos a importância do sonho, o ritmo circadiano, as últimas descobertas científicas relacionadas com o sono, bem como a explicação simbólica dos sonhos. Esta palestra suscitou um debate entusiástico entre todos os alunos, e vários pediram explicações para determinados sonhos que tiveram. Falou-se do hábito muito pouco saudável de deixar aparelhos elétricos no quarto (smartphones, playstations, etc) e a razão por que tantas crianças/jovens estão sempre cansados.
Anexamos aqui a apresentação em PowerPoint usada na palestra.
quarta-feira, outubro 21, 2020
Descobre a tua Pegada Ecológica
segunda-feira, outubro 19, 2020
El Día de los Muertos
No entanto, na América Central e do Sul, o Día de los Muertos não é uma efeméride tão triste como por terras lusas. Para dizer a verdade, no México, por exemplo, é celebrado como uma festa na noite de 1 para 2 de novembro, tal como se faz em grande parte do mundo com o Dia das Bruxas na noite anterior, de 31 de outubro.
Este dia, na cultura hispano-americana, não tem um significado tão triste e depressivo como por cá, pois mesmo que se recorde com tristeza quem já faleceu, reforçam-se os laços entre os que ainda cá estão, em reunião familiar, que tem a mesma função que o Dia de Ação de Graças norte-americano ou até a nossa ceia de Natal: juntar toda a família a jantar, unidos, e celebrar essa família e essa união.
Livro(s) da semana - Coleção Padre Brown, G. K. Chesterton
É graças à excelente adaptação para televisão do canal BBC one (imagem em cima) que muitos portugueses descobriram este padre muito especial: um homenzinho curvado, de óculos grossos e olhar penetrante, sempre carregando o seu guarda-chuva, andando de bicicleta, sempre atento aos problemas da sua vilazinha adorável.
E, no entanto, o escritor G. K. Chesterton teria dificuldades
em reconhecer esta versão moderna da sua personagem! O padre Brown dos livros
difere bastante daquele que vemos na televisão: sim, é verdade que este “servo
de Deus” está muito atento aos problemas sociais do século XX: a pobreza, a
discriminação, a crueldade, a guerra, a ganância, os refugiados, etc. Podemos
assumir que – no geral – padre Brown tem inclinações “socialistas”. No entanto,
ele não deixa de ser um conservador católico: a sua relação com os ateus pode
ser de respeito, mas é de grande desconfiança e, sobretudo, critica cultos
ligados a Wiccas, novas eras, etc. Além
disso, o humor do verdadeiro padre Brown é mais irónico, menos “explosivo”,
mais sóbrio. Para terminar, as suas investigações são solitárias: não há Lady
Felicia, não há Mrs. Mccarthy, não há inspector Mallory.
Padre Brown foi inventado numa altura em que a Igreja
Protestante Inglesa era muito “Anti-Papista”, muito anti-Católica. G.K.Chesterton
desejava falar de “um outro olhar”, um olhar pós modernista, pós guerra. O seu
desejo era criar uma personagem que, apesar de ter assistido a duas guerras
mundiais sangrentas, continuava a acreditar em Deus, e usava a força de Deus
para combater o crime, sem nunca perder o seu raciocínio científico e dedutivo.
Para isso, baseou-se num padre católico da vida real, O Reverendo John O’
Connor, para criar um imaginário que, inicialmente, era anglicano. Aos poucos,
tornou-se católico. E Chesterton tanto investigou a fé católica, que acabou por
se converter a ela!
Apesar das diferenças, podemos afirmar que a “adaptação
moderna” do Padre Brown é uma das poucas que consegue ser criativa, sem ser
“politicamente correta”. Mais ainda, evita politizar os seus episódios, o que é
uma mais-valia nos tempos de hoje. Quanto aos livros, vale a pena conhecer o
verdadeiro Brown: um homem extraordinariamente inteligente, muito humano, muito
“iluminado”. Um homem de pensamento complexo e raciocínio arguto, alguém que vê
com olhos de ver e ouve com ouvidos de ouvir.
Algo que só um padre a sério sabe fazer.
Imagem retirada de:
https://filmow.com/padre-brown-1a-temporada-t76232/ficha-tecnica/
terça-feira, outubro 13, 2020
Livro(s) da Semana - Coleção Maigret, Georges Simenon
Estávamos no ano de 1931. O escritor Georges Simenon, de
férias na Holanda, estava sentado numa esplanada bem ao pé de um canal. De
repente, quase como se fosse uma revelação divina, imaginou um inspetor de
polícia parisiense, a experienciar uns dias de descanso na nação das tulipas. A
sua própria constituição física – segundo o próprio autor – foi baseada na
figura do seu próprio pai. Nasce, então, Jules Maigret, o “Sherlock Holmes da
França”.
Porém, as diferenças acabam por aqui: Jules Maigret é um
homem casado – e bem casado. Não têm filhos - a única filha que tiveram morreu
à nascença - mas ele e ela são unha com carne. São tão unidos que, muitas
vezes, ele pede conselhos e opiniões à sua mulher, sempre que tem uma dúvida em
relação a um crime. Louise é a Watson deste universo policial.
E, por fim, temos uma outra forma de pensar e de viver este
mundo: o olhar sereno, mas ao mesmo tempo intelectual de Paris. Há uma
atmosfera francesa na grande literatura de Georges Simenon, um olhar
circunspeto mas também doce da existência humana. É impossível não amarmos esta
personagem, tão humana, tão compassiva.
A nossa biblioteca possui uma vasta coleção. Não, não são só
quatro volumes, são imensos. Os nossos visitantes têm muito por onde escolher.
E uma coisa é certa: o género policial – tantas vezes menosprezado e ignorado
pelas grandes academias e prémios internacionais – deve muito o seu prestígio a
escritores como Simenon. Não, não é só a história que importa: há toda uma
complexidade de pensamento humano, que se perde nas adaptações para o cinema ou
televisão.
É que Maigret não é assim tão fácil de dramatizar...
quinta-feira, outubro 08, 2020
Para ver e Pensar - Também a Chuva, de Icíar Bollaín
No próximo dia 12 de outubro celebra-se o Día de la Hispanidad, feriado nacional de Espanha, que comemora a chegada de Cristóvão Colombo às Índias Ocidentais, a descoberta do Novo Mundo que era o que hoje conhecemos como continente americano. Tal como os descobrimentos portugueses, são-nos hoje contadas histórias gloriosas, ou glorificadas, dos feitos heróicos que ocorreram: enfrentar mares revoltos, tempestades, tribos hostis e até monstros imaginários. Mas terá sido a realidade assim tão gloriosa?
Coincidentemente (ou não…),
apenas três dias depois do feriado nacional de Espanha, no dia 15 de outubro,
será celebrado o Dia Mundial da Resolução de Conflitos. Parece ser coisa pouca
– estes dias especiais não parecem resolver nada -, mas há dias que nos fazem
pensar e refletir. Sejamos honestos: até que ponto é difícil sararmos feridas e
recomeçarmos de novo, sem os fantasmas do Passado e do Presente?
Já cantava Elton John: A palavra “desculpa” parece ser a mais
difícil de dizer. E, no entanto, este filme não está apenas a tentar expor
um conflito do passado, ainda tão vivo no século XXI: ao mesmo tempo, deixa bem
claro que a escravidão nunca acabou, simplesmente mudou de rosto e de táticas.
Hoje, já não é comum em muitos países vermos um Humano amarrado e acorrentado,
a ser vendido numa praça. Contudo, o que é que vocês acham que é o “trabalho
infantil”? O que é que vocês pensam que é o “trabalho à jorna”? O que é que
vocês pensam que a Apple é, quando coloca grades nas janelas das suas fábricas,
para impedir que os seus escravos-a-fazer-de-conta-de-que-são-trabalhadores não
possam cometer suicídio? Aliás, a inteligência desta corporação mortífera é tão
boa que eles nem sequer têm fábricas, pagam “o serviço” a outros carrascos. Assim,
a Apple não poderá ser acusada de maus tratos aos trabalhadores, pois pode
sempre alegar desconhecimento…
Também a Chuva ganhou em 2010 o Óscar do melhor filme estrangeiro e
foca dois tempos: a chegada de Cristóvão Colombo e o genocídio que os índios
sofreram, como consequência da dita cuja “Cristianização”, e foca o ano de
2000, quando os Colombianos declararam guerra à corporação Americana Bechtel,
uma companhia que supostamente devia distribuir a água a todos os nativos deste
país, mas decidiu, de um dia para o outro, vender a água da torneira a preço de
petróleo. Estas duas batalhas – uma do século XVI e outra do século XXI –
fundem-se numa sala de cinema escura, um espaço onde atores, realizadores,
músicos, pessoal de limpeza e restante público se encontram. Este é um lugar
que foi criado (sem dúvida!) para entreter, mas também foi criado para refletir
e mudar. E sarar feridas. E resolver conflitos.
Deixamos em baixo um pequeno trecho
do filme, para aguçar o apetite. Prestem muita atenção à cena do afogamento das
crianças. Reparem no olhar do “Homem Branco”, ainda arrogante o suficiente para
achar que a “sua cena” é mais importante do que outras coisas. E o olhar do Índio,
que não quebra, e que é de opinião de que há certas coisas que nunca poderão ser dramatizadas.
Por muito boas que as intenções
sejam.
Trecho do filme También la Lluvia (sem legendas) - Aqui
Linha Internet Segura
A Direção-Geral da Educação, através do Centro de Sensibilização SeguraNet, numa parceria com a Associação Portuguesa de Apoio à Vítima, lança a campanha de sensibilização Linha Internet Segura, nas Escolas. Nesse sentido, as Bibliotecas Escolares do Agrupamento de Escolas nº2 de Serpa associaram-se à iniciativa, juntamente com os professores de Informática do agrupamento, no sentido de afixar nas salas de informática e centro de recursos os cartazes aqui também divulgados, com o intuito de sensibilizar a comunidade escolar para a importância de denunciar o cibercrime, o ciberbullying e outras formas de intimidação, ameaça ou assédio.
A Linha Internet Segura é um serviço que presta apoio telefónico ou online, de forma anónima e confidencial, sobre questões relacionadas com o uso de plataformas e tecnologias online. Dispõe de um sistema que permite reportar as ocorrências graves às autoridades competentes, quando existem indícios de que uma criança pode estar em perigo.
Horário de funcionamento da Linha Internet Segura: das 9h00 às 21h00, nos dias úteis.
Acessível através de:
. 800 21 90 90 (contacto telefónico gratuito)
. correio eletrónico - linhainternetsegura@apav.pt
sexta-feira, outubro 02, 2020
Livro(s) da semana
Coleção Poirot, Agatha Christie
Já mencionámos no post anterior que 2020 é o ano em que celebramos os 100 anos da criação da personagem Hercule Poirot, um dos detectives mais famosos da história da literatura policial. Mais famoso do que ele, só Sherlock Holmes.
A inspiração para esta personagem tem como origem a própria
vida de Agatha Christie: durante a I Guerra Mundial, trabalhou como enfermeira
voluntária na Cruz Vermelha, e era bastante comum os médicos pedirem-lhe para
ir à dispensa dos remédios buscar este antídoto, este remédio, este comprimido,
etc. Foi por acidente que ela esbarrou com uma secção de venenos, bastante
volumosa, diga-se de passagem. Como é que se permitia uma coisa destas no
início do século passado, é algo que hoje nos ultrapassa: comprar arsénico nas
drogarias/farmácias era tão comum (supostamente era para matar ratos) que a sua
venda teve que ser proibida por lei, tal era o número de assassinatos à base
deste veneno. Mas sim, estes produtos mortíferos eram super comuns nas casas de
todo o cidadão inglês. Foi a partir deste momento que Agatha Christie criou um
enorme fascínio pela Toxinologia (ramo científico que estuda os venenos) e, se
nos lembramos que esta escritora papou todas as histórias de Sherlock Holmes
durante a sua infância, não demorou muito para começar a escrever os seus
próprios enredos.
Precisava de um detetive para solucionar os seus crimes
inventados. Como seria? Homem ou mulher? Alto ou baixo? Inglês ou estrangeiro?
A sua experiência de enfermeira ofereceu-lhe, mais uma vez, a solução: na
cidade em que ela morava, quase mesmo ao pé da casa dela, foi aceite uma
colónia de refugiados belgas e – reza a lenda – um deles era um homem
pequenino, careca, com um bigodinho de cera e passinhos rápidos. Agora que ela
já tinha um rosto para o seu detetive, só faltava o nome. Como Agatha Christie
queria que a sua personagem fosse grandiosa – mas também vaidosa – escolheu o
nome Hercule Poirot. Sonante e grandioso.
Por mais filmes ou séries que sejam criados – mais fiéis ou
menos fiéis aos livros – as obras literárias nunca passarão de moda. No século
XXX d. C., continuaremos a ler as aventuras de Poirot, sabe-se lá em que formato,
digital, holográfico ou simplesmente papel. Mas Poirot será sempre Poirot.
Poderá viajar numa nave espacial. Mas será sempre o nosso
Poirot.
quinta-feira, outubro 01, 2020
Estante de
livros do mês de Outubro
Profissão: Detetive
O ano de 2020 tem sido um ano
confuso, caótico, desesperado. Ironicamente, este é o ano em que se celebra os
100 anos da criação de uma personagem muito especial: Hercule Poirot, o
excêntrico mas muito humano detetive, criação da genial Agatha Christie. E Poirot
teria detestado os tempos de hoje: sendo uma pessoa muito metódica,
disciplinada, amante das “células cinzentas”, não teria suportado as teorias de
conspiração, as fake news, a histeria
colectiva à volta do Covid-19, todo o tipo de comportamento irracional do Ser
Humano. No entanto, uma coisa é certa: poderíamos contar sempre com ele.
A profissão de detective - particular ou não - sempre causou
fascínio em todos nós, mas são poucos os que sabem que este “ofício” começou a
ser valorizado só no final do século XIX, altura em que uma coisa chamada
“Ciência Forense” explodiu em todas as equipas de polícia. Este fascínio
depressa se espalhou para a literatura e, inicialmente, o romance policial não
era considerado um “género maior”. Foi a chegada de Agatha Christie que mudou o
olhar deste género literário, embora até hoje nenhum prémio Nobel da Literatura
tenha sido dado a um escritor de livros policiais.
Hoje, há várias obras literárias que têm uma combinação de um
ou mais géneros: O Nome da Rosa, de
Umberto Eco, é o exemplo perfeito do que estamos a falar, pois este é um
romance histórico que, ao mesmo tempo, é um romance policial. E há thrillers que são, ao mesmo tempo, romances
policiais.
Assim, dedicamos a nossa estante do mês aos livros policiais,
thrillers, literatura de espionagem e
mistério. É só clicar no link, e terão acesso à nossa estante, já digitalizada.
E cuidado: muitos livros que aconselhamos são viciantes, não
conseguirão largá-los!
EBOOK: aqui
sábado, julho 18, 2020
Ainda há sonetos de amor! – Parte VI
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| Imagem retirada daqui . |
E chegámos ao fim! Foram muitos os sonetos, os pintores, os fotógrafos, as músicas selecionadas com carinho e cuidado. Os últimos vídeo-poemas da turma C do 10º ano têm como pano de fundo a arte dos fotógrafos Sally Mann e Bruno Lagrutta e o pintor Frederic Leighton (ver imagem). A música escolhida foi, como sempre, royalty free.
A equipa da Biblioteca teve imenso prazer em colaborar com a professora Filipa Figueiredo. Mas agora as férias estão a chegar e o descanso já começa a ser mais apetecível do que o trabalho. Publicaremos um último post, e nele serão apresentados – em formato ebook – poemas inspirados em deuses greco-romanos. Estejam atentos, vão adorar!
Mas, por agora, deixamos aqui três lindos poemas dos nossos criativos alunos. Inspirem-se.
Clique nas imagens para ver os vídeos !!
Soneto "O amor é um sentimento inexplicável" - Rodrigo Fernandes, 10º CSoneto "O meu coração" - Madalena Neves, 10º C
sexta-feira, julho 17, 2020
Ainda há sonetos de amor! Parte V

Imagem retirada daqui .
quarta-feira, julho 01, 2020
Ainda há sonetos de Amor! Parte IV
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| Imagem retirada daqui . |
E cá está mais uma fornada quentinha de três vídeo-poemas, da autoria dos alunos da turma C, 10º ano. Os pintores selecionados foram a genial Evelyn de Morgan (ver imagem acima), o icónico Caspar David Friedrich (sim, vocês sabem quem ele é, já viram pelo menos um quadro dele nos manuais de História!) e o pintor Howard Lyon, um cidadão do século XXI que foi fortemente influenciado pelos grandes mestres da pintura do século XIX. Já agora, caso não saibam, ele é um dos autores de dezenas –senão centenas – de ilustrações que figuram no lendário jogo de cartas Magic – the gathering. Portanto não estamos a falar de “ilustres desconhecidos”.
Quanto às “bandas sonoras”, são todas do século XIX: Tchaikovsky e Chopin. Achámos que as imagens combinavam com estes dois génios da música.
Se a poesia fosse comida, estes três sonetos seriam mousses de chocolate!
Clique nas imagens para ver os vídeos !!
Soneto "O amor" - Filipa Almeida, 10º C
Soneto "Amor é estar apaixonado" - Inês Filipa Martins Guerreiro, 10º C
Soneto "O amor é como um lindo dia de sol" - Jéssica Ramos, 10º C
segunda-feira, junho 29, 2020
Ainda há sonetos de amor! Parte III
Como já vem sendo hábito, apresentamos mais três vídeo-poemas dos alunos da turma C do 10º ano. Desta vez, os artistas escolhidos para esta colheita foram o grande mestre dos tecidos e flores, François Hubert Drouais, o pintor simbolista Puvis de Chavannes e a pintora japonesa Chie Yoshii, fortemente inspirada na pintura flamenca, bem como no movimento simbólico e mitologia mundial.
Detalhe de uma pintura de François Hubert Drouais. Retirado daqui .
Hoje vai ser um festim para os olhos e para a Alma!
Soneto "O Amor é união" - Patrícia Ferro, 10º C
Soneto "O amor nem sempre é compreendido" - Ana Moita, 10º C


























