sexta-feira, novembro 27, 2020

Novos livros na coleção das bibliotecas do AE2 Serpa

 

Chegaram esta semana as novas aquisições para a biblioteca da Escola Secundária de Serpa, entre os quais se encontram Uma cana de pesca para o meu avô, do Nobel da Literatura Gao Xingjian, livros de contos como Cão como nós, de Manuel Alegre, Contos vagabundos, de Mário de Carvalho, a coletânea Contos, de Miguel Torga.


Quanto à biblioteca da Escola Básica nº1 de Vila Nova de São Bento, as aquisições incluem livros para os mais pequenos, como O elefante cor-de-rosa ou Versos de cacaracá, mas também para os mais graúdos, como A aia, de Eça de Queirós.

Podem ver a versão em e-book aqui.

quinta-feira, novembro 26, 2020

Concurso Juvenes Translatores - Participação da Escola Secundária de Serpa


Hoje, 26 de novembro de 2020, a Escola Secundária de Serpa participa no concurso Juvenes Translatores, promovido pela Comissão Europeia, contando com a participação de 705 alunos do ensino secundário de toda a União Europeia.

Os nossos representantes querem partilhar uma mensagem com toda a comunidade escolar, assim como com os outros participantes:

Hello everyone!!

We study at Escola Secundária de Serpa, Portugal, and we’ve decided to participate in this translation contest because we value the English language and we wanted to test our limits when it comes to our understanding of this language.
We also consider that, by participating in the contest, we'll develop not only important communication skills but we also will broaden and deepen our cultural competence.

segunda-feira, novembro 23, 2020

 

A lenda de São Martinho trocada em “miúdos”

  Foi no passado dia 11 de novembro que se comemorou o dia de São Martinho através de atividades formativas que permitiram conhecer melhor a lenda associada a este dia.


  São Martinho foi um cavaleiro militar que viveu em Pavia, na Itália, nasceu no ano de 316, o seu pai era comandante do exército romano e mandou-o ainda novo para a guerra na Gália (a atual França), antes de partir deu-lhe uma capa que muito apreciava e que lhe havia dado o imperador.


  Durante o caminho para a Gália, Martinho atravessou uma grande tempestade, o outono era muito rigoroso na atual Europa, foi nessa altura que encontrou um mendigo faminto e sem roupa.



  Martinho não sabia como ajudar o mendigo, não tinha dinheiro nos seus bolsos mas lembrou-se que tinha a capa do imperador que o pai lhe havia dado para o proteger do frio durante a viagem, e subitamente, com  a sua espada cortou a capa ao meio e colocou uma metade aos ombros do mendigo, nesse momento,  inesperadamente a tempestade parou e o sol no céu brilhou. Martinho não sabia que o mendigo era Jesus Cristo e que havia realizado um milagre, desde então, quando faz calor em novembro diz-se que estamos no verão de São Martinho.


  São Martinho levava no seu farnel castanhas e vinho, fez uma fogueira e com o mendigo sentaram-se ao seu redor, assaram castanhas e beberam vinho.


  São Martinho despediu-se do mendigo e seguiu o seu caminho para França.

 Depois de combater no exército romano durante alguns anos, Martinho abandonou o exército para se tornar um monge católico e fazer o bem.  

São Martinho foi um dos principais religiosos a espalhar a fé cristã na Gália (a atual França), presentemente é um dos santos mais populares da Europa, é protetor dos alfaiates, soldados, cavaleiros, pedintes e produtores de vinho. No seu dia, assam-se castanhas, mata-se o porco e bebe-se o vinho.

 


 

Texto adaptado de https://www.youtube.com/watch?v=Sy_C8slzUUU e de

https://visao.sapo.pt/visaojunior/2019-11-07-a-lenda-de-sao-martinho/

Imagens retiradas de http://magosdosaber.blogspot.com/2011/11/a-lenda-de-s-martinho_10.html

 

Realizado por, Luana Costa-11.ºB, Neide Cubaixo-11.ºB, Marta Horta-10.ºC e Tiago Silva-10.ºB,

 no âmbito da disciplina de português

quinta-feira, novembro 19, 2020

Dia Internacional do Homem - 19 de novembro

 

Homens, este dia é para vocês!! Celebrem-no, que também merecem.

Pois é, fala-se tanto do Dia Mundial da Mulher (8 de Março) e, por alguma razão inexplicável, ignora-se o dia que celebra também os imensos benefícios e marcas positivas que o sexo masculino deu a este mundo. Com efeito, desde 1909 que se celebram justamente as mulheres, mas tem havido uma verdadeira – e inexplicável- “Guerra de sexos”, no que diz respeito à criação de um dia que festeje os nossos pais, avôs, tios, filhos, maridos, amigos.

Só ao fim de várias décadas a insistir, foi escolhida a data de 19 de Novembro de 1999 (no Brasil, é no dia 15 de Julho) por razões muito simples: o “autor” desta ideia foi Jerome Teelucksingh, professor universitário do país Trinidad e Tobago. Ele é de opinião – e com razão! – que o sexo masculino também ofereceu imensos benefícios para a Humanidade e, além disso, esta é uma excelente oportunidade para explicarmos aos rapazes o que é ser um bom pai, um bom marido, um bom patrão. Longe de ser uma data “fanfarrona”, esta pode ser um excelente momento didático para todas as crianças do mundo, meninos ou meninas. Esta data finalmente pegou e agora vários países começam – muito timidamente, é verdade – a celebrar este dia.

É que – sejamos honestos – esta zanga entre os dois sexos já começa a cansar. Bolas, já passaram mais de 60 anos desde a revolução “Hippie” e a queima dos soutiens. Já devíamos estar mais crescidinhos…

Por isso mesmo – e a partir de amanhã – vamos celebrar 10 homens que estão a fazer a diferença no Planeta Terra, através de ideias criativas e projetos Humanitários que beneficiam actualmente todas as raças, credos e géneros.

Mulheres, hoje é dia de lhes pagarem o jantar!

 

Imagem retirada de aqui.

terça-feira, novembro 17, 2020

Livro da Semana – A rapariga de Auschwitz, Eva Schloss

 


Imagine que, um dia, alguém bate à sua porta e você e toda a sua família são levados para um vagão. Separam os parentes, cortam-vos o cabelo, tatuam um número no vosso braço (como se fossem gado) e, a partir daí, são mão-de-obra escrava, usada para todo o tipo de experimentos e trabalhos forçados. Ninguém vos salvará, ninguém irá buscar-vos, nenhum tribunal quererá saber de vocês.

Ficção Científica? Pois bem, isto é o que os prisioneiros sentiram, quando foram levados para campos de concentração e campos de extermínio alemães, durante a ditadura Nazi. E os poucos que sobreviveram lá arranjaram coragem para contar ou escrever a sua horrífica história. E este passado é tão terrível que, 75 anos depois, ainda hoje se encontram artefactos, diários, cartas, testemunhos, fotografias associadas a estes dias negros.

Um destes sobreviventes foi a irmã de Anne Frank, Eva Schloss. Ao contrário da primeira, conseguiu sobreviver a Auschwitz. Não escreveu nenhum livro antes da captura. Foi só depois de escapar à morte. E a sua dor e humilhação é de tal forma sórdida que nos escapa à compreensão. Por mais que tentemos, não sabemos o que é sofrer tais horrores. O máximo que podemos fazer é sermos solidários e nunca permitir que a memória do Holocausto se desvaneça.

Mais do que uma testemunha do Horror, é também uma testemunha do quão difícil é voltar à “normalidade”: interessar-se por pequenas coisas, voltar a confiar, voltar a amar a vida, acreditar no recomeço e, sobretudo, voltar a confiar na espécie humana. Depois de tudo o que se passou, era de se esperar que Eva Schloss fosse uma mulher amarga e vingativa. Em vez disso, aprendeu a “reviver”, se é se tal coisa possa vir a ser possível.

Chocante mas emotivo, eis mais um livro que bem pode pertencer à categoria “Voz Humana”.


quinta-feira, novembro 12, 2020

Concurso escolas - Alfredo da Silva - 150 anos

 



As Bibliotecas do Agrupamento de escolas nº2 de Serpa vêm por este meio divulgar o concurso comemorativo dos 150 anos do nascimento de Alfredo da Silva.

"Divulgar o legado de Alfredo da Silva junto das novas gerações é o propósito do concurso que a Fundação Amélia de Mello vai lançar às escolas secundárias, do ensino profissional e do último ciclo do ensino básico, em colaboração com o Ministério da Educação e da Associação de Estabelecimentos de Ensino Particular e Cooperativo, sob o Alto Patrocínio do Presidente da República.

Desta forma será possível envolver nas Comemorações dos 150 anos sobre o nascimento de Alfredo da Silva todo o país na sua diversidade e na sua variante etária, incluindo nelas a juventude escolar.

Para participarem neste concurso, que vai decorrer no ano letivo 2020/2021, os alunos deverão desenvolver trabalhos sobre a personalidade de um dos maiores industriais e empresários portugueses do seu tempo, sobre as suas iniciativas e empreendimentos, e sobre o seu contributo para o desenvolvimento económico e social do país.

O ponto de partida é uma biografia do fundador do Grupo CUF, que será gratuitamente disponibilizada aos alunos, professores e escolas, para lhes dar a conhecer o homem que ao longo de quatro décadas construiu o maior grupo industrial, comercial e financeiro de Portugal.

Serão constituídos júris temáticos para selecionar os vencedores. As escolas dos alunos vencedores receberão também um prémio monetário para apoio a projetos."

Poderão consultar tudo sobre o concurso aqui.

terça-feira, novembro 10, 2020

Livro da Semana – A Conspiração contra a América, de Philip Roth

 


O que mais nos aterroriza neste livro é repararmos o quão profética esta história é. E, embora este romance pertença à categoria de Ficção – mais particularmente o género da “História Alternativa” – é extraordinariamente semelhante aos ventos negros que se estão a passar por este mundo ocidental fora: o crescimento de um populismo sinistramente semelhante aos ideais fascistas e eugénicos de um Mussolini; o crescimento assustador de um cristianismo radical de ultra-direita; o crescimento das guerras religiosas; o crescimento de loucas ideologias neo-maoístas, de ultra-esquerda…

“Enchouriçados” no meio, estão as pessoas “normais”, aquelas que querem sopas e descanso e que vêem a sua querida página do facebook ou whatsapp ser invadida por fake news e gente fanática a gritar contra tudo e todos, e que sentem que as suas instituições importantes estão a ser colonizadas por loucos extremistas vindos dos dois lados. Para piorar, todos os especialistas das I e II Guerra Mundial já mencionaram que o clima de tensão e raiva que se sente hoje anda muito perto do que se sentiu nos meses que antecederam às duas guerras mencionadas. Tal devia dar-nos calafrios, mas parece que, até agora, ninguém reparou…

E SE os Americanos tivessem escolhido para presidente em 1940 Charles Lindbergh, em vez de Franklin Roosevelt? Lindbergh é uma personagem que nos dá arrepios, não só porque é sinistra mas também porque nos faz lembrar um “certo” presidente fanático e isolacionista, com simpatias muito pouco democráticas, que recentemente foi corrido da Casa Branca.

O autor deste livro é ele próprio uma das personagens centrais desta obra literária. Ele conta a história da sua família, a partir do momento em que este simpatizante nazi chegou ao poder, e a consequente perseguição ao povo judeu, a destruição das liberdades individuais, da privacidade e da segurança. E é extraordinário como um pequeno exercício mental (“e se?”) nos pode dar lições de vida cruciais e alertas para o futuro.

Escrito em 2005, esta história teve como inspiração os anos de 2003-2004: a Invasão ao Iraque, o assassinato em direto de Saddam Husseim, o Patriot Act, uma sórdida prisão chamada Abu Ghraib. Tudo isto aconteceu durante a presidência americana de George Bush jr. No entanto, tivesse este livro sido escrito hoje, há certos países que se aproximam muito do futuro horrendo profetizado nesta obra. Esperemos que Portugal não seja um deles.

E depois ainda há quem diga que a literatura já não causa impacto no mundo!


Concurso "Histórias dentro da história - O Principezinho"

 

Fonte: aqui

REGULAMENTO

O concurso Histórias dentro da história pretende incentivar a leitura da obra O Principezinho, de Antoine de Saint-Exupéry, assim como apelar à escrita criativa. A tarefa a realizar é a seguinte:

– Escolhe uma das personagens secundárias de O Principezinho, de Antoine de Saint-Exupéry (por exemplo, a raposa, o homem de negócios, a cobra…) e imagina como terá sido o seu passado, e o que os levou a ser o que são hoje, até ao momento em que se encontram com o Principezinho.

– Os textos deverão ser entregues em formato Word, com dimensão não superior a duas páginas;

 Os trabalhos serão avaliados pela sua criatividade, originalidade, correção, competência escrita e coerência com a leitura da obra.

 O concurso decorrerá entre os dias 10 de Novembro e 5 de Dezembro. Os textos deverão ser entregues através do endereço de correio eletrónico biblioteca@ae2serpa.pt;  

– Todos os concorrentes que desejem manter o anonimato poderão fazê-lo, desde que indiquem essa preferência na mensagem;

6 – Os resultados do concurso serão anunciados na segunda semana de Janeiro de 2021;

7 – Os trabalhos que o júri considerar melhor elaborados serão publicados no blogue da biblioteca, em http://bibliotecaportaberta.blogspot.com/; O vencedor do concurso receberá um prémio surpresa.

 

quinta-feira, novembro 05, 2020

Estante do Mês - Novembro 2020 - A voz da humanidade


Esta estante não poderia ser mais atual, e mais necessária: 2020 tem sido um ano tão mau que há muita gente que irá festejar o réveillon com pompa e circunstância, não para se despedirem com pena do ano anterior, mas para gritarem de alegria “ainda bem que te vais!”. Se bem que 2021 não prometa também lá muitas grandes alegrias…

Ora, nesta década que está a acabar desastrosamente, precisamos com carácter de urgência de voltarmos a acreditar em nós mesmos, nos nossos vizinhos, amigos, familiares e a restante Humanidade. Sejamos honestos: de que é que vale vivermos neste mundo, se a esperança e o otimismo escasseiam cada vez mais? Por muito realistas que sejamos, precisamos sempre de uma migalhinha de boa disposição e de alguma fé.

Por isso mesmo, a nossa estante (o link para o ebook encontra-se publicado no fim deste post) selecionou vários tipos de vozes: as confissões, os desabafos, os testemunhos, as memórias, os medos. Ou seja, aquilo que nos faz Humanos, não importa a adversidade, a doença, a solidão, a fome, a tirania ou, simplesmente, o tédio de uma vida confortável que já não nos surpreende nada.

Privilegiámos, acima de tudo, o coração, o instinto, o toque, a coragem. Este não é um mês para grandes momentos “cerebrais”. O que se celebra agora é o coração humano, perante os obstáculos da Vida.

Vale a pena sonharmos e acreditarmos. É que ainda não pagamos imposto por isto!

 

EBOOK

 

Imagem retirada daqui

terça-feira, novembro 03, 2020

Livro da Semana – O Principezinho, Antoine de Saint-Exupéry

 

Capa de O Principezinho

Estávamos no ano de 1935. Antoine e o seu amigo André Prévot iam a caminho de Saigão, quando o avião que eles estavam a pilotar começou a sofrer uma falha tremenda: estava à beira de uma explosão. Despenhou-se a mais de 200 quilómetros do Cairo e, azar dos azares, ficaram aprisionados no deserto do Sahara durante quatro dias. Cheios de fome, desidratados, começaram a ver miragens e a ter alucinações, algumas delas bem assustadoras. Foi por uma unha negra que se safaram: um beduíno estava de passagem, encontrou-os num estado lastimável e levou-os ao seu acampamento.

Este momento horripilante na vida de Exupéry marcou-o para a vida, e foi tão traumático que mereceu um outro livro, onde ele narra ao pormenor estes quatro dias de Inferno. Estamos a falar da obra Terra dos Homens, escrito em 1939. Porém, foi precisamente este acidente que acabou por inspirar a fábula moderna mais famosa do século XX: estamos obviamente a falar de O Principezinho. Através da poesia, das metáforas, dos simbolismos e de alguma interpretação psicológica, todos os momentos da sua vida ficaram condensados nestes quatro dias de areia e solidão: a homenagem à sua esposa, a admiração e carinho por uma grande amiga, a morte do irmão, a inocência da sua infância através de um menino de caracóis de ouro, as suas ansiedades como adulto, o medo da guerra e da loucura das “pessoas grandes”…

Não há ninguém neste planeta que tenha dito “não gosto deste livro”. Há sempre uma citação, uma passagem, um momento tocante, uma personagem que mexe connosco. Este é um livro que fala a Voz Humana: esquimós, zulus, dinamarqueses, japoneses, angolanos, portugueses, todas as culturas, etnias, civilizações, todos identificam-se com a beleza deste livrinho supostamente escrito para as crianças.

Se um dia um OVNI descesse à Terra, e quisesse conhecer a alma humana, este seria o livro que devia ser oferecido aos nossos “irmãos cósmicos”…

Imagem retirada daqui.

           

 

Newsletter das Bibliotecas Escolares do Agrupamento de Escolas nº2 de Serpa - Novembro de 2020


Encontre todas as novidades para novembro na nossa Newsletter, aqui.


Para fazer sugestões de outras atividades, colocar dúvidas, ou qualquer outra questão, contacte: biblioteca@ae2serpa.pt

Encontre-nos na Web em: http://bibliotecaportaberta.blogspot.com/

 

quinta-feira, outubro 29, 2020

Encontro Digital Cidadania e Desenvolvimento - LeyaEducacao




O Blogue da BE vem por este meio divulgar a apresentação sobre o tema Cidadania e Desenvolvimento da editora Leya, do Encontro Digital Cidadania e Desenvolvimento.

Aceder aqui.

terça-feira, outubro 27, 2020

Livro(s) da Semana - Coleção Sherlock Holmes, Sir Arthur Conan Doyle

 


Peçam a um esquimó ou a um índio brasileiro que desenhem um detetive, e o desenho é sempre o mesmo: um homem com um chapeuzinho engraçado, com um cachimbo na boca e uma lupa na mão. Em todos os cantos do planeta, a imagem icónica de um investigador de crimes é sempre esta, ao ponto de se ter transformado naquilo que os psicólogos e antropólogos chamam um arquétipo: uma imagem simbólica que pertence ao subconsciente coletivo da Humanidade.

E, no entanto, poucos sabem que este cliché mundial começou com o detetive imaginário mais famoso do mundo: Sherlock Holmes. Aliás – para sermos mais precisos – a imagem icónica de Sherlock Holmes foi criada pelo ilustrador Sidney Paget, no ano de 1891 (ver imagem à esquerda). As suas ilustrações ficaram tão famosas que, a partir desse momento, este génio que combate o crime passou a usar o seu inseparável deerstalker (uma boina de fazenda que os caçadores ingleses usavam e usam durante o Inverno), mais o seu cachimbo e lupa.

A inspiração de Conan Doyle para a criação de Sherlock Holmes veio dos seus tempos de faculdade: este escritor teve o privilégio de assistir às aulas de um “certo” Joseph Bell, um cientista pioneiro na Ciência Forense, e que tinha o dom extraordinário de observar os mais pequenos detalhes quer num espaço quer numa pessoa. Através dessa observação, ele fazia diagnósticos dedutivos acerca da personalidade e vida de alguém. Este Dr. Joseph Bell trabalhava lado a lado com outro génio, Henry Littlejohn, um cientista brilhante que era constantemente chamado pela Scotland Yard para resolver crimes e mistérios. Sherlock Holmes foi a fusão destes dois homens geniais: a observação clínica, lado a lado com os conhecimentos da Ciência Forense da época.

Mais de 133 anos depois, custa a acreditar que, ainda hoje, as histórias deste detetive continuam a ser lidas e compradas por milhões de pessoas, no mundo inteiro. E já agora – excelentes notícias! – já não têm direitos de autor, o que quer dizer que podemos baixá-las na net, sem qualquer peso de culpa … desde que sejam em Inglês. É que as traduções também têm direitos de editora. No entanto, existem muitos “carolas” na net que traduzem voluntariamente as obras de grandes escritores mundiais, publicando-as depois de graça na net. É saber procurá-las…

Para quem ainda ama este formato “antiquado” chamado “livro em papel”, a nossa biblioteca dispõe de vários exemplares dedicados a este mítico detetive. Passem por cá, e levem para casa raciocínios lógicos para desvendar no aconchego do lar.

Os “detetives de sofá” nunca ficaram fora de moda!

 

            Imagem retirada daqui.

sexta-feira, outubro 23, 2020

Dormimos para Sonhar

 

Por que motivo sonhamos?

A palestra 'Dormimos para sonhar', dirigida a alunos do 8º ano, a propósito dos conteúdos de "Saúde e bem-estar" da disciplina de Francês, teve como objetivo ensinar os alunos a importância do sonho, o ritmo circadiano, as últimas descobertas científicas relacionadas com o sono, bem como a explicação simbólica dos sonhos. Esta palestra suscitou um debate entusiástico entre todos os alunos, e vários pediram explicações para determinados sonhos que tiveram. Falou-se do hábito muito pouco saudável de deixar aparelhos elétricos no quarto (smartphones, playstations, etc) e a razão por que tantas crianças/jovens estão sempre cansados.

Anexamos aqui a apresentação em PowerPoint usada na palestra.



quarta-feira, outubro 21, 2020

Descobre a tua Pegada Ecológica

 

Todos deixamos marcas no ambiente. 

A atividade 'Descobre a tua pegada ecológica', dirigida a alunos de 10º ano, da disciplina de Biologia e Geologia, teve como objetivo informar e alertar os alunos para o seu estilo de vida, e o impacto posterior que o mesmo tem no planeta Terra. Após uma pequena introdução do problema, os alunos preencheram, no centro de recursos e biblioteca, um teste da pegada ecológica, fornecido pela plataforma WWF (https://footprint.wwf.org.uk/#/). No final, cada aluno preencheu um documento, de nome 'O meu contributo para o ambiente'. Nele, cada um prometeu diminuir ou eliminar um mau hábito na sua vida, de forma a diminuir, consequentemente, a sua pegada ecológica (por exemplo, fechar a torneira enquanto ensaboamos as mãos). Mensalmente - e até ao final deste período - a Biblioteca irá inquirir anonimamente aos membros da turma acerca desta promessa. A equipa deseja que, até ao final do 1º período, pelo menos um terço dos alunos tenha quebrado um mau hábito. O propósito final da atividade foi demonstrar como a pegada ecológica pode agravar as alterações climáticas e, consequentemente, a saúde do planeta da humanidade.

Apresentação em PowerPoint usada na atividade aqui.

segunda-feira, outubro 19, 2020

El Día de los Muertos


Já alguma vez ouviram falar do Dia dos Mortos? Ou do Día de los Muertos, em espanhol? Talvez não, mas se perguntarem aos vossos avós pelo Dia de Finados, eles saberão com certeza que é no dia dois de novembro, e não no dia um, quando se comemora o Dia de Todos os Santos mas que, por ser feriado, se tornou o dia em que, pelo menos em Portugal, as pessoas visitam os túmulos de familiares já idos.


No entanto, na América Central e do Sul, o Día de los Muertos não é uma efeméride tão triste como por terras lusas. Para dizer a verdade, no México, por exemplo, é celebrado como uma festa na noite de 1 para 2 de novembro, tal como se faz em grande parte do mundo com o Dia das Bruxas na noite anterior, de 31 de outubro.


Este dia, na cultura hispano-americana, não tem um significado tão triste e depressivo como por cá,  pois mesmo que se recorde com tristeza quem já faleceu, reforçam-se os laços entre os que ainda cá estão, em reunião familiar, que tem a mesma função que o Dia de Ação de Graças norte-americano ou até a nossa ceia de Natal: juntar toda a família a jantar, unidos, e celebrar essa família e essa união.


Depois da estreia do filme Coco, da Disney, o Día de los Muertos ficou um pouco mais conhecido em todo o mundo, pois este é um filme de animação que retrata a celebração desse dia e onde a família, os seus valores, os laços entre todos, são o cerne de toda a história. Recomendado para todas as idades... para ver em família!

Livro(s) da semana - Coleção Padre Brown, G. K. Chesterton

É graças à excelente adaptação para televisão do canal BBC one (imagem em cima) que muitos portugueses descobriram este padre muito especial: um homenzinho curvado, de óculos grossos e olhar penetrante, sempre carregando o seu guarda-chuva, andando de bicicleta, sempre atento aos problemas da sua vilazinha adorável.

E, no entanto, o escritor G. K. Chesterton teria dificuldades em reconhecer esta versão moderna da sua personagem! O padre Brown dos livros difere bastante daquele que vemos na televisão: sim, é verdade que este “servo de Deus” está muito atento aos problemas sociais do século XX: a pobreza, a discriminação, a crueldade, a guerra, a ganância, os refugiados, etc. Podemos assumir que – no geral – padre Brown tem inclinações “socialistas”. No entanto, ele não deixa de ser um conservador católico: a sua relação com os ateus pode ser de respeito, mas é de grande desconfiança e, sobretudo, critica cultos ligados a Wiccas, novas eras, etc. Além disso, o humor do verdadeiro padre Brown é mais irónico, menos “explosivo”, mais sóbrio. Para terminar, as suas investigações são solitárias: não há Lady Felicia, não há Mrs. Mccarthy, não há inspector Mallory.

Padre Brown foi inventado numa altura em que a Igreja Protestante Inglesa era muito “Anti-Papista”, muito anti-Católica. G.K.Chesterton desejava falar de “um outro olhar”, um olhar pós modernista, pós guerra. O seu desejo era criar uma personagem que, apesar de ter assistido a duas guerras mundiais sangrentas, continuava a acreditar em Deus, e usava a força de Deus para combater o crime, sem nunca perder o seu raciocínio científico e dedutivo. Para isso, baseou-se num padre católico da vida real, O Reverendo John O’ Connor, para criar um imaginário que, inicialmente, era anglicano. Aos poucos, tornou-se católico. E Chesterton tanto investigou a fé católica, que acabou por se converter a ela!

Apesar das diferenças, podemos afirmar que a “adaptação moderna” do Padre Brown é uma das poucas que consegue ser criativa, sem ser “politicamente correta”. Mais ainda, evita politizar os seus episódios, o que é uma mais-valia nos tempos de hoje. Quanto aos livros, vale a pena conhecer o verdadeiro Brown: um homem extraordinariamente inteligente, muito humano, muito “iluminado”. Um homem de pensamento complexo e raciocínio arguto, alguém que vê com olhos de ver e ouve com ouvidos de ouvir.

Algo que só um padre a sério sabe fazer.

 

Imagem retirada de:

https://filmow.com/padre-brown-1a-temporada-t76232/ficha-tecnica/

terça-feira, outubro 13, 2020

Livro(s) da Semana - Coleção Maigret, Georges Simenon

 

Coleção Maigret, Georges Simenon

Estávamos no ano de 1931. O escritor Georges Simenon, de férias na Holanda, estava sentado numa esplanada bem ao pé de um canal. De repente, quase como se fosse uma revelação divina, imaginou um inspetor de polícia parisiense, a experienciar uns dias de descanso na nação das tulipas. A sua própria constituição física – segundo o próprio autor – foi baseada na figura do seu próprio pai. Nasce, então, Jules Maigret, o “Sherlock Holmes da França”.

Porém, as diferenças acabam por aqui: Jules Maigret é um homem casado – e bem casado. Não têm filhos - a única filha que tiveram morreu à nascença - mas ele e ela são unha com carne. São tão unidos que, muitas vezes, ele pede conselhos e opiniões à sua mulher, sempre que tem uma dúvida em relação a um crime. Louise é a Watson deste universo policial.

E, por fim, temos uma outra forma de pensar e de viver este mundo: o olhar sereno, mas ao mesmo tempo intelectual de Paris. Há uma atmosfera francesa na grande literatura de Georges Simenon, um olhar circunspeto mas também doce da existência humana. É impossível não amarmos esta personagem, tão humana, tão compassiva.

A nossa biblioteca possui uma vasta coleção. Não, não são só quatro volumes, são imensos. Os nossos visitantes têm muito por onde escolher. E uma coisa é certa: o género policial – tantas vezes menosprezado e ignorado pelas grandes academias e prémios internacionais – deve muito o seu prestígio a escritores como Simenon. Não, não é só a história que importa: há toda uma complexidade de pensamento humano, que se perde nas adaptações para o cinema ou televisão.

É que Maigret não é assim tão fácil de dramatizar...

quinta-feira, outubro 08, 2020

Para ver e Pensar - Também a Chuva, de Icíar Bollaín



No próximo dia 12 de outubro celebra-se o Día de la Hispanidad, feriado nacional de Espanha, que comemora a chegada de Cristóvão Colombo às Índias Ocidentais, a descoberta do Novo Mundo que era o que hoje conhecemos como continente americano. Tal como os descobrimentos portugueses, são-nos hoje contadas histórias gloriosas, ou glorificadas, dos feitos heróicos que ocorreram: enfrentar mares revoltos, tempestades, tribos hostis e até monstros imaginários. Mas terá sido a realidade assim tão gloriosa?

Coincidentemente (ou não…), apenas três dias depois do feriado nacional de Espanha, no dia 15 de outubro, será celebrado o Dia Mundial da Resolução de Conflitos. Parece ser coisa pouca – estes dias especiais não parecem resolver nada -, mas há dias que nos fazem pensar e refletir. Sejamos honestos: até que ponto é difícil sararmos feridas e recomeçarmos de novo, sem os fantasmas do Passado e do Presente?

Já cantava Elton John: A palavra “desculpa” parece ser a mais difícil de dizer. E, no entanto, este filme não está apenas a tentar expor um conflito do passado, ainda tão vivo no século XXI: ao mesmo tempo, deixa bem claro que a escravidão nunca acabou, simplesmente mudou de rosto e de táticas. Hoje, já não é comum em muitos países vermos um Humano amarrado e acorrentado, a ser vendido numa praça. Contudo, o que é que vocês acham que é o “trabalho infantil”? O que é que vocês pensam que é o “trabalho à jorna”? O que é que vocês pensam que a Apple é, quando coloca grades nas janelas das suas fábricas, para impedir que os seus escravos-a-fazer-de-conta-de-que-são-trabalhadores não possam cometer suicídio? Aliás, a inteligência desta corporação mortífera é tão boa que eles nem sequer têm fábricas, pagam “o serviço” a outros carrascos. Assim, a Apple não poderá ser acusada de maus tratos aos trabalhadores, pois pode sempre alegar desconhecimento…

Também a Chuva ganhou em 2010 o Óscar do melhor filme estrangeiro e foca dois tempos: a chegada de Cristóvão Colombo e o genocídio que os índios sofreram, como consequência da dita cuja “Cristianização”, e foca o ano de 2000, quando os Colombianos declararam guerra à corporação Americana Bechtel, uma companhia que supostamente devia distribuir a água a todos os nativos deste país, mas decidiu, de um dia para o outro, vender a água da torneira a preço de petróleo. Estas duas batalhas – uma do século XVI e outra do século XXI – fundem-se numa sala de cinema escura, um espaço onde atores, realizadores, músicos, pessoal de limpeza e restante público se encontram. Este é um lugar que foi criado (sem dúvida!) para entreter, mas também foi criado para refletir e mudar. E sarar feridas. E resolver conflitos.

Deixamos em baixo um pequeno trecho do filme, para aguçar o apetite. Prestem muita atenção à cena do afogamento das crianças. Reparem no olhar do “Homem Branco”, ainda arrogante o suficiente para achar que a “sua cena” é mais importante do que outras coisas. E o olhar do Índio, que não quebra, e que é de opinião de que há certas coisas que nunca poderão ser dramatizadas.

Por muito boas que as intenções sejam.

 

Trecho do filme También la Lluvia (sem legendas) - Aqui



Linha Internet Segura

A Direção-Geral da Educação, através do Centro de Sensibilização SeguraNet, numa parceria com a Associação Portuguesa de Apoio à Vítima, lança a campanha de sensibilização Linha Internet Segura, nas Escolas.   Nesse sentido, as Bibliotecas Escolares do Agrupamento de Escolas nº2 de Serpa associaram-se à iniciativa, juntamente com os professores de Informática do agrupamento, no sentido de afixar nas salas de informática e centro de recursos os cartazes aqui também divulgados, com o intuito de sensibilizar a comunidade escolar para a importância de denunciar o cibercrime, o  ciberbullying e outras formas de intimidação, ameaça ou assédio.

A Linha Internet Segura é um serviço que presta apoio telefónico ou online, de forma anónima e confidencial, sobre questões relacionadas com o uso de plataformas e tecnologias online.  Dispõe de um sistema que permite reportar as ocorrências graves às autoridades competentes, quando existem indícios de que uma criança pode estar em perigo.  

 Horário de funcionamento da Linha Internet Segura: das 9h00 às 21h00, nos dias úteis.   

Acessível através de:  

. 800 21 90 90 (contacto telefónico gratuito)  

. correio eletrónico - linhainternetsegura@apav.pt


 



sexta-feira, outubro 02, 2020

Livro(s) da semana

 

 

Coleção Poirot, Agatha Christie

Já mencionámos no post anterior que 2020 é o ano em que celebramos os 100 anos da criação da personagem Hercule Poirot, um dos detectives mais famosos da história da literatura policial. Mais famoso do que ele, só Sherlock Holmes.

A inspiração para esta personagem tem como origem a própria vida de Agatha Christie: durante a I Guerra Mundial, trabalhou como enfermeira voluntária na Cruz Vermelha, e era bastante comum os médicos pedirem-lhe para ir à dispensa dos remédios buscar este antídoto, este remédio, este comprimido, etc. Foi por acidente que ela esbarrou com uma secção de venenos, bastante volumosa, diga-se de passagem. Como é que se permitia uma coisa destas no início do século passado, é algo que hoje nos ultrapassa: comprar arsénico nas drogarias/farmácias era tão comum (supostamente era para matar ratos) que a sua venda teve que ser proibida por lei, tal era o número de assassinatos à base deste veneno. Mas sim, estes produtos mortíferos eram super comuns nas casas de todo o cidadão inglês. Foi a partir deste momento que Agatha Christie criou um enorme fascínio pela Toxinologia (ramo científico que estuda os venenos) e, se nos lembramos que esta escritora papou todas as histórias de Sherlock Holmes durante a sua infância, não demorou muito para começar a escrever os seus próprios enredos.

Precisava de um detetive para solucionar os seus crimes inventados. Como seria? Homem ou mulher? Alto ou baixo? Inglês ou estrangeiro? A sua experiência de enfermeira ofereceu-lhe, mais uma vez, a solução: na cidade em que ela morava, quase mesmo ao pé da casa dela, foi aceite uma colónia de refugiados belgas e – reza a lenda – um deles era um homem pequenino, careca, com um bigodinho de cera e passinhos rápidos. Agora que ela já tinha um rosto para o seu detetive, só faltava o nome. Como Agatha Christie queria que a sua personagem fosse grandiosa – mas também vaidosa – escolheu o nome Hercule Poirot. Sonante e grandioso.

Por mais filmes ou séries que sejam criados – mais fiéis ou menos fiéis aos livros – as obras literárias nunca passarão de moda. No século XXX d. C., continuaremos a ler as aventuras de Poirot, sabe-se lá em que formato, digital, holográfico ou simplesmente papel. Mas Poirot será sempre Poirot.

Poderá viajar numa nave espacial. Mas será sempre o nosso Poirot.

quinta-feira, outubro 01, 2020

 

Estante de livros do mês de Outubro

Profissão: Detetive

Imagem retirada deaqui

O ano de 2020 tem sido um ano confuso, caótico, desesperado. Ironicamente, este é o ano em que se celebra os 100 anos da criação de uma personagem muito especial: Hercule Poirot, o excêntrico mas muito humano detetive, criação da genial Agatha Christie. E Poirot teria detestado os tempos de hoje: sendo uma pessoa muito metódica, disciplinada, amante das “células cinzentas”, não teria suportado as teorias de conspiração, as fake news, a histeria colectiva à volta do Covid-19, todo o tipo de comportamento irracional do Ser Humano. No entanto, uma coisa é certa: poderíamos contar sempre com ele.

A profissão de detective - particular ou não - sempre causou fascínio em todos nós, mas são poucos os que sabem que este “ofício” começou a ser valorizado só no final do século XIX, altura em que uma coisa chamada “Ciência Forense” explodiu em todas as equipas de polícia. Este fascínio depressa se espalhou para a literatura e, inicialmente, o romance policial não era considerado um “género maior”. Foi a chegada de Agatha Christie que mudou o olhar deste género literário, embora até hoje nenhum prémio Nobel da Literatura tenha sido dado a um escritor de livros policiais.

Hoje, há várias obras literárias que têm uma combinação de um ou mais géneros: O Nome da Rosa, de Umberto Eco, é o exemplo perfeito do que estamos a falar, pois este é um romance histórico que, ao mesmo tempo, é um romance policial. E há thrillers que são, ao mesmo tempo, romances policiais.

Assim, dedicamos a nossa estante do mês aos livros policiais, thrillers, literatura de espionagem e mistério. É só clicar no link, e terão acesso à nossa estante, já digitalizada.

E cuidado: muitos livros que aconselhamos são viciantes, não conseguirão largá-los!

 

EBOOK: aqui




sábado, julho 18, 2020

Ainda há sonetos de amor! – Parte VI

Imagem retirada daqui .

E chegámos ao fim! Foram muitos os sonetos, os pintores, os fotógrafos, as músicas selecionadas com carinho e cuidado. Os últimos vídeo-poemas da turma C do 10º ano têm como pano de fundo a arte dos fotógrafos Sally Mann e Bruno Lagrutta e o pintor Frederic Leighton (ver imagem). A música escolhida foi, como sempre, royalty free.

A equipa da Biblioteca teve imenso prazer em colaborar com a professora Filipa Figueiredo. Mas agora as férias estão a chegar e o descanso já começa a ser mais apetecível do que o trabalho. Publicaremos um último post, e nele serão apresentados – em formato ebook – poemas inspirados em deuses greco-romanos. Estejam atentos, vão adorar!

Mas, por agora, deixamos aqui três lindos poemas dos nossos criativos alunos. Inspirem-se.

Clique nas imagens para ver os vídeos !!

Soneto "O amor é um sentimento inexplicável" - Rodrigo Fernandes, 10º C

 

Soneto "O meu coração" - Madalena Neves, 10º C


Soneto "Amor palavra linda" - Matilde Filipe, 10º C


sexta-feira, julho 17, 2020

Ainda há sonetos de amor! Parte V


Imagem retirada daqui .
 

Estamos quase a terminar a exposição de vídeo-poemas dos alunos da turma C do 10º ano, muito bem ensinados e inspirados pela professora Filipa Figueiredo . Os artistas escolhidos para emoldurar as bonitas palavras destes sonetos foram o genial pintor e ilustrador americano Norman Rockwell (imagem deste post), o fotógrafo espanhol Emilio Jiménez e um pintor muito pouco conhecido no mundo ocidental: o indiano Ravi Varma.

Em época de exames, um pouco de sonho, imagem e música fazem sempre bem à nossa alma!

Clique nas imagens para ver os vídeos !!

Soneto "O amor significa tudo" - Laura Rosa, 10º C


Soneto "Amor é Cuidar" - Diana Fava, 10º C


Soneto "Amor é..." - Pedro Evaristo, 10º C


quarta-feira, julho 01, 2020

Ainda há sonetos de Amor! Parte IV

Imagem retirada daqui .

E cá está mais uma fornada quentinha de três vídeo-poemas, da autoria dos alunos da turma C, 10º ano. Os pintores selecionados foram a genial Evelyn de Morgan (ver imagem acima), o icónico Caspar David Friedrich (sim, vocês sabem quem ele é, já viram pelo menos um quadro dele nos manuais de História!) e o pintor Howard Lyon, um cidadão do século XXI que foi fortemente influenciado pelos grandes mestres da pintura do século XIX. Já agora, caso não saibam, ele é um dos autores de dezenas –senão centenas – de ilustrações que figuram no lendário jogo de cartas Magic – the gathering.  Portanto não estamos a falar de “ilustres desconhecidos”.

Quanto às “bandas sonoras”, são todas do século XIX: Tchaikovsky e Chopin. Achámos que as imagens combinavam com estes dois génios da música.

Se a poesia fosse comida, estes três sonetos seriam mousses de chocolate!

Clique nas imagens para ver os vídeos !!

Soneto "O amor" - Filipa Almeida, 10º C


Soneto "Amor é estar apaixonado" - Inês Filipa Martins Guerreiro, 10º C


Soneto "O amor é como um lindo dia de sol" - Jéssica Ramos, 10º C

 

 

segunda-feira, junho 29, 2020

Ainda há sonetos de amor! Parte III


Detalhe de uma pintura de François Hubert Drouais. Retirado daqui .

Como já vem sendo hábito, apresentamos mais três vídeo-poemas dos alunos da turma C do 10º ano. Desta vez, os artistas escolhidos para esta colheita foram o grande mestre dos tecidos e flores, François Hubert Drouais, o pintor simbolista Puvis de Chavannes e a pintora japonesa Chie Yoshii, fortemente inspirada na pintura flamenca, bem como no movimento simbólico e mitologia mundial.

                    Hoje vai ser um festim para os olhos e para a Alma!

Clique nas imagens para ver os vídeos !!

 Soneto "O Amor é o tempero da vida" -Nicole Silva, 10º C

Soneto "O Amor é união" - Patrícia Ferro, 10º C



Soneto "O amor nem sempre é compreendido" - Ana Moita, 10º C