quarta-feira, dezembro 09, 2015
O que não falta é imaginação ! - conto 1
segunda-feira, dezembro 16, 2013
História de amor com final triste
Aqui estão elas!
Demorou, mas o que é prometido é devido: vamos publicar todos os contos escritos pelos alunos, para o concurso com o nome acima mencionado, e que foi realizado durante as festividades para o dia das bruxas.
Nessa altura, a equipa da biblioteca pediu às várias turmas que criassem um conto fantástico, cujo tema central é um coração destroçado. Uma vez que o amor não é só sexual, vários alunos optaram por escrever histórias relacionadas com a amizade entre irmãos, o amor de uma mãe por um filho e, claro, os tradicionais namorados ou casais que não tiveram sorte neste mundo.
É importante salientar que alguns contos tiveram que sofrer correções de ortografia ou um ou outro vocabulário mais repetitivo, para que a leitura destes mesmos pudesse ser mais agradável.
Aguardamos ansiosamente pelo veredicto do digníssimo e honrado júri que, em princípio, decidirá pelas melhores histórias dos ensinos básico e secundário durante a última semana de aulas deste período.
Imagem retirada daqui .
domingo, dezembro 08, 2013
A Paz é ...
Apresentação de desenhos feitos pelos meninos da Eb1 de A-do-Pinto, a partir dum livrinho que a professora Margarida Soares, da equipa da biblioteca escolar, levou até eles. Temos artistas... :)
quinta-feira, março 22, 2012
sábado, novembro 12, 2011
A imaginação dos nossos alunos - IV
Conto de terror elaborado pelos alunos Ricardo Silva e Tiago Guerreiro da turma 8º A.
A casa da boneca assombrada
Era uma vez uma menina chamada Miriam Rich, era norte-americana mas tinha nascido em Londres, na Inglaterra. Ela era baixinha, bonita e tinha um gosto especial por bonecas.
Certo dia, foi passear ao jardim com a sua mãe, brincou com os seus amigos e deixou uma boneca ao pé do poço. Passou por ali uma menina e levou o brinquedo. Como a Miriam deixara de a ver, pensou que a sua boneca tinha caído para o poço e foi ver. Inclinou-se, inclinou-se cada vez mais para a frente até que veio um homem muito mau que a empurrou!
A mãe procurou-a, procurou-a e não a encontrou, e pensou que ela tivesse ido para casa ou para casa de uma amiga. Voltou para casa muito aflita e não encontrou a sua filha. Porém, encontrou a boneca que Miriam tinha levado para o parque.
Entretanto, Miriam acordou assustada e não percebia onde estava, até que se apercebeu que tinha encarnado no corpo da sua boneca preferida. Havia uma voz que lhe dizia:
-Tens de matar o homem que te matou! Tens de matar o homem que te matou!
E ela perguntava:
-Quem és tu?
-Sou a Alice, a tua boneca, e tu tens de matar o homem que te matou! Ele quer roubar o estudo do teu pai.
-Mas eu não sei quem era aquele homem! Não lhe consegui ver a cara.
O pai de Miriam era um cientista famoso que andava a criar uns óculos que serviam para ver fantasmas e almas penadas que ainda vagueavam pela Terra e não conseguiam fazer a viagem ate ao céu. O seu pai conseguira criar os óculos, por isso Miriam tinha que falar com ele.
Quando ouviu a história pela primeira vez, ouviu-a da boca de pano da boneca. Ao princípio não acreditou. Porém, começou a ficar assustado e, como sabia que a sua filha não mentia, aceitou a verdade.
Ela ficou no laboratório até que apareceu o homem que a matou. Este estranho conseguiu roubar os óculos que o seu pai tinha inventado mas o fantasma de Miriam seguiu-o. Sentindo movimento, pôs os óculos e conseguiu vê-la durante um momento, pois ela desapareceu da sua vista. Só que o espírito tornou a aparecer atrás del, lançou-lhe uma faca e matou-o.
O pai, triste por causa da morte da filha, quis construir uns óculos iguais, mas o fantasma de Miriam escreveu na parede com sangue: “Não se preocupem, queridos pais. Eu vinguei a minha morte e agora vou conseguir viajar para o céu e lá descansar, esperando lá por vós.”
E nessa mesma noite, o pai e a mãe juntaram-se à sua filha no fundo do poço, ou melhor, no Céu, onde viveram felizes para sempre, enquanto o assassino ardia no Inferno!
sexta-feira, novembro 11, 2011
A imaginação dos nossos alunos, III
Um conto de terror escrito pelos alunos Marco Batista, Nº9 e Rodrigo Ferreira Nº16, da turma 8º A.
A Assassina
Em Serpa, havia dois grandes amigos: o Marco e o Rodrigo, que tinham 14 anos e gostavam de se divertir no Halloween. No dia 30 de Outubro, como era hábito, já se estavam a preparar para a grande noite de Halloween que iam passar juntos a recolher doces e a pregar partidas. Finalmente, depois do jantar, tinham acabado de encher balões e de preparar as pistolas de água.
A grande noite começou bem, uma vez que a vizinha, a velhinha Gertrudes, tinha comprado muitos doces para eles. Depois de os terem recolhido, e já a caminho de casa, depararam-se com uma casa muito grande, assustadora e vazia, mas Marco e Rodrigo estavam decididos a entrar nela.
Estavam a caminhar na sua direção, quando a velhinha Gertrudes , gritou :
- NÃO ENTREM AÍ!!!!!!!
Marco e Rodrigo ouviram e decidiram perguntar a razão de não o poderem fazer. A velhinha Gertrudes explicou que há muito tempo ela e a sua melhor amiga tinham entrado e tinham visto um fantasma. Mas Rodrigo não acreditou, nem o Marco, por isso entraram na casa.
E foi então que aconteceu o pior: apareceu um fantasma!
Rodrigo e Marco, como era de se esperar, saíram da casa rapidamente...
No dia seguinte, Rodrigo, depois de se recompor do susto que apanhou na noite anterior, foi a casa do seu amigo, com a decisão de irem novamente ao local assombrado. Marco, que era um rapaz igualmente corajoso, também já tinha pensado nisso. Então, determinados, meteram-se a caminho.
Depois de terem entrado, viram novamente um fantasma, mas concluíram que este era inofensivo. De facto, Rodrigo decidiu que queria conhecê-lo melhor! E através de velhas cartas escondidas num baú, descobriu que o espírito pertencia à pessoa que lá vivera e que tinha sido assassinado pela sua própria mulher, a qual se chamava Gertrudes Benilde.
Rodrigo e Marco ficaram surpreendidos, pois não sabiam o apelido da vizinha. Seria ela, a simpática velhinha? Uma assassina?? Não pode ser…
Foram ter com ela e perguntaram qual era o seu apelido. Ela sorriu e respondeu com um grito horrível:
-BENILDEEE!!!!
MUAHAHAHAH!!!!!!!!
terça-feira, novembro 08, 2011
A imaginação dos nossos alunos II
Aqui vai o segundo conto elaborado pela aluna Ana Marta, do 7ºA.
A Estranha Biblioteca
Entrei numa biblioteca cheia de coisas estranhas, mas que até era gira, parecia-me uma biblioteca um pouco mágica: tinha várias prateleiras com imensos livros e duas sombras esquisitas pairavam nas paredes. Uma Aventura de Sonhos? Estaria a sonhar?
Vi, então, um Chapéu Mágico e uma porta, fiquei muito curiosa e fui lá espreitar. Entrei num quarto que tinha uma cama redonda, objetos na parede pendurados, daqueles que as bruxas usam, mas não tinha a certeza pois nunca tinha visitado a casa de uma delas. O quarto parecia que estava assombrado pois era bastante estranho.
Lá, avistei uma libelinha! É um animal bonito, um bicho pequeno que nos pode ajudar a guiar-nos para vários sítios que nós sozinhos se calhar não conseguiríamos lá chegar; esse animal voa, e passa muito despercebido.
A libelinha levou-me a um Navio fantasma! Era um barco enorme e à sua volta voavam luzinhas que eu não sabia o que eram, mas pareciam-me os espíritos do Navio.
Pouco depois encontrei-me dentro de água e vi um espírito que era uma moça muito bonita com lábios muito vermelhos. Era um ser que me fazia lembrar uma sereia, e era muito bonita.
Tinha uma voz muito doce e perguntou-me:
- Que fazes tu aqui?
- Vi umas luzinhas a saírem de dentro da água e entrei nela para ver o que era.
-Mas não podes estar aqui porque este mar é só para os espíritos!
Quando estava a nadar para me ir embora, vi uma casa com que já tinha sonhado uma vez e finalmente pude vê-la na realidade. Parecia-me assombrada, e pensei para mim: o que terá ela lá dentro? Entrei e estava tudo coberto de pedras grandes que talvez fosse rochas, mas no meio de tantas estava uma mesa e uma cadeira, na qual estava um homem sentado com um livro de uma mulher.
Perguntou-me o que estava eu ali a fazer e eu dei a mesma resposta que dera à sereia.
-Não podes estar aqui porque este é um mar só para espíritos – respondeu-me.
-Sim, eu já sei. Porque estás a ver esse livro?
- Não é um livro, são retratos da minha filha. Quando eu morri, ia sempre em espírito ao pé dela, passava-lhe a mão pelos cabelos mas ela não sentia nada porque agora sou um fantasma e ela não me sente, nem ela nem ninguém.”
Contou-me esta história com tristeza e voltou a pousar os seus olhos no livro.
Deixei-o triste e decidi deixá-lo em paz. Quando estava a sair daquela casa olhei em frente e vi uma porta brilhante, com umas cores lindas. Fui andando em direção a esta passagem para ver o que era aquilo. Mas quando a atravessei, vi a mesma biblioteca Mágica que tinha visto no início desta viagem!
Concluí que tinha de começar a minha jornada uma vez mais…


