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segunda-feira, fevereiro 05, 2024

Concurso Interconcelhio "Leituras na Planície" - Resultados da Fase de Escola

 

ALUNOS SELECIONADOS NA FASE DE ESCOLA

EB1 VNSB

ALUNOS

5ºA

Pedro Aniceto

6ºB

Margarida Silva

7ºC

Maria Leonor Soares

8ºC

João Barradas

9ºC

Margarida Alves

 

ES Serpa

ALUNOS

8ºA

Joana Cruz

9ºA

Matilde Rosa

10ºC

Mafalda Mósca

11ºC

Santiago Morgado

12ºD

Mariana Palhinhas

sexta-feira, junho 04, 2021

Prémios de participação no Concurso Nacional de Leitura


 A equipa das Bibliotecas Escolares do Agrupamento de Escolas nº 2 de Serpa vem por este meio agradecer, novamente, o interesse e empenho de todos os alunos do agrupamento que participaram na 14ª edição do Concurso Nacional de Leitura, neste ano letivo de 2020/2021, assim como a todos os docentes que os acompanharam ao longo de todo o concurso e sem a colaboração dos quais se tornaria impossível a realização do mesmo no nosso agrupamento.

Para não ficarmos apenas pelas palavras, decidimos agraciar os nossos alunos com uma pequena oferta, que esperamos ser não só um presente agradável, mas também um estímulo para que continuem a ter hábitos de leitura e um incentivo a participar nos concursos que, todos os anos, continuaremos a divulgar junto dos alunos.

Os presentes, sob a forma de livros escolhidos pelos próprios alunos, foram os seguintes:

João Sousa: "Uma Aventura no castelo dos 3 tesouros" de Ana Maria Magalhães e Isabel Alçada

Francisca Lobato: "Amor em tempos de Cólera" de Gabriel Garcia Márquez

Daniela Martins: "Explicar o Mundo" de Steven Weinberg

Para a semana que vem, será a vez dos alunos da Escola Secundária de Serpa, que também receberão as respetivas ofertas. Contamos com a vossa presença em futuras edições do Concurso Nacional de Leitura, e reforçamos desde já que todos os alunos do agrupamento estão convidados a juntar-se a vós nesta grande festa da leitura já no próximo ano letivo!

quinta-feira, maio 20, 2021

Comunidade de leitores - "Ler com amigos é ainda melhor!"

 

Decorreu hoje, no espaço da Biblioteca Escolar, a atividade "Ler com amigos é ainda melhor!", dinamizada pela professora Sandra Costa, com a presença da turma 7ºA, acompanhada pelo professor de Português, José Gaspar.

Esta é uma das atividades propostas pela Rede de Bibliotecas Escolares no âmbito do programa "Aprender com a Biblioteca Escolar", proposta para alunos do 2º ciclo mas facilmente adaptável a outros níveis de ensino. A planificação da atividade desenvolvida pode ser encontrada aqui.

Os nossos alunos leram previamente o primeiro capítulo de O Recruta, de Robert Muchamore, ao que se seguiu a leitura em voz alta de excertos da obra, que foi selecionada por abordar assuntos que lhes são familiares e que podem despertar o interesse dos alunos para a leitura recreativa, para que nunca percam o hábito de ler por gosto, para que exponham as suas ideias em voz alta e saibam pensar criticamente, opinar sobre diversos temas, exprimir os seus sentimentos. Os alunos foram, finalmente, convidados a continuar a leitura da obra em casa, para que possam continuar a discuti-la numa próxima sessão.

Queremos agradecer a presença, interesse e empenho de todos, esperando que regressem em breve!

domingo, junho 21, 2020

Eles fazem-se! – A arte de falar sobre um livro, parte II


Imagem retirada daqui .

Aqui postamos as três últimas críticas literárias, em versão vídeo, e para serem ouvidas e apreciadas por todos os cidadãos do planeta Terra que entendam a Língua Portuguesa.

Falar em público não é nada fácil. Já os grandes pensadores da Antiga Grécia e Roma Antiga sabiam-no, e aprendiam na escola – ou com a ajuda de um tutor - duas disciplinas muito especiais, chamadas “Retórica” e “Oratória”. Ora, estas disciplinas deviam ser ressuscitadas, e todas as crianças e jovens deste mundo deviam aprender todos os truques da arte de bem falar e da arte da persuasão/argumentação. É que, como diziam os nossos avós, “quem tem lábia é quem vence”.

Numa era em que a imagem é rainha – e os bem falantes e bem vestidos são quem vencem – é justo que estes conhecimentos sejam dados a todos os cidadãos do século XXI.

Os nossos alunos já nos podem ensinar alguns truques!

 Carolina Pica, 10º C – Crítica e opinião de várias obras literárias, lidas ao longo deste ano letivo



Nicole Silva, 10º C – Análise e opinião do livro Sem Pistas, de Blake Pierce


José Luís Vale de Rãs, 10º C – Análise de várias obras literárias, lidas ao longo deste ano letivo


sábado, junho 20, 2020

Eles fazem-se! – A arte de falar sobre um livro, parte I


                                                                   Imagem retirada daqui .

Neste século XXI, tentar motivar uma criança ou um jovem a ler é quase como tentar desviar o Titanic do iceberg, ganhar o Euromilhões ou negociar a paz entre Israelitas e Palestinos. Ou seja, é uma carga de trabalhos, e poucos são os professores que conseguem remar contra a maré. Felizmente, a turma C do 10º ano teve como professora de Português a docente Filipa Figueiredo, que moveu mundos e fundos para atrair “a pequenada” para esse mistério maravilhoso que são as palavras lidas, ouvidas e pensadas.
Ora, em vez da “linda e da lindinha”, optou-se por algo diferente: a docente acima mencionada pediu aos seus alunos que fossem pela primeira vez booktubers. Como o próprio nome indica, são jovens ou adultos que usam o youtube para falar, analisar, criticar e motivar as massas para lerem um romance, conto ou poema. Este movimento começou no youtube, mas depressa se espalhou por outras plataformas. E o nome foi ficando: hoje, booktuber é todo o ser humano que faz uma crítica/análise online, e não importa se é no instagram, no facebook, no twitter ou no whatsapp.

A experiência deve ter sido muito interessante, para esta turma: nota-se logo que alguns estão nervosos, mas motivados. Outros, decidiram entrar para a brincadeira e usaram a sua imaginação. Quase todos preferiram usar apenas a sua voz e a sua garra para publicitarem um livro. Mas, no fim, o resultado diverte-nos e entusiasma-nos.

Para hoje, mostramos três vídeos. Amanhã serão mais três. Para que os leitores deste blog se concentrem atentamente. É que estas “pequenas” análises têm muita informação concentrada em tão pouco tempo!

 Diana Fava, 10ºC - Análise e opinião do livro Para onde vão os guarda-chuvas, de Afonso Cruz


Liliana Rogado, 10º C – Análise e opinião do livro Tia Guida, de André Fernandes


Ana Moita, 10º C – Análise e opinião do livro Rainha Vermelha, de Victoria Aveyard



sexta-feira, maio 29, 2020

Livros Digitais do Momento - 18 livros de Jacques Le Goff para baixar grátis

Imagem retirada daqui

Lembro-me muito bem de ter lido a obra Salambô, de Gustave Flaubert. Tinha para a volta de 16 anos, adorava romances históricos e, assim que vi a sinopse do livro - uma princesa cartaginesa e um amor impossível – saquei de uma almofadinha, deitei-me na cama, e preparei-me para uma viagem inesquecível. Morri de tédio. Já não me lembro se acabei o livro ou não, mas esta obra foi provavelmente uma das histórias mais aborrecidas que tinha lido até então…

Antes da Nouvelle Histoire – um movimento revolucionário entre os Historiadores, em 1970 – a História nada mais era do que uma acumulação de datas importantes, personagens históricas, ascensão e queda de impérios, relatos da vida das grandes elites e dos grandes poderosos. O povo pouco ou nada contava, o “peixe miúdo” não era relevante para ser mencionado nos manuais escolares. E é precisamente por causa disso que o género do romance histórico era tão pouco apelativo e mais parecia um filme de Hollywood feito à pressa: faltava a veracidade da época, o estilo de vida dos cidadãos desse reino antigo, as pequenas coisas que tornam uma história real e tangível como, por exemplo, os rituais de casamento, a fé, a superstição, a decoração das casas, a cosmética, os balneários, a azáfama nos mercados, as relações entre homem e mulher, etc.

Ora, o historiador Jacques Le Goff foi tão importante para este movimento, ao ponto de ter sido considerado um dos grandes pensadores do século XX, lado a lado com outro grande Francês, Georges Duby. Especializado no período da Idade Média, os seus livros mostram este período da História da Humanidade como sendo uma era bem mais interessante e bem mais Humanista do que originalmente se pensou. E se clicarem neste link terão acesso a 18 obras muito importantes da autoria deste grande historiador. É só clicar, baixar o ficheiro pdf e já está!

É graças à Nouvelle Histoire que uma escova de cabelo, um botão ou um púcaro passam a ter tanta importância como uma catedral ou uma coroa de um imperador. A História é um tecido complexo e foi este movimento que conseguiu explicar as origens e raízes de movimentos, tendências, revoluções. A História pode começar com um único ser Humano, mas são as massas que escolhem quem irá ficar na memória de uma nação ou não.

Aproveitem, que presentes destes não acontecem todos os dias!

quarta-feira, maio 27, 2020

Livros digitais do momento-5 Génios da Literatura Infanto-juvenil Francesa


Imagens: 1, 2, 3 e 4
Já tínhamos aqui prometido que os próximos livros digitais a serem selecionados seriam dedicados à Língua Francesa. Pois bem, o prometido é devido! Uma muito maior lista está a ser, neste momento, desenvolvida mas, para já, aqui ficam quatro grandes obras-primas mundiais, que muitos já leram ou, pelo menos, já ouviram falar.
 No caso do Petit Prince, nada há a dizer e acrescentar. A não ser que tenhamos vivido na Antártida entre os pinguins, quem é que não conhece a história desta maravilhosa personagem?; já o Petit Nicolas remete-nos para a nostalgia da infância e dos bancos da escola, e é impossível não nos reconhecermos em pelo menos uma das personagens deste livro; Quanto às fábulas de La Fontaine… Bom, conhecemo-las todas, mesmo que não saibamos quem as escreveu; por fim, Les malheurs de Sophie faz ou devia fazer parte do inconsciente coletivo de todas as meninas da civilização ocidental.
E desta vez, esmerámo-nos: não só encontrámos estas obras todas em formato pdf como, inclusivamente, as mesmas veem acompanhadas de um audiolivro. Ou seja: para quem adore o Francês ou deseje treinar esta língua estrangeira, poderá ler a obra enquanto ouve com atenção todos os sons corretamente ditos e pronunciados. Chamamos a atenção para os audiolivros do Petit Prince e do Petit Nicolas: um é recitado pelo grande ator Bernard Giraudeau, ao passo que o segundo é lido por uma criança que, pelos vistos, nasceu para ler em voz alta!(não conseguimos encontrar o nome do rapaz). Aliás, para quem é fã de audiolivros, poderão consultar este site  dedicado única e exclusivamente a audiolivros de autores nacionais e estrangeiros em língua francesa. Aproveitem, vocês vão perder-se aqui!
Ora, ponham lá a vossa imaginação e os vossos cérebros a trabalhar. Não há nada como aprendermos uma língua estrangeira, para criarmos mais sinapses no cérebro!


quarta-feira, maio 06, 2020

Para aqueles que adoram ter medo à noite


Imagem retirada daqui .
Foi por acaso que esta compilação foi feita: uma professora da nossa escola pediu à nossa equipa que encontrássemos histórias ligadas aos géneros Fantástico/ Terror, Mitológico e Popular. Histórias que pudessem não só atrair os seus alunos para a leitura, mas que também serviriam de inspiração para escrever narrativas originais, que seriam postumamente arquivadas em formato ebook.
 Metemos logo mãos à obra. Ah, este é muito giro, Ah, já li este há tanto tempo!, Olha, este é capaz de interessar, Ah pois, este não podia faltar na lista. Quando demos por isso, as sugestões já iam em oito páginas… É engraçado como só nos apercebemos do quanto já lemos, quando andamos a fazer estas compilações. Saltam-nos à vista nomes de livros e de autores familiares e lembramo-nos do frisson que sentimos quando lemos aquele romance ou conto pela primeira vez, quando não conseguíamos pousar o “tijolo” e desligar a luz, porque já era quatro da manhã e tínhamos que acordar às sete. É assim, a vida dos que adoram ler: cheia de drama à noite e de sono durante o resto do dia.
E agora que já terminámos o nosso trabalhinho, oferecemos aos nossos leitores – em ficheiro PDF – centenas de contos e romances que irão encher as vossas noites, e a grande alegria é que nem têm de gastar um tostão por isso! Todas estas obras já pertencem ao Domínio Público ou foram disponibilizadas pelos próprios autores. Desde os deuses greco-romanos até histórias tradicionais dos povos de Língua Portuguesa; desde contos de fadas até contos de arrepiar, este é o mundo maravilhoso da Criatividade Humana, tão capaz de inventar catedrais como também de inventar monstros no armário ou gnomos no nosso jardim.

domingo, maio 03, 2020

Livro Digital do Momento

 O Feiticeiro/Mágico de Oz – L. Frank Baum
The Wonderful Wizard of Oz – L.Frank Baum
  Já toda a gente viu ou ouviu falar do icónico filme de Victor Fleming (1940), mas são poucos os que leram o livro. E agora preparem-se para ficar siderados: não só este famoso livro para crianças pertence a um grande universo com dezenas de obras escritas (14, mais precisamente!), como também Lyman Frank Baum não se ficou pelo maravilhoso universo de Oz, muito pelo contrário!: este prolífico autor tinha mesmo o bichinho da escrita, ao ponto de imaginar imensas séries para crianças e jovens, muitas delas escritas debaixo de um pseudónimo. Se forem dar uma espreitadela à página Wikisource, dedicada a este génio da literatura infanto-juvenil vão descobrir que o mesmo utilizou pelo menos seis pseudónimos, de acordo com o universo que estava a desenvolver, sendo metade femininos, algo que é raro no mundo da literatura. Com efeito, é mais comum encontrarmos mulheres que se escondem por detrás de um nome imaginário masculino, do que o contrário. Se vocês tiverem a sorte de ler em Inglês – ou pretendem treinar a leitura e escrita nesta língua – podem ter acesso ao portal  e, clicando no nome deste escritor, podem ter acesso a imensos livros do reino de Oz, como também podem ler as maravilhosas histórias da tia Jane e as suas três sobrinhas. Mais ainda, esta plataforma já permite que o leitor possa escolher o formato do ebook: pode ser pdf, mobi, epub, etc. É só preciso efetuar uma inscrição e já poderão até ler obras grátis no android ou smartphone.
Todo o património deste escritor já pertence ao Domínio Público mas, por enquanto, ainda só conseguimos ter acesso à tradução de Português do Brasil. Nisto, temos que dar os parabéns ao nosso “país irmão”: são sempre eles que se adiantam, e não precisaram de nenhum Covid para começarem a digitalizar livros. Em Portugal, não existe uma única edição para baixar gratuitamente, por isso temos que nos contentar com a (muito boa!) tradução Brasileira ou ler o livro em Inglês. Por isso, se houver alguém que queira pôr em prática (ou desenferrujar!) esta língua estrangeira, têm aqui ao vosso dispor vários livros que se leem muito bem e com prazer.
Para a semana, tentaremos encontrar ebooks em língua Espanhola ou Francesa. Afinal, estes países também seguem as regras do Domínio Público e, por isso mesmo, também já têm os seus escritores que pertencem não a uma Editora mas à Humanidade.
Link do livro traduzido (Português do Brasil).
Link da edição em Língua Inglesa:
Link da obra, versão audiolivro (Língua Inglesa):

quinta-feira, abril 23, 2020

Livros digitais do momento Coleção Era uma Vez um Rei



O tempo voa, não é? Até parece que foi ontem que muitos pais e avós andaram a comprar os números desta coleção, no ano de 2010, difundida pelo jornal Expresso. A brincar, a brincar, muita criancinha aprendeu as histórias dos reis Portugueses, e ficou a conhecer um pouco mais as origens do seu país e da sua cultura. Hoje, estes pequeninos livros são uma raridade: só nos alfarrabistas ou em sites como o CustoJusto é que ainda podem ser encontrados em formato físico. Mas aqui vão as boas notícias: para quem andou distraído, esta coleção já existe em formato digital, desde o ano de 2015, e pode ser descarregada através deste link.
Os livros são deliciosamente didáticos, e é um prazer lê-los e ouvi-los. Sim, ouvi-los!: não só ouvimos o barulhinho das folhas a serem viradas, como ouvimos as músicas e a narrativa. Ou seja:  não são apenas ebooks, são também um audiolivros.
Este é um projeto do Instituto Camões que não só agradará aos professores de História, como agradará também a todos os pais e avós que querem entreter os petizes, ao mesmo tempo em que puxam as crianças para o prazer de ler.
Uma vez que só os alunos do Secundário é que vão voltar às escolas físicas, os nossos “livros da Semana” serão, a partir de agora, dedicados a todos os discentes do Ensino Básico que, durante este ano, estarão a aprender em casa. Fica, desde já, uma sugestão que fará as delícias dos meninos dos 1º e 2º ciclos.
Divirtam-se!   
Imagem retirada daqui .

quinta-feira, março 12, 2020

Concurso "Leituras na Planície-2ªfase



Ontem os alunos da Escola Secundária de Serpa ofertaram o público do concurso "Leituras na Planície-2ªfase" com brilhantes leituras. As alunas dos 8º e 9º anos leram um excerto da obra "O Principezinho" de Antoine Saint-Exupéry e os alunos do ensino secundário leram o poema de David Mourão-Ferreira, "Barco Negro".

Foram apuradas as alunas:
8ºA- Mariana Teixeira
9ºA- Ana Caixinha
Secundário- Sandra Baião

O nosso especial convidado, o professor e escritor João Caldeira, salientou no seu discurso de felicitação o empenho dos alunos na interpretação dos textos. Sublinhou a importância da promoção deste tipo de eventos e parabenizou os alunos pelo interesse na leitura.

A todos os alunos, professoras e funcionárias envolvidos, o nosso muito obrigada! Até 13 de maio, em Évora!

quinta-feira, março 05, 2020

Semana da Leitura 2020 no AEn2 de Serpa

Nós por cá ...


Semana da Leitura 2020


"A Semana da Leitura é de 9 a 13 de março! Para celebrar a leitura, o livro e o leitor, convidamos escolas e outras entidades, públicas e privadas, a promoverem atividades para festejar a leitura como ato comunicativo, diálogo entre as artes, as humanidades e as ciências, espaço de encontro, criativo e colaborativo."

Texto e imagem retirados daqui.

segunda-feira, janeiro 27, 2020

Tertúlia com o autor André Fernandes

Tertúlia com o autor André Fernandes sobre o seu livro "Tia Guida" no âmbito da celebração do dia mundial da luta contra o cancro.


quarta-feira, janeiro 15, 2020

Estante do mês de Janeiro O amor aos livros começa cedo!

O amor aos livros começa cedo!
Se, no ano passado, nós criámos uma estante de Janeiro dedicada às artes e ofícios, desta vez vamos dar foco à importância da leitura infanto-juvenil. E, podemos mesmo admiti-lo, a nossa escolha é bastante grande: não só os alunos da Escola Secundária de Serpa dispõem de uma vasta escolha de romances, contos e poemas para ler, como também os alunos das restantes escolas do agrupamento  poderão usufruir de muitas horas de intensa alegria e boa disposição, graças à ótima seleção de obras infanto-juvenis que residem nas suas bibliotecas escolares. Por isso mesmo, foi difícil escolher os livros para esta estante: não só a escolha é grande, como também tínhamos que selecionar obras de fácil e mais complexa leitura, dependendo do aluno em questão.
Ler faz bem. Está cientificamente comprovado. Treina a memória e a imaginação, treina a concentração, treina a paciência, cria sinapses no cérebro, desenvolve o raciocínio e o pensamento crítico e aumenta a auto-estima. Melhor ainda – graças às bibliotecas municipais e escolares - é grátis. Por isso mesmo, é urgente incentivar as crianças a ler, e quanto mais cedo melhor. Este é um prazer simples que oferece imensos benefícios às crianças.
É certo e sabido: uma vez criado “o bichinho” dos livros, o amor à leitura será para sempre.

Clique na imagem para ver


Imagem retirada daqui .

terça-feira, dezembro 17, 2019

Tertúlia com André Fernandes - "Tia Guida"- A palavra aos alunos !

"Foi importante conhecer uma pessoa que nos ensinou a lidar com os problemas da vida de uma forma positiva."
" Ajudou-me a ver o Mundo com outros olhos, com olhos de amor. Foi muito bom descobrir uma nova forma de ver a vida, uma vida sem dramas, uma vida com amor"
" Gostei muito do exemplo de carinho pois ele ficou sempre ao lado da sua Tia. É bom termos ao nosso lado uma pessoa que nos ama e pensa em nós."
" O seu relato de vida foi muito inspirador."













Tertúlia com o escritor André Fernandes - As suas palavras

Com Academia Sénior, na Esc. Sec, Serpa- Serpa
De Serpa ouvia falar bem do queijo. De Serpa voltei a falar muito bem das pessoas. De cada vida que me fez sentir em casa, mesmo estando longe da minha. De cada lição e emoção que comigo se partilhou, em sessões de partilhas que muito grato me deixaram e que provaram que, na escola que a vida é, todos temos sempre qualquer coisa nova a aprender e qualquer coisa nova a ensinar. As histórias que conheci fizeram-me querer desvendar ainda mais de Serpa. Das pessoas de Serpa. Espero poder voltar, para chegar a mais alunos, a mais professores, a mais vidas... à comunidade. Contem comigo.

 André







quarta-feira, dezembro 04, 2019

Estante do mês de Dezembro

 Ainda há espaço para Deus?

Imagem retirada daqui

E cá estamos nós a festejar o Natal. Outra vez. Mais um ano a chegar ao fim, mais um ano tirado da nossa curta existência, mais um ano a trabalhar, a fazer contas à vida.
E afinal… para quê?
Este é o momento do ano em que tudo começa a fazer sentido ou deixa de fazer sentido. Este é o momento em que muita gente medita sobre os mais de 300 dias que voaram, se valeu a pena, se as escolhas que fizemos foram corretas ou não, se deram ou não frutos. Este é o momento em que nos sentamos numa cadeira ou no sofá, pegamos num papelinho e numa caneta e toca a planear “Metas para o novo ano”, lista essa que acaba pregada num frigorífico - supostamente para não nos esquecermos – e, com sorte, um ou dois desejos acabam por ser realizados.
Porém, este é também o mês em que festejamos o nascimento de Jesus Cristo, um Deus que – segundo os Cristãos – desceu à Terra, transformou-se num ser humano, sofreu e morreu por nós. Ora, era suposto esta data comemorativa ser mais do que as black Fridays e as cybermondays. Por isso mesmo – e isto acontece também àqueles que não são religiosos – o mês de Dezembro é sinónimo de “ponderação”, de “auto-avaliação”.
Parece que vivemos num mundo cada vez mais materialista, mais frívolo, mais egoísta e, para sermos francos, mais cínico. É caso para nos perguntarmos: numa civilização como esta, há espaço para Deus? Será que esta força do Cosmos ainda faz sentido, ou os nossos deuses são hoje os ricos, as estrelas de Hollywood e os craques de Futebol?
Esta é a questão que propomos para a estante deste mês. Selecionámos do nosso acervo várias obras, estudos, lendas e textos sagrados, que tentam responder- de uma forma mais teológica, filosófica e em alguns casos científica – a este desejo de “acreditar”, de sonhar “com algo mais” do que a nossa “vidinha” mundana e sem sentido.
Eis uma estante que traz mais perguntas do que respostas.
Clique AQUI  para abrir

quarta-feira, outubro 23, 2019

Livro(s) da Semana Os Jogos da Fome, Suzanne Collins

Livro(s) da Semana
Os Jogos da Fome, Suzanne Collins

E voltamos à mesma questão que foi colocada na semana passada: uma vez que esta trilogia literária já foi transformada em filme, por que motivo ainda vale a pena (re)lê-la?

Existe atualmente um problema muito sério para o mundo da Literatura: a partir do momento em que um livro é transformado em filme, deixa de ser lido. De facto, Tolkien vendeu os direitos da trilogia Senhor dos Anéis a Hollywood porque ele acreditava plenamente que esta saga seria “infilmável”, por isso morreu em 1973 sem se preocupar com tal possibilidade. Mal ele sabia que, dez anos depois, uma coisa chamada “Computador Pessoal” iria radicalmente transformar o mundo, e cenas “infilmáveis” como a fuga de Moria e o confronto com um Balrog iriam tornar-se realidade, no século XXI. Hoje, esta fantástica trilogia – que estava sempre a voar das prateleiras – está a ganhar pó nas estantes. Os filmes chegaram, os livros morreram.
Foi precisamente esta mesma maldição que “matou” a trilogia de Suzanne Collins: ainda antes do seu universo criar raízes - clubes de fãs, uma geração inteira a passar testemunho para os seus filhos e netos - foi logo passada para o grande ecrã. Mal teve tempo para amadurecer e foi rapidamente transformada em Marketing e Franchise. As grandes sagas de hoje não conseguem fundar alicerces, ao contrário das grandes criações e heróis do passado, como Sherlock Holmes, o mundo de Dune, O Senhor dos Anéis, Star Wars ou Star Trek. A última grande obra-prima imaginária que ainda conseguiu tal proeza foi a saga de Harry Potter. A partir daí, foi o fim. Não há TEMPO para a maturidade, a discussão, o debate, a análise, a homenagem. Tudo é tratado como uma esfregona descartável: usa-se, fica velha, deita-se fora. E, muito pelo contrário, os filmes não são maus e respeitaram esta trilogia. Infelizmente, também a “mataram”.
Vamos ter que esperar 20 ou 30 anos, para que uma geração inteira não tenha contacto com os filmes e tropece acidentalmente nos livros. Fenómenos destes já aconteceram: temos como exemplo a série de livros Mary Poppins, que foram enterrados no esquecimento, assim que o filme estourou no cinema. Só agora é que eles foram reeditados e já estão a criar um novo grupo de fieis leitores.
Imagem retirada daqui
A trilogia Jogos da Fome é, acima de tudo, uma análise política sobre a Liberdade, o Poder, o auge e queda de uma civilização. Está muito mais ligada a conceitos como Ética e Moral, do que propriamente a momentos de ação e entretenimento. Não é um filme da Marvel ou da DC, e não há nada de errado em gostarmos de ver um bom e saudável filme de super-heróis. Mas Os Jogos da Fome NÃO SÃO uma história que serve apenas para entreter e, tristemente, foi tratada como tal nos filmes. Por detrás da adolescente Katniss Everdeen - que se oferece para tomar o lugar da irmã e morrer por ela – estamos a assistir a um sistema económico, político, social e cultural à beira de um colapso iminente. Com efeito, Katniss não foi a causadora da queda deste regime, ela foi simplesmente o pretexto, a gota de água que fez transbordar o copo. Como Herói, ela é mais reativa do que ativa. Foi empurrada para ser o rosto da Resistência sem que ninguém se tivesse dado ao trabalho de lhe perguntar se queria fazer parte da mesma, e muito do que acontece nos livros escapa totalmente ao seu controlo. É precisamente por tudo isto que o fim desta saga é tão importante: cansada de ser um joguete nas mãos de todos, ela toma as rédeas e choca toda a gente com a sua decisão final.
Ao contrário da obra 1984, de George Orwell, esta história acontece não no auge de uma ditadura totalitária, mas já na fase da queda. E esta escolha de Suzanne Collins cria no leitor a sensação de esperança, de fé num futuro melhor. Por muito horrenda que seja a Realidade, o dia chegará em que o desejo de Liberdade e da Dignidade Humana serão mais fortes do que o medo da fome, da tortura e da morte.
Injustamente descartada, eis uma saga que merece ser lida. Com olhos de LER.