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quarta-feira, dezembro 09, 2015

O que não falta é imaginação ! - conto 1

          

            Durante a semana das bruxas, os alunos das turmas do 3º ciclo foram convidados pela equipa da Biblioteca/Centro de Recursos a criar um conto de terror que não tivesse mais do que duas páginas. De facto, criar histórias originais nesta semana já tem sido um hábito na nossa escola, e, no ano passado, duas alunas foram para casa com um cheque da FNAC.
            Desta vez, o tema contemplado foi muito simples: história de terror. Mas havia várias pistas: um espelho, um sótão, uma poção mágica, uma casa assombrada. A partir daí… Bom, imaginem, voem, criem asas. Escusado será dizer que os nossos alunos divertiram-se bastante com este desafio, e estão ansiosos para ver o resultado final: uma história da sua própria criação, postada no nosso blog.
            Em breve, anunciaremos o/s vencedor/es mas, por agora, ficam aqui os contos, para serem lidos por toda a comunidade. Lançaremos um por dia, por isso fiquem atentos aos nossos posts!

Imagem retirada daqui.

O Sótão

Esta história começa quando os pais do Carlos compraram uma casa, e essa tinha um sótão assombrado. As pessoas que lhes venderam a casa disseram que esta tinha um sótão um pouco “estranho”, por isso é que a queriam vender. Mas os pais do Carlos não acreditaram no que lhes disseram.
Logo na primeira semana, durante uma manhã, ouviram sons estranhos vindo do sótão, mas eles não se importaram porque pensavam que podia ser algum roedor. Mas o Carlos não ficou convencido e foi lá espreitar. Porém, não encontrou nada sem ser um sótão cheio de tralha e teias de aranha. Voltou para junto dos pais e todos foram tomar o pequeno-almoço.
Quando já estavam acabando de tomar o pequeno-almoço, ouviram uma coisa a partir-se e o Carlos ficou com a pulga atrás da orelha. Foi mais uma vez ver o que se passava, e viu uma sombra a mexer-se. Assustado, gritou e os pais foram logo correndo ver o que se passava com o Carlos. Este disse o que tinha visto, mas os pais disseram que não estava lá nada.
 Decidiram passar o fim-de-semana na casa da avó do Carlos, mas, quando voltaram, tinham a casa toda desarrumada e pensaram que tinham sido assaltados, embora os ladrões estranhamente não tivessem levado nada. No entanto, não se preocuparam lá muito, porque estavam muitíssimo cansados da viagem e, por isso, foram descansar, e logo decidiriam o que fazer no dia seguinte.


Durante a noite, o Carlos não conseguia dormir com a sombra que tinha visto no sótão, e foi até lá para ver se a conseguia ver outra vez. Quando lá chegou, viu um vulto e deu de caras com um velho cheio de sangue no rosto e, por toda a parte do seu corpo, viam-se feridas profundas! Saiu do sótão correndo e chamando os seus pais. Obviamente, eles não acreditaram, mas, para o filho poder dormir descansado, foram lá com o Carlos.
No início não viram nada, mas o Carlos disse que tinha a certeza de que o velho estava no sótão. De repente, o pobre homem apareceu por trás deles e tanchou uma faca nas costas do pai do Carlos, matando-o!
 Carlos e a mãe foram correndo chamar a polícia e, quando chegou, apanharam o velho.
 Descobriram mais tarde que era um vagabundo que andava desaparecido há montes de tempo, e que estava lá escondido. O velho foi preso e o Carlos e a mãe decidiram abandonar a casa, e foram viver com a avó do Carlos.

Trabalho realizado por:
Hélder Alves Nº 9
Nuno Pereira Nº 17

Imagens retiradas daqui e daqui.

segunda-feira, dezembro 16, 2013

História de amor com final triste

 

Aqui estão elas!

Demorou, mas o que é prometido é devido: vamos  publicar todos os contos escritos pelos alunos, para o concurso com o nome acima mencionado, e que foi realizado durante as festividades para o dia das bruxas. clip_image002

Nessa altura, a equipa da biblioteca pediu às várias turmas que criassem um conto fantástico, cujo tema central é um coração destroçado. Uma vez que o amor não é só sexual, vários alunos optaram por escrever histórias relacionadas com a amizade entre irmãos, o amor de uma mãe por um filho e, claro, os tradicionais namorados ou casais que não tiveram sorte neste mundo.

É importante salientar que alguns contos tiveram que sofrer correções de ortografia ou um ou outro vocabulário mais repetitivo, para que a leitura destes mesmos pudesse ser mais agradável.

Aguardamos ansiosamente pelo veredicto do digníssimo e honrado júri que, em princípio, decidirá pelas melhores histórias dos ensinos básico e secundário durante a última semana de aulas deste período.

Imagem retirada daqui .

domingo, dezembro 08, 2013

A Paz é ...

Apresentação de desenhos feitos pelos meninos da Eb1 de A-do-Pinto, a partir dum livrinho que a professora Margarida Soares, da equipa da biblioteca escolar, levou até eles. Temos artistas... :)


sábado, novembro 12, 2011

A imaginação dos nossos alunos - IV

 

Conto de terror elaborado pelos alunos Ricardo Silva e Tiago Guerreiro da turma 8º A.

A casa da boneca assombrada

Era uma vez uma menina chamada Miriam Rich, era norte-americana mas tinha nascido em Londres, na Inglaterra. Ela era clip_image001baixinha, bonita e tinha um gosto especial por bonecas.

Certo dia, foi passear ao jardim com a sua mãe, brincou com os seus amigos e deixou uma boneca ao pé do poço. Passou por ali uma menina e levou o brinquedo. Como a Miriam deixara de a ver, pensou que a sua boneca tinha caído para o poço e foi ver. Inclinou-se, inclinou-se cada vez mais para a frente até que veio um homem muito mau que a empurrou!

A mãe procurou-a, procurou-a e não a encontrou, e pensou que ela tivesse ido para casa ou para casa de uma amiga. Voltou para casa muito aflita e não encontrou a sua filha. Porém, encontrou a boneca que Miriam tinha levado para o parque.

Entretanto, Miriam acordou assustada e não percebia onde estava, até que se apercebeu que tinha encarnado no corpo da sua boneca preferida. Havia uma voz que lhe dizia:

-Tens de matar o homem que te matou! Tens de matar o homem que te matou!

E ela perguntava:

-Quem és tu?

-Sou a Alice, a tua boneca, e tu tens de matar o homem que te matou! Ele quer roubar o estudo do teu pai.

-Mas eu não sei quem era aquele homem! Não lhe consegui ver a cara.

O pai de Miriam era um cienclip_image003tista famoso que andava a criar uns óculos que serviam para ver fantasmas e almas penadas que ainda vagueavam pela Terra e não conseguiam fazer a viagem ate ao céu. O seu pai conseguira criar os óculos, por isso Miriam tinha que falar com ele.

Quando ouviu a história pela primeira vez, ouviu-a da boca de pano da boneca. Ao princípio não acreditou. Porém, começou a ficar assustado e, como sabia que a sua filha não mentia, aceitou a verdade.

Ela ficou no laboratório até que apareceu o homem que a matou. Este estranho conseguiu roubar os óculos que o seu pai tinha inventado mas o fantasma de Miriam seguiu-o. Sentindo movimento, pôs os óculos e conseguiu vê-la durante um momento, pois ela desapareceu da sua vista. Só que o espírito tornou a aparecer atrás del, lançou-lhe uma faca e matou-o.

O pai, triste por causa da morte da filha, quis construir uns óculos iguais, mas o fantasma de Miriam escreveu na parede com sangue: “Não se preocupem, queridos pais. Eu vinguei a minha morte e agora vou conseguir viajar para o céu e lá descansar, esperando lá por vós.”

E nessa mesma noite, o pai e a mãe juntaram-se à sua filha no fundo do poço, ou melhor, no Céu, onde viveram felizes para sempre, enquanto o assassino ardia no Inferno!

Imagens retiradas de: 1      e      2

sexta-feira, novembro 11, 2011

A imaginação dos nossos alunos, III

Um conto de terror escrito pelos alunos Marco Batista, Nº9 e Rodrigo Ferreira Nº16, da turma 8º A.

 

A Assassina

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Em Serpa, havia dois grandes amigos: o Marco e o Rodrigo, que tinham 14 anos e gostavam de se divertir no Halloween. No dia 30 de Outubro, como era hábito, já se estavam a preparar para a grande noite de Halloween que iam passar juntos a recolher doces e a pregar partidas. Finalmente, depois do jantar, tinham acabado de encher balões e de preparar as pistolas de água.

A grande noite começou bem, uma vez que a vizinha, a velhinha Gertrudes, tinha comprado muitos doces para eles. Depois de os terem recolhido, e já a caminho de casa, depararam-se com uma casa muito grande, assustadora e vazia, mas Marco e Rodrigo estavam decididos a entrar nela.

Estavam a caminhar na sua direção, quando a velhinha Gertrudes , gritou :

- NÃO ENTREM AÍ!!!!!!!

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Marco e Rodrigo ouviram e decidiram perguntar a razão de não o poderem fazer. A velhinha Gertrudes explicou que há muito tempo ela e a sua melhor amiga tinham entrado e tinham visto um fantasma. Mas Rodrigo não acreditou, nem o Marco, por isso entraram na casa.

E foi então que aconteceu o pior: apareceu um fantasma!

Rodrigo e Marco, como era de se esperar, saíram da casa rapidamente...

No dia seguinte, Rodrigo, depois de se recompor do susto que apanhou na noite anterior, foi a casa do seu amigo, com a decisão de irem novamente ao local assombrado. Marco, que era um rapaz igualmente corajoso, também já tinha pensado nisso. Então, determinados, meteram-se a caminho.

Depois de terem entrado, viram novamente um fantasma, mas concluíram que este era inofensivo. De facto, Rodrigo decidiu que queria conhecê-lo melhor! E através de velhas cartas escondidas num baú, descobriu que o espírito pertencia à pessoa que lá vivera e que tinha sido assassinado pela sua própria mulher, a qual se chamava Gertrudes Benilde.

Rodrigo e Marco ficaram surpreendidos, pois não sabiam o apelido da vizinha. Seria ela, a simpática velhinha? Uma assassina?? Não pode ser…

Foram ter com ela e perguntaram qual era o seu apelido. Ela sorriu e respondeu com um grito horrível:

-BENILDEEE!!!!

MUAHAHAHAH!!!!!!!!

Imagens retiradas de:  1     e     2

terça-feira, novembro 08, 2011

A imaginação dos nossos alunos II

Aqui vai o segundo conto elaborado pela aluna Ana Marta, do 7ºA.

A Estranha Biblioteca

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Entrei numa biblioteca cheia de coisas estranhas, mas que até era gira, parecia-me uma biblioteca um pouco mágica: tinha várias prateleiras com imensos livros e duas sombras esquisitas pairavam nas paredes. Uma Aventura de Sonhos? Estaria a sonhar?

Vi, então, um Chapéu Mágico e uma porta, fiquei muito curiosa e fui lá espreitar. Entrei num quarto que tinha uma cama redonda, objetos na parede pendurados, daqueles que as bruxas usam, mas não tinha a certeza pois nunca tinha visitado a casa de uma delas. O quarto parecia que estava assombrado pois era bastante estranho.

Lá, avistei uma libelinha! É um animal bonito, um bicho pequeno que nos pode ajudar a guiar-nos para vários sítios que nós sozinhos se calhar não conseguiríamos lá chegar; esse animal voa, e passa muito despercebido.

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A libelinha levou-me a um Navio fantasma! Era um barco enorme e à sua volta voavam luzinhas que eu não sabia o que eram, mas pareciam-me os espíritos do Navio.

Pouco depois encontrei-me dentro de água e vi um espírito que era uma moça muito bonita com lábios muito vermelhos. Era um ser que me fazia lembrar uma sereia, e era muito bonita.

Tinha uma voz muito doce e perguntou-me:

- Que fazes tu aqui?

- Vi umas luzinhas a saírem de dentro da água e entrei nela para ver o que era.

-Mas não podes estar aqui porque este mar é só para os espíritos!

Quando estava a nadar para me ir embora, vi uma casa com que já tinha sonhado uma vez e finalmente pude vê-la na realidade. Parecia-me assombrada, e pensei para mim: o que terá ela lá dentro? Entrei e estava tudo coberto de pedras grandes que talvez fosse rochas, mas no meio de tantas estava uma mesa e uma cadeira, na qual estava um homem sentado com um livro de uma mulher.

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Perguntou-me o que estava eu ali a fazer e eu dei a mesma resposta que dera à sereia.

-Não podes estar aqui porque este é um mar só para espíritos – respondeu-me.

-Sim, eu já sei. Porque estás a ver esse livro?

- Não é um livro, são retratos da minha filha. Quando eu morri, ia sempre em espírito ao pé dela, passava-lhe a mão pelos cabelos mas ela não sentia nada porque agora sou um fantasma e ela não me sente, nem ela nem ninguém.”

Contou-me esta história com tristeza e voltou a pousar os seus olhos no livro.

Deixei-o triste e decidi deixá-lo em paz. Quando estava a sair daquela casa olhei em frente e vi uma porta brilhante, com umas cores lindas. Fui andando em direção a esta passagem para ver o que era aquilo. Mas quando a atravessei, vi a mesma biblioteca Mágica que tinha visto no início desta viagem!

Concluí que tinha de começar a minha jornada uma vez mais…

Imagens retiradas de: 1    2    3