Falando em Liberdade, temos ainda este vídeo sobre o 25 de abril, realizado pelos alunos Neide Cubaixo, Marta Horta e Tiago Silva, no âmbito da disciplina de português.
Falando em Liberdade, temos ainda este vídeo sobre o 25 de abril, realizado pelos alunos Neide Cubaixo, Marta Horta e Tiago Silva, no âmbito da disciplina de português.
A pandemia demonstrou a rapidez com que as informações falsas se propagam em linha. Mais que nunca, devemos tentar combater a desinformação, aprender a detetar notícias falsas e manter um espírito crítico face ao mundo e ao que vemos, ouvimos e lemos, pois todos os dias somos confrontados com informações que não são verdade. Assim, a União Europeia construiu uma série de atividades, das quais se destaca a apresentação abaixo, e que recomendamos a todos os alunos, professores, e restantes membros da comunidade educativa.
Poderão aceder à versão completa aqui, onde se incluem as diversas atividades.
Uma apreciação crítica feita por alunos da Escola Secundária de Serpa à obra “O ano da peste negra”, das autoras Ana Maria Magalhães e Isabel Alçada.
O trabalho foi realizado pelos alunos: Tiago Carvalho-10.ºB, Neide Cubaixo-11.ºB e Marta Horta-10.ºC, no âmbito da disciplina de Português em articulação com o DAC de Português da turma C do 10.º ano - “Viajar no Tempo”, isto a propósito do subtema "Viagem à idade média". Deixamos aqui o trabalho completo, para que possam aguçar o apetite para ler uma obra que trata um tema que, pelas razões que conhecemos, é mais atual que nunca...
Hoje trazemos um jogo em kahoot sobre a roda dos alimentos, realizado pelos alunos Tiago Silva-10.ºB, Marta Horta-10.ºC e Neide Sofia-11.ºB, no âmbito da disciplina português 54. Em tempos de confinamento, há que tentar manter uma alimentação saudável!
Podem aceder-lhe aqui.
Para sensibilizar para a poupança de água, neste que é o dia mundial da água, os alunos Tiago Silva - 10.º B, Marta Horta - 10.º C, Neide Sofia - 11.ºC, no âmbito da disciplina de Português 54, efetuam um mural de sensibilização.
Podem aceder ao Padlet aqui.
Apresentamos um Padlet realizado a propósito da obra O Cavaleiro da Dinamarca por alguns dos alunos do nosso Agrupamento, mais concretamente Tiago Silva - 10.º B, Marta Horta - 10.º C, Neide Cubaixo - 11.º B e Luana Costa - 11.º B, no âmbito da disciplina de Português 54, lecionada pela professora Sónia Correia.
A obra “O cavaleiro da Dinamarca” escrita por Sophia de Mello Breyner Andresen relata a história de um cavaleiro, um homem de fé e de coragem que vivia com a sua família numa floresta no norte da Dinamarca e que partiu em peregrinação em direção à Terra Santa, para rezar na gruta onde nasceu Jesus Cristo. Durante a viagem muitas pessoas conheceu e muitas histórias lhe foram contadas, passados dois anos de aventura regressou na noite de Natal à sua casa para comemorar o Natal com a sua família.
Podem aceder ao padlet aqui.
Versão em .pdf aqui.
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| Imagem retirada daqui . |
E chegámos ao fim! Foram muitos os sonetos, os pintores, os fotógrafos, as músicas selecionadas com carinho e cuidado. Os últimos vídeo-poemas da turma C do 10º ano têm como pano de fundo a arte dos fotógrafos Sally Mann e Bruno Lagrutta e o pintor Frederic Leighton (ver imagem). A música escolhida foi, como sempre, royalty free.
A equipa da Biblioteca teve imenso prazer em colaborar com a professora Filipa Figueiredo. Mas agora as férias estão a chegar e o descanso já começa a ser mais apetecível do que o trabalho. Publicaremos um último post, e nele serão apresentados – em formato ebook – poemas inspirados em deuses greco-romanos. Estejam atentos, vão adorar!
Mas, por agora, deixamos aqui três lindos poemas dos nossos criativos alunos. Inspirem-se.
Clique nas imagens para ver os vídeos !!
Soneto "O amor é um sentimento inexplicável" - Rodrigo Fernandes, 10º CSoneto "O meu coração" - Madalena Neves, 10º C

Imagem retirada daqui .
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| Imagem retirada daqui . |
E cá está mais uma fornada quentinha de três vídeo-poemas, da autoria dos alunos da turma C, 10º ano. Os pintores selecionados foram a genial Evelyn de Morgan (ver imagem acima), o icónico Caspar David Friedrich (sim, vocês sabem quem ele é, já viram pelo menos um quadro dele nos manuais de História!) e o pintor Howard Lyon, um cidadão do século XXI que foi fortemente influenciado pelos grandes mestres da pintura do século XIX. Já agora, caso não saibam, ele é um dos autores de dezenas –senão centenas – de ilustrações que figuram no lendário jogo de cartas Magic – the gathering. Portanto não estamos a falar de “ilustres desconhecidos”.
Quanto às “bandas sonoras”, são todas do século XIX: Tchaikovsky e Chopin. Achámos que as imagens combinavam com estes dois génios da música.
Se a poesia fosse comida, estes três sonetos seriam mousses de chocolate!
Clique nas imagens para ver os vídeos !!
Soneto "O amor" - Filipa Almeida, 10º C
Soneto "Amor é estar apaixonado" - Inês Filipa Martins Guerreiro, 10º C
Soneto "O amor é como um lindo dia de sol" - Jéssica Ramos, 10º C
Como já vem sendo hábito, apresentamos mais três vídeo-poemas dos alunos da turma C do 10º ano. Desta vez, os artistas escolhidos para esta colheita foram o grande mestre dos tecidos e flores, François Hubert Drouais, o pintor simbolista Puvis de Chavannes e a pintora japonesa Chie Yoshii, fortemente inspirada na pintura flamenca, bem como no movimento simbólico e mitologia mundial.
Detalhe de uma pintura de François Hubert Drouais. Retirado daqui .
Hoje vai ser um festim para os olhos e para a Alma!
Soneto "O Amor é união" - Patrícia Ferro, 10º C
Soneto "O amor nem sempre é compreendido" - Ana Moita, 10º C
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| Detalhe de uma pintura de Dante Gabriel Rossetti. Retirado daqui . |
E cá estamos nós para vos mostrar mais três vídeo-poemas dos alunos da turma C do 10º ano (professora Filipa Figueiredo). Desta vez demos foco a dois grandes fotógrafos mundiais: o francês Henri Cartier-Bresson e a polaca Malgorzata Maj. Quanto às “bandas sonoras” dos poemas, são todas royalty free, isto é, não pagamos direitos de autor se as usarmos.
E como hoje se celebra o dia Mundial do Marinheiro, estamos todos como peixe na água: Portugal foi, durante centenas de anos, considerado o “povo dos marinheiros e dos poetas”. Ora, poesia, mar e amor são três palavrinhas que têm muito a ver com a nossa alma lusitana.
Façam o favor de mergulhar nas palavras dos nossos jovens poetas!
Soneto "Borboletas no corpo" -José Luís Vale de Rãs, 10º C
Soneto "Amor é Chuva que não molha" - Carolina Pica, 10º C
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| Pintura Love among ruins, de Sir Edward Burne-Jones. Retirada daqui : |
Amor. Que palavra mais traiçoeira! Este é um sentimento que mexe com todos nós, e é quase impossível descrevê-lo. Aliás – para sermos honestos – a única forma de lhe “fazer um retrato” é através de opostos e contradições. Por isso é que o soneto Amor é fogo que arde sem se ver, de Luís Vaz de Camões, é considerado pela maioria dos críticos literários mundiais como sendo um dos melhores – senão mesmo o melhor – poema de amor de todos os tempos.
E se já era difícil retratá-lo no tempo dos nossos avós, então como é que será possível, hoje? É que uma das grandes queixas dos jovens de hoje é já não terem histórias apaixonadas e sentimentos exaltados, como se sentia antigamente. Morria-se de amor, hoje não. Nota-se neles uma certa pena de não terem vivido o que os seus antepassados viveram. E, obviamente, há vantagens em não termos as nossas vidas arruinadas por causa de uma reação química entre dois seres humanos. Mas… mesmo assim…
Como é que eu vou falar de uma coisa que nunca senti?
Ora, a vida está cheia de surpresas: a propósito da análise e estudo da Lírica de Camões, a professora Filipa Figueiredo desafiou os seus alunos a criarem os seus próprios sonetos, cujo tema era… o amor. Depressa meteram mãos à obra e o resultado é inesperado, belo, cativante, emotivo. Se nunca sentiram amor, enganaram bem! Mas, como diz Fernando Pessoa, O poeta é um fingidor. Ainda bem.
Cada vídeo-poema é também uma homenagem a um pintor ou fotógrafo. Escolhemos este tema, de forma a criar um equilíbrio na estética do vídeo. E, claro!, as músicas são todas livres de direitos de autor e retiradas da Youtube audio library.
Deliciem-se!
Poema "Ai o amor..." - Carlota Fialho, 10º C
Poema "Amar de amor" -Liliana Rogado, 10º C
Poema "O que é o Amor?" -Tânia Marques, 10º C
Imagem retirada daqui .
Falar em público não é nada fácil. Já os grandes pensadores da Antiga Grécia e Roma Antiga sabiam-no, e aprendiam na escola – ou com a ajuda de um tutor - duas disciplinas muito especiais, chamadas “Retórica” e “Oratória”. Ora, estas disciplinas deviam ser ressuscitadas, e todas as crianças e jovens deste mundo deviam aprender todos os truques da arte de bem falar e da arte da persuasão/argumentação. É que, como diziam os nossos avós, “quem tem lábia é quem vence”.
Numa era em que a imagem é rainha – e os bem falantes e bem vestidos são quem vencem – é justo que estes conhecimentos sejam dados a todos os cidadãos do século XXI.
Os nossos alunos já nos podem ensinar alguns truques!
Carolina Pica, 10º C – Crítica e opinião de várias obras literárias, lidas ao longo deste ano letivo
Nicole Silva, 10º C – Análise e opinião do livro Sem Pistas, de Blake Pierce
José Luís Vale de Rãs, 10º C – Análise de várias obras literárias, lidas ao longo deste ano letivo
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A experiência deve ter sido muito interessante, para esta turma: nota-se logo que alguns estão nervosos, mas motivados. Outros, decidiram entrar para a brincadeira e usaram a sua imaginação. Quase todos preferiram usar apenas a sua voz e a sua garra para publicitarem um livro. Mas, no fim, o resultado diverte-nos e entusiasma-nos.
Para hoje, mostramos três vídeos. Amanhã serão mais três. Para que os leitores deste blog se concentrem atentamente. É que estas “pequenas” análises têm muita informação concentrada em tão pouco tempo!
Diana Fava, 10ºC - Análise e opinião do livro Para onde vão os guarda-chuvas, de Afonso Cruz
Liliana Rogado, 10º C – Análise e opinião do livro Tia Guida, de André Fernandes
Ana Moita, 10º C – Análise e opinião do livro Rainha Vermelha, de Victoria Aveyard
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E pronto, foi desta! Ao fim de semanas a mostrar a criatividade destes alunos e professora (Marta Silva), deixamos aqui registados os últimos três vídeo-poemas (e um reformulado) da atividade Uma Imagem, Um Poema.
O feedback tem sido muito positivo e foi um prazer trabalharmos com e para alunos que descobriram o amor à música e ritmo das palavras. É que a Poesia é muito mais do que aquela “maçada” de contarmos as sílabas métricas ou identificarmos figuras de estilo. Esta turma descobriu que todos nós somos poetas, uns mais outros menos, e que sermos humanos significa que sabemos sentir e, por isso mesmo, sabemos “poetizar” os nossos pensamentos e emoções.
Já agora, festejem os vossos poemas com uma boa tertúlia à volta de uma mesa farta e feliz: é que hoje é o dia Internacional da Gastronomia Sustentável.
Excelente pretexto para um serão entre amigos e familiares!
Poema "Os namorados" - Catarina Serra, 8º A
Poema "Liberdade" - Isabella Martins Lourenço, 8º A
Poema "Incompreendido" - Maria Franco, 8º A
Poema "Deixaram-me em pequenina" (REFORMULADO) - Maria Soares, 8º A
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| Imagem retirada daqui . |
Continuando com a nossa homenagem aos trabalhos dos alunos da turma acima referida – bem como a admiração que sentimos pela professora Marta Silva – aqui vão mais três pequenas pérolas para serem ouvidas e apreciadas.
Este muito caótico ano letivo está a terminar, e nada mais do que acabarmos em festa: com cor, movimento, palavras e música!
Poema Sociedade Uniforme – Ruth Pedro
Poema O espelho no cume – Miguel Carvalho
Poema Tenho fases como a lua – Lara Coelho
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| Imagem retirada daqui |
Não é por acaso que colocamos esta imagem, logo no início deste texto: hoje é o Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas. É o dia em que celebramos essa coisa chamada “Alma Portuguesa” e sentimos orgulho da “Língua Lusa”. E, nesta era da globalização, é caso para nós nos perguntarmos o que é isso de “ser português”…
Uma coisa é certa: a melhor maneira de celebrar este evento é homenageando Camões através de uma nova geração de escritores e poetas. Fomos, durante centenas de anos, marinheiros e poetas. A arte de navegar já quase a perdemos, mas a esperança para a Poesia ainda se mantém viva. Hoje, os poetas podem escrever, dedilhando os dedos num teclado, em vez de usarem a pena e a caneta bic. Mas o desejo de nos expressarmos, de deitarmos cá para fora o que sentimos, o que vai na nossa alma, continua a ser muito atual.
Deixamos aqui mais dois vídeo-poemas, e façam um brinde à saúde da poesia portuguesa!
Poema Estás tão longe - Inês Costa, 8ºA
Poema Ela é uma mulher com esperança – Arielly Ferreira, 8º A
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| Imagem retirada daqui . |
A poesia começou quando se gravavam os primeiros símbolos numa pedra. Depois passou-se para o pergaminho, depois voámos para o papel. Agora chegou a vez do mundo virtual, dos tabloids e dos smartphones. Mas a palavra, essa, continua a ser a mesma.
E, sobretudo, a emoção humana.
Poema sobre o tempo – Henry Monteiro
Poema Deixaram-me em pequenina – Maria Soares