Poucos livros conseguem,
atualmente, agarrar-nos na leitura, ao mesmo tempo em que nos desafiam a pensar
e questionar o mundo à nossa volta. Esta trilogia é um destes raros casos. E,
mais uma vez, é o género de ficção científica que cria o pensamento crítico.
Num
futuro não muito distante, a Humanidade conseguirá derrotar a morte, todos nós
passaremos a ser deuses na Terra. O problema é que, sem a morte, a Vida deixará
de fazer sentido e o crescimento dos humanos será descontrolado e danoso para o
planeta. O que fazer, então?
Um
novo grupo foi criado para substituir o papel da Morte: os ceifadores. Cada
ceifador tem uma quota de mortes para cumprir, supostamente devia seguir um
conjunto de princípios éticos e morais muito rígidos e devia ser incorruptível
– como a Morte. E durante muito tempo, esta ordem cumpriu bem estes requisitos,
ao ponto de recrutar os melhores entre os melhores. Com efeito, ser Ceifador
não é para qualquer um.
O
problema é que os humanos são…bem… humanos. E tudo o que os humanos criam –
mesmo que seja com a maior das boas intenções – acaba por se corromper e por
decair. Dentro da Ordem, começa a surgir um grupo de fanáticos sedentos de
sangue e com princípios imorais tão grotescos que podem provocar a queda dos
Ceifadores. O destino, então, repousa nas mãos de um rapaz e de uma rapariga,
que desafiarão a Ordem e mudarão para sempre o destino dos humanos.
Se querem passar um mês entretidos, longe dos ecrãs e das redes sociais, esta é a trilogia certa para todos nós lermos neste mês de bruxas e abóboras.
O nosso Agrupamento dispõe da trilogia completa, por isso nem precisam de esperar pelo próximo volume.

Sem comentários:
Enviar um comentário