Na última quarta-feira, dia 19 de abril, os alunos da Escola Secundária de Serpa e da EB1 de Vila Nova de São Bento participaram na Fase Intermunicipal do 16º Concurso Nacional de Leitura. Acompanhados pelos professores José Gomes, Sandra Costa e Fátima Amaral, estiveram presentes os alunos do 2º ciclo, 3º ciclo e ensino secundário que nos representaram.
domingo, abril 23, 2023
Concurso Nacional de Leitura - Fase Intermunicipal - Participação do AE2Serpa
Na última quarta-feira, dia 19 de abril, os alunos da Escola Secundária de Serpa e da EB1 de Vila Nova de São Bento participaram na Fase Intermunicipal do 16º Concurso Nacional de Leitura. Acompanhados pelos professores José Gomes, Sandra Costa e Fátima Amaral, estiveram presentes os alunos do 2º ciclo, 3º ciclo e ensino secundário que nos representaram.
sexta-feira, março 17, 2023
Livro da Semana - Robot Selvagem, de Peter Brown
Lembro-me tão bem!: estava eu nos anos oitenta do século passado. Era uma criança feliz e ingénua, como todas as crianças devem ser. E devorava tudo o que fosse ficção científica: Star Trek, Espaço 1999, Galactica, Star Wars, revistas da Marvel e da DC… E como todas as crianças da minha geração, queria ter um robot com quem brincar e falar. Os anos oitenta foram uma década em que a Fé nas tecnologias estava muito perto de um culto religioso, eram uma espécie de papá máquina que iria salvar a Humanidade, livrá-la dessa coisa chata chamada “trabalho”, libertando assim os humanos para fabricar Arte, Filosofia, etc.
Hoje, no ano
de 2023, o olhar que temos da tecnologia e da Inteligência Artificial é cada
vez mais um olhar desiludido e assustado: uma a uma, as profissões estão a desaparecer,
até aquelas que nós julgávamos que não poderiam ser substituídas, porque
necessitavam da tal “mente humana”. Estamos muito mais perto do filme “IA” de
Steven Spielberg, do que do futuro imaginado na série Star Trek.
Tudo isto a
propósito do nosso livro da semana: claramente, estamos a falar de um futuro
próximo, dominado por uma humanidade que quase não faz nada, e há robots a
servi-la em toda a parte. Esta é a história de um(a) robot, vítima de um navio
que naufragou com 500 pacotes de robots. Cinco deram à costa numa ilha deserta,
quatro foram destruídos pelas ondas e pelas rochas. Apenas sobrou um que –
acidentalmente – foi ativado por uma família de lontras. A partir deste
momento, a Roz – Rozzie é o nome da série de robôs a que ela pertence - começa
a aprender e a tentar compreender como a Natureza funciona: sistema de
camuflagem, linguagem dos animais, como dialogar com eles, como construir uma
casa, como alimentar uma cegonha bebé, como fazer amigos, como abrigar-se do
frio de Inverno. E tudo parece correr bem… até o dia em que outros robots
começam a ir à procura dela.
Obviamente
que este livro é uma metáfora da Humanidade, e a nossa Roz representa todos
aqueles que, por serem diferentes, levam tempo a serem aceites pelos outros.
Porém, esta história também nos mostra que, com persistência, paciência e afeto
pelos outros – mesmo aqueles que nos querem mal – é sempre possível quebrar
barreiras, fazer amigos, contribuir para a comunidade. Porque há de chegar
sempre aquele momento em que alguém vai precisar da nossa ajuda. E se nós
entendermos a mão nessa ocasião, arriscamo-nos a fazer um amigo para a vida. O
preconceito pode ser grande, mas a persistência e o amor conseguirão,
devagarinho, quebrar os mitos. Este é um livro que menciona uma das mais
importantes lições de vida: a mudança parte sempre de nós. Não são os outros
que têm de nos aceitar, somos nós que temos que mostrar aos outros que não há
razões nenhumas para alguém fugir da nossa presença.
Por fim,
este livro também aborda outra lição de vida muito importante: o que é isso de
“existir”, “amar”, “ter personalidade”? Onde estão a Alma e as Emoções?
BicoBrilhante – o filhinho adotivo de Roz – encontrou outros robôs exatamente
iguais a à sua mãe. E, no entanto, eles não se pareciam nada com ela. Roz era
um “robot especial”. No ano de 2023 estamos, de facto, a um passo de criar um
robot “emocional”, capaz de sentir e de amar. E a ficção científica está cheia
de filmes e de séries que falam precisamente desse tema. Se tal acontecer,
então teremos criado uma nova espécie de vida, que necessita de
responsabilidades, sim, mas também de direitos e regalias.
Mas por que
motivo estamos a falar de assuntos tão profundos a propósito de um livro para
crianças? E é aqui que nos enganamos todos: à semelhança de obras como O
Principezinho, este livro é uma obra para crianças “dos 8 aos 80”. As mais
pequenas não vão perceber as 2ªs, 3ªs leituras desta história. Apenas se
identificarão com a Roz e desejarão o melhor para ela. São precisamente as
crianças mais crescidas – ou seja, nós os adultos - que entenderão as mensagens
veladas, e uma delas até aborda a questão das mudanças climáticas.
Esta é uma
história que se lê de uma assentada. A sério, não estamos a brincar, bastou uma
tarde para folhearmos a última página desta moderna fábula. Por isso
aconselhamos a sua leitura a todas as crianças, pequenas e grandes, que não
gostem de ler. Este é um excelente livro para oferecer àqueles que torcem o
nariz, assim que veem muitas palavras. E, já agora, ajuda bastante o facto de a
história estar maravilhosamente ilustrada pelo próprio autor.
Agora, toca
a ler a sequela: “Robot em Fuga”!
quinta-feira, março 16, 2023
Concurso Nacional de Leitura e concurso "Leituras na Planície" - Entrega de prémios ao 2º ciclo
Foi literalmente uma doce entrega de prémios aos alunos do 2º Ciclo da EB1 de Vila Nava de São Bento, no espaço da Biblioteca Escolar, com a presença dos participantes e vencedores da fase de escola de cada um destes concursos. Os apurados foram:
| Concurso Nacional de Leitura |
5ºB |
Jaime Raposo |
|
5ºB |
Margarida Silva |
|
|
6ºB |
Maria Ana Barradas |
|
Leituras na Planície |
5º ano |
Margarida Silva |
|
Leituras na Planície |
6º ano |
Maria Leonor Soares |
Para além da doce recompensa e do certificado que todos os participantes receberam, os vencedores foram agraciados ainda com cópias dos livros Auto da Barca do Inferno e de As Pupilas do Sr. Reitor. Esperamos que gostem!
Muito obrigado a todos pela participação, e parabéns aos apurados! Esperamos por vocês na próxima fase de cada concurso. Até lá, boas leituras!
sexta-feira, março 10, 2023
Livro da Semana - História de um caracol que descobriu a importância da lentidão, de Luis Sepúlveda
Só o título
já diz tudo, e capta a nossa atenção. Uma vez que a nossa estante deste mês
está relacionada com o Dia Mundial da Felicidade - 20 de março, precisamente o
1º dia da primavera – não podíamos escolher uma obra literária que mais puxasse
pela alegria de viver como este pequenino e deslumbrante conto para crianças
dos 8 aos 80.
E numa época
em que se fala cada vez mais do slow living, esta pequena história não
podia ser mais contemporânea: esta é a aventura de um caracolzinho que,
lentamente, sai devagarinho da sua zona de conforto, e começa a procurar a
razão porque a sua espécie é tão lenta, não tem nomes próprios e vive sempre no
mesmo lugar.
Histórias de
animais que vão à procura do sentido da Vida são bastante comuns: Fernão
Capelo Gaivota, O Tigre e o Acrobata e Firmin são uns dos
muitos exemplos. Neste caso, Luis Sepúlveda, com a sua mestria para a palavra –
sobretudo no que diz respeito a histórias para crianças – criou mais uma fábula
moderna, que supostamente é para miúdos mas – no fundo – acaba também por ser
para os graúdos.
Esta edição
da Porto Editora é uma pequena joiazinha: está magistralmente ilustrada e a
história lê-se de um fôlego, com prazer, em menos de duas horas. Para quem não
gosta de ler, este é um livro ideal para levar para casa. Aliás, esta semana já
foi requisitado, por isso vão ter que esperar para que seja devolvido.
Aguardamos a
próxima fábula de Sepúlveda. E, quem sabe, poderá ser um lince a experienciar a
importância da rapidez. Até lá, e só para aguçar o apetite, vejam o booktrailer.
Imagem
retirada do site wook.
sexta-feira, março 03, 2023
Concurso Nacional de Leitura e concurso "Leituras na Planície" - Entrega de prémios
Agora que a
Fase de escolas terminou para os dois concursos de leitura, Concurso
Nacional de Leitura e Leituras na Planície, chegou o momento de
premiar os alunos do 2º ciclo, 3º ciclo e Ensino Secundário que foram apurados
para a próxima fase, e que irão representar a sua escola. E a equipa da
biblioteca escolar sente-se, este ano, particularmente feliz: foram muitos os
jovens que espontaneamente quiseram fazer parte destes dois eventos, tendo sido
o ano com maior participação em ambos os concursos, tanto em quantidade de
alunos inscritos como na qualidade das participações: este ano, participaram
alunos do 2º e 3º ciclos da Escola Básica nº1 de Vila Nova de São bento, e
alunos do 3º ciclo e do ensino secundário da Escola Secundária de Serpa.
Nunca nos
devemos esquecer que o objetivo principal de uma biblioteca é precisamente
motivar as turmas para o gosto da leitura e da aprendizagem, uma vez que o
prazer de ler incute numa criança ou jovem autoconfiança e autoestima,
desenvolve o vocabulário e desenvolve também o raciocínio, a imaginação e a
capacidade de questionarmos o mundo à nossa volta. No caso dos concursos acima
mencionados, o gosto de ler expressivamente em voz alta é muito estimulado, e
tal prática estimula a autoestima e diminui o medo de falar em público.
Os alunos apurados para as próximas fases de cada um dos concursos levaram para casa um livro oferecido pela equipa da biblioteca, e os restantes receberam um certificado de participação. A entrega dos prémios da Escola Secundária de Serpa fez-se na Biblioteca Escolar, no dia 1 de março, e na EB1 de Vila Nova de São Bento fez-se turma a turma, no dia 2.
Agradecemos
a todos os participantes a sua dedicação à leitura, e a todos os docentes que
nos acompanharam neste processo com os seus alunos. Muito obrigado!
quinta-feira, fevereiro 16, 2023
Livro(s) da Semana: A Imperatriz, de Gigi Griffis e Bridgerton - Crónica de Paixões e Caprichos, de Julia Quinn.
Não é por
acaso que estes dois “livros da semana” aparecem, desta vez, agarradinhos um ao
outro: não só servirão como tema para as próximas “StorytellingTime” – projeto
“Escola a Ler” – no final deste mês, como também abordam o mesmo assunto:
amores e desamores da famosa Aristocracia do século XIX. Para terminar com
chave de ouro, estas histórias foram escritas por mulheres do século XXI.
Sim, o
assunto é sem dúvida o mesmo. Mas precisamente porque as escritoras são do
nosso tempo, a forma como elas descrevem esta elite é – admitamos – um
bocadinho nostálgica, mas arguta: por um lado, há muito frou frou, muita
beleza, requinte, elegância, romantismo. Estes romances acabam por ser uma
espécie de “conto de fadas” para as jovens e mulheres maduras. Por outro lado,
este mundo muito bonito já não é um mundo “Disney”: Julia Quinn e Gigi Griffis
não escondem o facto de que a condição do sexo feminino não era das melhores
coisas que existiam no século XIX, e as mulheres nada mais eram do que
mercadoria para ser trocada, sempre que era necessário fazer contratos com
outras famílias ricas. Sejamos honestos: estas belas e requintadas moças da sociedade
eram “vendidas” pelos pais, para fins de trocas comerciais. Apesar de tudo,
havia sempre a esperança de elas poderem encontrar o “Homem certo” e, desta
forma, serem felizes nas suas prisões douradas.
Outro ponto
a ter em conta: A Imperatriz é um livro baseado na história real da imperatriz
Sissi da Áustria. Aliás, este romance deu origem a uma série da Netflix, que
está a ter muito sucesso de audiências. Descreve o encontro entre Sissi e o
imperador austríaco Franz até ao dia do casamento. Por isso mesmo, o futuro
trágico e negro da nossa heroína não é mencionado. Ficamo-nos pelo lindo conto
de fadas de dois aristocratas que se encontram, e que se apaixonam um pelo
outro.
Bridgerton, por outro lado, é toda uma série de
livros fictícia, que tem lugar na Inglaterra do século XIX. Julia Quinn é, para
todos os efeitos, a Barbara Cartland do século XXI: as histórias leem-se
bem, agradam a uma audiência feminina (mas também há um clube de fãs masculino),
têm como único objetivo entreter – e nada mais. E não há nada de errado nisso.
Nem sempre um livro tem que mudar um mundo. Outra curiosidade a apontar é o
facto de que Bridgerton é um conjunto de nove volumes, dedicados a cada
um dos oito irmãos desta família (o último é um epílogo e mostra o final de cada
um deles), e cada uma das histórias pode ser lida separadamente.
Mas… então…
para quê tanta polémica à volta deste universo??
A culpa, mais uma vez, é da Netflix. A obsessão da “inclusão e diversidade” – custe o que custar – gerou uma
série de televisão em que famílias negras e indianas convivem lado a lado com a
aristocracia branca do século XIX… e até a rainha de Inglaterra é negra! Nada
disto é historicamente correto: havia sem dúvida famílias aristocráticas
africanas e asiáticas, mas essas não punham os pés no palácio de Buckingham.
Muita gente alertou – e com toda a razão! – para o facto de que muitos jovens
não caucasianos de hoje começarem a acreditar que, no passado, todos eram
tratados como igual, apagando, assim, todo o sofrimento e luta pela igualdade
dos cidadãos “de cor”. Tais opiniões obrigaram a Netflix a deixar bem claro aos
fãs que este mundo é uma “realidade alternativa”, onde as desigualdades
continuam a existir, mas estas estão mais ligadas às desigualdades sociais e
não rácicas. Escusado será dizer que a escritora Julia Quinn – que imaginou um
universo monárquico mais historicamente correto, ou seja, é só brancos! - aceitou
as mudanças e adora a série.
Aliás: o
mais interessante a apontar nesta polémica não foi o facto de as massas ficarem
em estado de choque, ao verem um negro e uma branca fazerem amor. O que mais
chocou as audiências foi o facto de um casal destes não poder existir na “Era da
Regência Britânica” do século XIX, e, por isso mesmo, esta intriga é
historicamente incorreta. E isto faz-nos chegar a uma conclusão: ao contrário
do que os media dizem, os humanos hoje são bem menos racistas do que
eram há 100 anos. Chegámos a um ponto em que dois seres humanos com
pigmentações diferentes podem casar-se, ter filhos, desempenhar os mesmos
empregos e conviver na mesma classe social. E poucos franzem o sobrolho.
Graças a Deus. Afinal, em alguma coisa nós tínhamos que avançar, não é?
As capas dos dois livros foram retiradas do site de compras WOOK.
segunda-feira, fevereiro 13, 2023
Dia de São Valentim
Visto que estamos a chegar ao Dia de São Valentim, mais conhecido como Dia dos Namorados, deixamos aqui esta pequena história em vídeo para explicar as origens deste dia a miúdos e graúdos. Agradecimentos à Escola Básica Ribeiro de Carvalho, no Cacém, pela elaboração do vídeo.
quarta-feira, fevereiro 01, 2023
Concursos na BE no Dia Mundial da Leitura em Voz Alta - 1 de Fevereiro
Trata-se do concurso Leituras na Planície, no qual participamos anualmente, que contou este ano com alunos do 2º e 3º ciclos e do ensino secundário, realizando-se na BE da EB1 de Vila Nova de São Bento e na BE da Escola Secundária de Serpa.
Como o dia ainda era longo, as turmas do 2º e 3º ciclos também realizaram, em ambas as escolas, as provas do Concurso Nacional de Leitura. Trata-se de outro concurso em que participamos anualmente, este mais ao nível da leitura individual e da interpretação de texto.
segunda-feira, janeiro 30, 2023
Estante do Mês - "É pó menino e pá menina! Livros fresquinhos para todos os gostos"
Obviamente que estamos a brincar: há muitas mulheres que adoram ficção
científica e há também homens que se pelam por uma boa história de amor. Os
tempos das “biblioteca das raparigas” e “biblioteca dos rapazes” já lá vão e,
se pensarmos bem, nunca fizeram muito sentido: os meninos liam às escondidas os
livros das meninas e vice-versa. Tinha a sua graça, pois o “fruto proibido” é
sempre o mais apetitoso. Ah, dias felizes, em que ler uma obra literária
debaixo dos cobertores com uma lanterna era uma horrível transgressão à
sociedade…
Desta vez, tivemos sorte: a nossa biblioteca recebeu orçamento para
comprar novas obras e não perdemos tempo em fazer escolhas. Como a quantia não era
assim tão grande, tivemos que selecionar muito bem o maior número de géneros e
escolhas que pudessem agradar a um vasto leque de alunos.
A única coisa que nos foi pedida foi que, desta vez, optássemos por
comprar livros “que estão na berra”, de forma a motivar ainda mais leitores a
visitar o nosso espaço. Com efeito, não nos faltam pedidos e requisições, e até
temos um espólio de obras que estão sempre a sair da prateleira, algumas até
têm lista de espera. Mas o nosso dever é atrair ainda mais “clientes”, por isso
concentrámo-nos em adquirir edições recentes.
Publicaremos postumamente um ebook com todos os títulos das edições, até
porque esta montra servirá para a estante do próximo mês. Até lá, visitem-nos!
Exposição Arquivos, uma memória viva
Foi graças ao entusiasmo da nossa colega Laura Sarroeira que
a nossa biblioteca teve acesso a uma cópia fac-simile de uma edição
muito antiga de um jornal da nossa região: pertence ao ano de 1903, “Alentejo”
ainda se escrevia com “M”… e descobrimos que possivelmente um antepassado da
família do nosso Diretor de Agrupamento estava a exercer o cargo de presidente
da Câmara! Escusado será dizer que lemos com um imenso prazer esta pequenina
joia do passado e estamos ansiosos para descobrir mais.
Tudo isto vem a propósito da exposição que se encontra em
Serpa até ao dia 5 de fevereiro: Arquivos, uma memória viva é uma
pequena mostra que, segundo o site da própria Câmara Municipal de Serpa, trata-se de uma exposição documental
promovida pela CIMBAL – Comunidade Intermunicipal do Baixo Alentejo, através da
Rede de Arquivos Municipais, que conta com a participação dos 13 municípios que
a integram e a curadoria do professor Florival Baiôa Monteiro). Cada um dos
municípios especializou-se num tema apenas, por isso esta mostra não é muito
extensiva, e pode ser vista e apreciada no arquivo municipal de Serpa, das 10 h
até às 17 h.
Para quem adora “velharias”, esta é uma excelente
oportunidade para dar um saltinho à exposição, e tomarmos contacto com as
raízes do nosso passado. Deixamos aqui um cheirinho do jornal antigo que a
nossa colega nos ofereceu, e nem sequer faltam os deliciosos anúncios do tempo
dos “nossos avós”!
Imagem retirada do site acima mencionado.
terça-feira, janeiro 24, 2023
Último adeus à nossa querida Psicóloga, Sandra Ramos.
| Sandra Cristina Vargas Ramos - 1976-2023 |
sexta-feira, janeiro 20, 2023
Celebração do centenário do nascimento de Eugénio de Andrade na BE, com o Eco-Escolas.
O clube de teatro da nossa escola, o (En)Cena, e o Clube de Leitura, sob a supervisão da professora Maria João Brasão, organizaram uma tertúlia, que iniciou com a leitura encenada de alguns poemas do autor citado, e terminou com uma leitura em voz alta de vários outros poemas escolhidos pelos alunos das turmas 11º C e 12º C. Esta tertúlia teve também a participação de um aluno da Academia Sénior, que deu voz e corpo a Eugénio de Andrade.
Esta encenação foi poderosa e apaixonante, mas o seu impacto foi largamente aumentado, graças à extraordinária decoração do espaço da biblioteca, da autoria dos alunos do Clube das Artes e dos professores Maria Ana César e professor Roberto Lopes.
Parte 1:
https://photos.app.goo.gl/neqw73AHTgWS5SBC9
Parte 2:
segunda-feira, janeiro 16, 2023
Livro(s) da Semana – Coleção Os Livros estão loucos!
No ano de 2023, já assistimos a muitos “recontos” de
histórias que pertencem ao nosso imaginário, e essa prática é hoje conhecida
pela palavra inglesa “reboot”: novas versões da Guerra das Estrelas,
novas versões dos Ghostbusters, novas versões do Rei Artur, novas
versões do Senhor dos Anéis, do Rei leão e da Bela e do
Monstro… Recontar uma história e “modernizá-la” está hoje muito na moda. O
problema é saber contá-la.
Com efeito, não basta apenas pegar num universo antigo e
dar-lhe uns pozinhos de modernidade. É preciso – acima de tudo – captar as
audiências mais novas, ao mesmo tempo em que se presta homenagem a esse antigo
imaginário ou obra clássica. Não vale a pena recontar a história do Harry
Potter se esse universo for completamente reformulado, ao ponto de se tornar
irreconhecível. Para que um reboot/reconto resulte, tem que existir
respeito e amor por aquilo que já foi feito. Ora, a coleção Os livros estão
loucos foi criada precisamente para incentivar as gerações mais jovens a
reencontrar as grandes obras clássicas, sem que estas não sejam alteradas na
sua essência.
Vários autores foram chamados para recontar grandes clássicos
da literatura moderna, mas, desta vez, fizeram-no em jeito de brincadeira,
usando um linguagem moderna e “tipo aos jovens”, como eles próprios o afirmam.
Eis uma maneira muito engraçada de motivar as massas a ler: brincando com os
clássicos.
Temos seis exemplares desta coleção. Estão à vossa espera!
Imagem retirada de: https://insensatez.blogs.sapo.pt/os-livros-estao-loucos-189537
sexta-feira, janeiro 13, 2023
Estante do mês – Novidades fresquinhas!
Mais um Ano Novo, mais uma oportunidade para fazermos
projetos de vida, começarmos do zero. Este é o momento do ano em que
praticamente toda a gente faz uma lista de objetivos, e todos tentamos ser mais
otimistas, mais construtivos, mais zen. E – para não sermos diferentes - a
equipa da biblioteca já está em fase de balanços e de inícios. Para começar, o
nosso mês já arrancou com várias atividades, como poderão ver na newsletter de
janeiro (podem aceder aqui). E, seguindo a tradição da nossa
equipa, temos uma estante cheia de novidades.
Várias destas aquisições são ofertas de vários ex-alunos e
ex-professores, que irão enriquecer o nosso espólio. Outras foram seleções de
obras que o nosso agrupamento considerou serem importantes para fazer parte da
biblioteca da escola secundária, que já há muito tempo que não tinha obras
novas. Em todo o caso, o que não falta é escolha: temos policiais, livros
juvenis, histórias de mistério, poesia, literatura de entretenimento puro e
grandes génios da literatura mundial e nacional.
No final do mês, há mais: ainda há grandes caixas cheias de novidades literárias. No dia 27, estarão prontas para serem “consumidas”! Até lá, divirtam-se com a nossa escolha do momento.
Link para o ebook: https://online.pubhtml5.com/grix/nglh/#p=1
Imagem retirada (e modificada): https://pixabay.com/photos/books-library-room-school-study-2596809/
quinta-feira, janeiro 12, 2023
Newsletter - Janeiro 2023
Mais um ano civil se inicia, mais uma Newsletter no início deste
segundo período. Fazemos aqui uma retrospetiva sobre o que se passou no final
do primeiro período, assim como o que temos previsto para este mês de janeiro.
Disponível em http://be.ae2serpa.pt/ficheirosbiblioteca/newsletters/Newsletterjan2023.pdf
sexta-feira, dezembro 16, 2022
O Furo - Dezembro 2022-2023
E é no último dia de aulas, 16 de novembro, que sai o primeiro número de "O Furo" deste ano, o terceiro da atual edição do nosso jornal. Agradecemos a todos os que colaboraram para esta publicação, desejando a todos, jornalistas e leitores, um próspero Natal e um feliz Ano Novo!
Podem também descarregar a versão em PDF aqui.
terça-feira, novembro 29, 2022
A vassoura mais assustadora
Neste Halloween, os professores de Inglês do 2º e 3º Ciclos da Escola Básica de Vila Nova de São Bento organizaram um concurso intitulado “A vassoura mais assustadora”.
Os alunos empenharam-se e apresentaram vassouras dignas desta época, as quais foram expostas no átrio da escola para que a comunidade escolar as pudesse apreciar.
No dia 31 de outubro, os alunos votaram e apuraram-se os seguintes vencedores:
1.º lugar – Alexandre Guerreiro (8ºC), Alexandre Quitéria (9ºC) e Rodolfo Rodrigues (9ºC);
2.º lugar – Gonçalo Miguel e José Ruivo (5ºB);
3.º lugar – Mª Leonor Soares, Mª Ana Barradas e Sofia Honora (6ºB);
Menção honrosa – Vicente Romeiro e Martim Teixeira (8ºC).
Os nossos parabéns aos vencedores e a todos os participantes por tornarem o nosso Halloween numa festa ainda mais assustadora!!
terça-feira, novembro 08, 2022
ZigZaga na Net
No dia 25 de Outubro realizaram-se, na Biblioteca da Escola EB1 de Ficalho, decorreram mais duas sessões de leitura do livro “ZigZaga na Net”, do projeto Internet Segura, nas quais estiveram presentes todos os alunos deste estabelecimento de ensino, que se têm mostrado bastante interessados tanto no livro como nos podcasts.
Os alunos assistiram, também, a um vídeo (que anexamos em seguida) em que os atores interpretam o 1º e o 2º capítulos em linguagem gestual, o que lhes mostrou uma das formas de comunicar que desconheciam. Nesta sessão o Manel, do 4º ano, voluntariou-se para ler para os seus colegas do 2º e 4º anos. A professora Margarida leu para os alunos dos 1º e 3º anos.
sexta-feira, outubro 28, 2022
Livro da Semana - O País das Laranjas, Rosário Alçada Araújo
Hoje, vou
contar-vos uma história da minha família: quando a minha mãe nasceu, toda a
gente ficou espantada com o facto de ela ser tão loura. É que no Alentejo, no
tempo de Salazar, não era comum haver crianças de cabelo dourado e, por isso
mesmo, elas faziam sempre sensação. Sim, elas existiam no nosso país, mas era
mais para o norte de Portugal, o sul era uma região de gente mais pequenina e mais
trigueira. Pois bem: minha avó conta que, sempre que ela ia de férias para uma
terra do centro ou sul, toda a gente perguntava se ela tinha adotado “uma das
austríacas”. Ninguém conseguia compreender como é que um casal tão moreno tinha
uma menina tão loura. Só podia ter sido adotada, é claro!
Tudo isto
vem a propósito do nosso livro da semana, O país das laranjas, de
Rosário Alçada Araújo. Embora estes dois irmãos sejam personagens fictícias,
muitas das peripécias desta narrativa são reais. Como a própria autora assume na secção dos
“Agradecimentos”, este foi um livro que, embora de ficção, se apoiou em
testemunhos verdadeiros. E foi com base em inúmeras pesquisas, testemunhos
e entrevistas, que este país das laranjas foi criado.
Estamos,
portanto, a falar de um romance histórico cuja ação teve lugar no Portugal do
século XX. Martha, personagem fictícia, é separada da família e do irmão para
ir viver temporariamente em Portugal. Áustria, o seu país natal, está
totalmente devastado pela guerra, e a família inteira está a passar fome. Com a
ajuda da Cáritas, ela será acolhida numa família extremamente abastada, e
viverá anos felizes, apesar das imensas saudades da sua família. No entanto,
chegará o momento em que ela terá de partir. Partirá feliz? Adaptar-se-á a uma
Áustria que já não conhece?
Contado
pelos olhos de uma criança amada, a imagem de Portugal é a imagem de uma
família acolhedora, boa, cristã, cheia de compaixão. Mas não deixa de ser um
país genuíno: as 5500 crianças austríacas que foram acolhidas voltaram para a
sua terra cheias de histórias e vivências bonitas para contar aos seus. Pelos
vistos, a experiência foi boa, houve muito amor e muita dedicação. Esta
história serve para mostrar que, em tempos difíceis, é sempre possível fazermos
algo para ajudar os mais necessitados. E esperemos que as crianças do século
XXI, vindas de terras também devastadas pela guerra, consigam encontrar em
Portugal o acolhimento caloroso que as crianças austríacas mereceram, no século
XX.
Esperemos
que a História se repita.
sexta-feira, outubro 21, 2022
Livro da Semana - Manuscrito encontrado em Accra, Paulo Coelho
Supostamente
este manuscrito existe. Supostamente foi encontrado no Egito, juntamente com o
famoso espólio de Nag Hammadi, descoberto em 1948. Supostamente um tal de Sir
Walter Wilkinson encontrou-o e traduziu-o. Porém, quase tudo é uma ilusão de
artista.
Sim, o
espólio de Nag Hammadi é verdadeiro e criou sensação em 1948. Sim, é verdade
que existiu um tal de Walter Wilkinson, mas este era um escritor, era botânico
e era um apaixonado pela arte das marionetas. No entanto, tudo o resto foi
inventado. E não, Paulo Coelho não está a mentir, esta é uma estratégia
literária inventada pelos românticos, há quase 300 anos, com o objetivo de
tornar uma história mais verosímil, mais realista, mais verdadeira. O escritor
italiano Umberto Eco utilizou exatamente o mesmo truque na sua obra-prima O
nome da Rosa. E Paulo Coelho fez exatamente o mesmo: com base em factos
reais, criou um lindíssimo texto filosófico que poderia ter sido escrito e dito
no século XI.
A sinopse é
simples: Jerusalém está prestes a ser invadida – para não variar – desta vez pelo
exército dos Cruzados. Um filósofo conhecido pelo nome “Copta” convoca a
população desta cidade - cristãos, judeus e muçulmanos – para ouvirem algo
muito importante que ele tem a dizer. Todos esperam um apelo às armas e à guerra
e, no entanto, o que acontece é exatamente o contrário. Este filósofo não pede
a guerra, pede a paz. E é precisamente este discurso na praça pública que
chegou até nós…
No ano de
2022, às portas de uma III Guerra Mundial, vale a pena ler um livro destes? As
mensagens são, sem dúvida, conflituosas: devemos aceitar o presente ou temos
que lutar contra ele? Queremos a rendição da Ucrânia ou queremos passar fome?
E, já agora, que poder é que NÓS, o povo, temos para mudarmos o mundo? Estas
são as questões que nos surgem quando estamos a ler esta obra de Paulo Coelho.
E isto demonstra até que ponto este livro é atual.
Porque os
livros que nos fazem pensar e questionar são SEMPRE atuais.
sexta-feira, outubro 14, 2022
Livro da Semana - Uma Questão de Cor, Ana Saldanha
-Mas o
que é que eu fiz? Nada. Só estou aqui a conversar com o teu primo escurinho.
Não sabia que tinhas disto na família.
E foi assim que
o primeiro dia na nova escola do Danny correu: com “bocas foleiras”,
professores espantados por verem a sua prima com um rapaz escurinho, gente que
não acreditava que ela tinha negros na família, colegas a dizerem “gracinhas” à
volta de cores de pele…
Na verdade,
toda esta história gira à volta de Nina, a prima do Danny. É ela quem conta na
primeira pessoa todas estas peripécias que se estão a desenrolar. E, no início,
ela nem achou piada nenhuma à mudança: estava tão feliz com o seu novo
computador e o seu quarto e de repente, vindo do nada, teve de ceder o seu
quarto para o Danny, que sofre de asma e vai morar na sua casa, para estar mais
perto da nova escola. Mais um pequenino
pormenor: Daniel é mestiço, e tal característica física irá trazer muitas zangas
e conflitos à nossa personagem principal. No entanto, até a própria Nina vai
ter de enfrentar os seus próprios preconceitos. É que o paternalismo nada mais
é do que um racismo escondido e educado…
Escrito em
2002, este livro continua a ser bastante atual, 20 anos depois. Sim, é verdade
que a loucura agora já não é os desktops, é os smartphones. E, no entanto, a
mentalidade continua a ser quase a mesma. Sim, é verdade que as pessoas já
começam a ter consciência de certas palavras e ações, mas a mentalidade
continua a ser quase a mesma. Sim, é verdade que os emigrantes já não são quase
todos da África, muitos até já começam a vir da Ásia e até da Europa… mas a
mentalidade continua a ser quase a mesma. Por isso mesmo, esta obra, uma
geração depois, continua a ser bastante atual. E, por isso mesmo, continuamos a
aconselhar a sua leitura.
Afinal, a
mochila cultural veio para ficar.
sexta-feira, outubro 07, 2022
Estante do mês de outubro 2022, Ano Europeu da Juventude.
Ainda faltam
dois meses para terminarmos este ano, mas ainda dá para falarmos nele, até
porque a nossa escola anda entusiasmada à volta do tema da Mochila Cultural.
Ora, tendo em conta de que estas duas últimas gerações – a dos milénios e a dos
Z – têm sido precisamente as que mais viajaram em toda a História da
Humanidade, faz todo o sentido que comecemos este ano prestando homenagem aos
nossos alunos, muitos deles já com sonhos de viver alguns anos num país
estrangeiro.
Esta estante
deste mês não pretende ser literária e artística. Pretende, isso sim, abordar
as eternas grandes questões que preocupam as crianças e adolescentes de todo o
mundo: a guerra, a depressão, o suicídio, projetos futuros, a amizade, a
escola, a dor de crescer, a desilusão, o espírito de equipa e a vontade
individualista de sermos nós mesmos. Além disso, esta estante irá também servir
para outras atividades deste mês, por isso todos estes livros foram
selecionados e planeados com cuidado.
As aulas
começaram no final de setembro e muito já foi feito, mas outubro é sempre o mês
que estreia as nossas exposições e conselhos de leitura. Como sempre, desejamos
que as nossas escolhas sejam apelativas para todos!
Podem ver um vídeo com a apresentação de tudo aqui.
Bom ano
letivo e boas leituras!
Livro da Semana - O pintor debaixo do lava-loiças, Afonso Cruz
Não há nada
a fazer: Afonso Cruz está na moda. Só a nossa biblioteca dispõe de vários
títulos, entre eles o famoso Os livros que devoraram o meu pai, já muito
molinho e cheio de rugas, sinal de que esta obra tem sido lida por muitos.
Desta vez, O pintor debaixo do lava-loiças começou a fazer sensação por
causa do Plano Nacional de Leitura, mas também é necessário referir que esta
obra possui um título bastante apelativo e misterioso, capaz de cativar a
curiosidade dos alunos.
Afonso Cruz
é um escritor de uma imaginação prodigiosa, como já há muito tempo não víamos.
O último grande mestre das narrativas cativantes foi José Saramago, um escritor
que nunca contava a mesma história duas vezes. Mas, pelos vistos, Afonso Cruz
parece seguir o mesmo caminho: desta vez já não estamos a falar de um filho que
anda à procura de um pai perdido num oceano de palavras, agora estamos a falar
de um episódio real, ligado ao passado do autor e, obviamente, reinventado: Esta
é a história, baseada num episódio real (passado com os avós do autor), de um
pintor eslovaco que nasceu no final do século XIX, no império Austro- Húngaro,
que emigrou para os EUA e voltou a Bratislava e que, por causa do nazismo, teve
de fugir para debaixo de um lava-loiças. Pelo meio, conhecemos o Livro dos
Olhos Acesos e, mais tarde, O Livro dos Olhos Fechados; conhecemos o seu
imaginário, os seus amigos, o grande amor da sua vida, uma máquina de fazer
areia, um crocodilo voador, uma empregada D.
Rosa que tem medo de um pintor escondido na cozinha de uma casa de um
país que vive numa ditadura. Aliás, o capítulo Uma ponte entre dois
fracassos foca precisamente o contraste entre um mundo em guerra e um país
ilusoriamente feliz, eternamente fatalista, apesar do imenso sol que ilumina os
portugueses.
Este livro
consegue surpreender-nos sempre e não o conseguimos largar. É também um livro ligado ao mundo: um
eslovaco austro-húngaro perdido na Alemanha, em fuga para Portugal, com desejos
de viver nos Estados Unidos da América. Por isso mesmo, esta é uma obra excelente
para inaugurarmos a nossa mochila cultural!
Como diz o
livro – e muito bem! – A criatividade é o maior crime que existe.
Citação
retirada de:
https://www.wook.pt/livro/o-pintor-debaixo-do-lava-loicas-afonso-cruz/10952310
segunda-feira, junho 13, 2022
Guns in the United States of America - E-mail para o presidente Joe Biden
Esta foi mais uma atividade desenvolvida pela professora Susana Moreira no âmbito do projeto "Tempo para ler e para pensar", que consistiu na redação de um texto expositivo-argumentativo dirigido nada mais nada menos que ao Presidente dos EUA, a fim de o sensibilizar para a questão do fácil acesso a armas nos Estados Unidos, principal causa apontada aos recorrentes tiroteios em escolas. Segue aqui o mail dos alunos:
Dear President of the United States of America,
I’m writing this email with regard to the multiple school shootings that have been happening in your country for so many years.
In my opinion, guns should be forbidden everywhere because people seem not to be responsible to own one. Around 30,000 people die every year because of guns.
Firstly, for me, the first step is reducing the easy access to guns. For example, take them out of common stores. Taking guns away from 18-year-olds and even younger people or others with mental problems can minimize the number of people owning guns. Reducing firearm access to youth and individuals who are at risk of harming themselves or others can bring awareness to this problem.
Secondly, expanding access to high-quality, culturally competent, coordinated, social, emotional, and mental health supports and addressing the impact of trauma is another great way to get to know these people and what is going on inside their heads. Requiring a certain level of knowledge about guns may provide for a better society and reduce the numb er of teens with easy access to them.
School shootings traumatize kids for the rest of their lives, we can’t let people think that they have the power to destroy them. These laws are simple but necessary to end gun violence in the USA and the rest of the world. Simple things lead to great achievements.
Thank you for your attention,
Kind regards,
Marta Bentes
quinta-feira, junho 09, 2022
Poesias no Agrupamento nº2 de Serpa
Queremos por este meio divulgar o resultado de algumas atividades que integraram o projeto PIDDA, neste caso os trabalhos articulados entre Educação Visual e Português nas turmas 6ºA e 6ºB, orientadas pelos docentes Sandra Duarte, Daniela Henriques, Dulce Estêvão e Francisco Borralho. Convidamos toda a comunidade educativa a conhecer este trabalho, em https://online.pubhtml5.com/scvz/jbqg/
quarta-feira, junho 08, 2022
O Furo - número 2
Antes que o ano escolar termine, ainda temos tempo para apresentar a segunda edição do nosso jornal escolar. Como não poderia deixar de ser, faz capa desta nova edição o acontecimento que tem marcado a atualidade mundial: a guerra na Ucrânia. Ou, melhor dizendo, faz capa do jornal a manifestação de solidariedade com a Ucrânia na qual a nossa escola participou. Novamente, a publicação é da responsabilidade do Clube de Jornalismo, coordenado pela professora Maria João Brasão e pelo professor Luís Ricardo, com a colaboração da equipa da Biblioteca Escolar.
Convidamos toda a comunidade escolar a folhear esta publicação da ligação acima. Boas Leituras!
(Disponível também para descarregar, em http://be.ae2serpa.pt/ficheirosbiblioteca/ofuro/ofuro2.pdf, ou em papel, na Biblioteca Escolar)
sábado, maio 14, 2022
Notícias dos nossos amigos dos "Global Volunteers"
Recebemos hoje mais uma mensagem de Larry Graham, que nos visitou no passado mês de outubro. Larry envia-nos um vídeo sobre a fauna e a flora do estado onde vive, Arizona. Afirma que a visualização do vídeo é uma boa forma de motivar para a aprendizagem da língua inglesa, bem como pretende dar a conhecer um território que é tão diferente daquele em que nós, Alentejanos, vivemos. Na mensagem, Larry, informa-nos que estará em Portugal em setembro e que terá muito gosto em nos visitar novamente.




