No seguimento da notícia anterior, aqui fica o cartaz 2013.
Participem e/ou visitem!!!
…E, como já vem sendo hábito na nossa escola, a equipa da biblioteca já anda, há umas boas semanas, e de mangas arregaçadas, a preparar exposições, palestras, livros, decorações de todos os gostos e feitios. O que não vai faltar é imaginação e boa disposição!
Tudo foi pensado ao pormenor: para além de várias turmas poderem assistir a dois esplêndidos filmes de terror (homenagem ao realizador de cinema Tim Burton), a biblioteca irá também criar exposições relacionadas com o Halloween: uma delas pretende prestar tributo ao realizador acima mencionado. Porém, iremos também entrar numa caverna para ouvirmos contos de terror. Pelo caminho, descobriremos qual é o nosso totem pessoal (uma espécie de animal-anjo que protege as nossas vidas) e, no fim, ainda faremos uma fusão entre a disciplina de Filosofia, a moral, e os géneros de ficção científica/fantasia. Haverá, assim, tempo para escrevermos, ouvirmos música, lermos e vermos filmes.
A escola está, portanto, de parabéns: vários professores de diferentes disciplinas e departamentos juntaram-se à biblioteca para celebrarmos um dia que, embora não seja propriamente tradicional no nosso país, tem vindo a conquistar cada vez mais adeptos.
Afinal, quem é que não gosta de uma boa história de terror?
Imagem retirada daqui.
II
Ilumina-se a igreja por dentro da chuva deste dia,
E cada vela que se acende é mais chuva a bater na vidraça...
Alegra-me ouvir a chuva porque ela é o templo estar aceso,
E as vidraças da igreja vistas de fora são o som da chuva ouvido por dentro...
O esplendor do altar-mor é o eu não poder quase ver os montes
Através da chuva que é ouro tão solene na toalha do altar...
Soa o canto do coro, latino e vento a sacudir-me a vidraça
E sente-se chiar a água no fato de haver coro...
A missa é um automóvel que passa
Através dos fiéis que se ajoelham em hoje ser um dia triste...
Súbito vento sacode em esplendor maior
A festa da catedral e o ruído da chuva absorve tudo
Até só se ouvir a voz do padre água perder-se ao longe
Com o som de rodas de automóvel...
E apagam-se as luzes da igreja
Na chuva que cessa...
Excerto do poema Chuva Oblíqua, Fernando Pessoa
Imagem retirada daqui
Dora Bruder, de Patrick Modiano
Segundo algumas contas feitas, pensa-se que, até agora, já devem ter existido cerca de 100 biliões de seres humanos neste planeta, e é só quando pensamos neste gigantesco número que nos apercebemos até que ponto cada um de nós não passa de um pequenino ponto que, em 99% dos casos, não será mais do que uma pegada à beira-mar: mesmo que alguém se dê ao trabalho de tirar uma foto e publicá-la no facebook, o resultado vai ser o mesmo e ninguém, a não ser parentes e amigos mais chegados, se lembrará de nós, quando morrermos. Tantas guerras, tantas fomes, tantas injustiças, tantos momentos felizes, tudo isto reduzido a nada, como se nunca tivéssemos vivido.
Dora Bruder teria feito parte deste mar de anónimos, se não fosse um escritor de nome Patrick Modiano: tropeçando, quase por acaso, numa revista velha de 1945, descobriu que uma família judia, logo após a II Guerra, colocara um anúncio e andava ansiosamente à procura de um dos seus familiares desaparecidos, algo que, infelizmente, foi bastante comum, uma vez que esta época negra da História matou dezenas de milhões de seres humanos, de todos os lados, credos e raças. Aliás, estes anúncios em jornais e revistas eram o pão-nosso de cada dia.
A partir deste momento, Patrick Modiano ficou obcecado por esta jovem adolescente de 15 anos, que desaparecera de um convento católico, convento este que supostamente estava a escondê-la dos nazis. O que se terá passado? Por que motivo fugira ela? Por que tomara ela esta decisão?
Este pequenino livro, que se lê num dia e numa tarde não é uma história no sentido típico. Digamos, isto sim, que se trata de colagens, recortes, bilhetes, fotos, restos da presença de Dora neste mundo. O objetivo deste livro não é denunciar o Holocausto Nazi e os campos de concentração. Disto, estão as livrarias cheias de obras literárias ou históricas. Na verdade, dir-se-ia que esta sucessão de “banalidades diárias” é quase indolor e superficial. No entanto, é precisamente aí que esta obra nos choca: como é que um ser humano, com uma vida tão comezinha e tão comum – igual a tantas existências neste planeta – pôde ser destruído por causa de um reles e estúpido detalhe: a sua preferência religiosa?
Dora Bruder é, acima de tudo, um breve relato sobre até que ponto a Humanidade pode ser sinistramente absurda: um peso a mais, um par de óculos ridículo, um gaguejar, uma cor de pele mais escura, um deus ligeiramente mais diferente. Basta só isto para que o nosso destino possa ser decidido por uma multidão enraivecida.
Triste e lúcido, este livro insere-se na montra do mês, “Foi você que pediu um livro pequeno?”. É pequenino, é. Mas é um pequeno grande livro.
Todos os anos, é sempre a mesma coisa. Cada vez que um professor aconselha um aluno a ler mais ou a apresentar um livro na sala de aula, a ladainha nunca varia: “Oh, professora, não gosto de ler”, “Não tem para aí um livro pequeno?”, “Qual é o livro mais pequeno que temos na biblioteca?”, “Temos que terminar o livro ou podemos deixá-lo a meio”? Ao fim de cinco minutos de queixumes e choraminguices, o/a docente já está mais que arrependido/a de ter sugerido tal ideia. Sobram, como de costume, quatro ou cinco resistentes nerds (palavra inventada pelos americanos, e que se atribui aos seres humanos que adoram ler e aprender), quase sempre vistos pelos outros como sendo tipos “esquisitos”, que gostam de coisas bizarras como, por exemplo… livros.
Ora, precisamente já a contar com este cenário previsível, a biblioteca decidiu fazer uma coisa diferente: a estante deste mês será dedicada – adivinhou, caro leitor! – às leituras de formato mini. Podem ser contos ou histórias minúsculas que se lêem de um fôlego durante um dia e uma tarde. E há gostos para tudo: contos de amor, contos de vampiros ou de suspense, pequenas histórias que louvam o cinema e a família, diminutas páginas cheias de sabor e de entretenimento, palavras e conselhos sábios envolvidos num mini mini mini livro. Agora já não há desculpa para não se apresentar um contrato de leitura, pelo menos para este período.
Foi você que pediu um livro pequeno? Então, aqui vão algumas sugestões:
Somos a única espécie do planeta que não se contenta apenas com um teto para nos abrigarmos. A nossa casa – ou escolas, hospitais, bibliotecas, entre outros espaços – têm que nos inspirar, acalmar, fazer-nos sentir em casa. Somos obcecados por designs, decorações, bibelôs, paredes vazias ou pintadas, e enfeitamos o nosso “lar doce lar” consoante a nossa personalidade e as nossas crenças.
Sim, é verdade: a nossa casa reflete a nossa individualidade, mas a Humanidade não se fica por aqui: tudo o que é um lugar com quatro paredes – quer seja para uma pessoa, família ou grupo – tem que ter o seu “toquezinho” especial. E este “toque” também nos diz muito sobre a civilização em que vivemos, os avanços tecnológicos que foram “inventados”, e o quanto o nosso país ama ou não o seu passado e a arte. Basta entrarmos na livraria Lello, no Porto (imagem ao lado) para sermos transportados para o passado, e só nos apetece viver e morrer neste lugar especial, onde os livros são tratados como objetos sagrados.
Por isso mesmo, para celebrarmos o dia mundial da arquitetura, deixamos aqui 5 maravilhas arquitetónicas do mundo, que todos precisamos de ver, antes de morrermos! Não foram escolhidas apenas por serem bonitas. Todas elas representam uma revolução na tecnologia e na engenharia espacial. Representam, no fundo, o melhor que o ser humano consegue criar!
Um- O Cromeleque dos Almendres, Portugal
Sim, nós também temos o nosso Stonehenge, e situa-se na zona de Évora. Dezenas de pessoas festejam os solstícios de Verão e de Inverno neste lugar muito especial, sendo este espaço sagrado um dos maiores complexos megalíticos da Península Ibérica. Dedicado ao sol e à lua, ainda hoje é capaz de nos maravilhar!
Dois- Panteão de Roma, Itália
Ainda hoje é uma das maiores maravilhas arquitetónicas: como é que aquela maldita cúpula ainda hoje não caiu, é o que toda a gente pensa. Só mesmo uma civilização já bastante avançada em cálculos matemáticos poderia criar uma estrutura gigantesca como esta, um edifício que – passados tantos séculos – ainda não colapsou. E os Romanos eram simplesmente brilhantes nestas “brincadeirinhas” da engenharia.
Três – Catedral de Notre Dame, França
Estávamos no período da Idade Média. Era preciso glorificar, celebrar Deus e ascender aos céus, purificarmos as nossas almas de todo o mal, fugirmos do mundo terreno. Nesta altura, os templos sagrados espelham precisamente isso: renegar a vida na Terra para alcançarmos a eternidade, através da Fé Cristã. Paredes finas e decoradas, como se fossem feitas de papel, grandes janelas que deixam entrar a luz da manhã, abóbadas cada vez mais elevadas… Nestes locais de culto, sentimo-nos pequenos e humildes…
Quatro – Capela Sistina, Vaticano
Sim, é importante celebrarmos Deus, mas o Renascimento trouxe algo de novo ao mundo: o otimismo e confiança no ser humano. Basta olharmos para os frescos desta fabulosa capela – pintados por Miguel Ângelo num “curto” espaço de 20 anos - para nos apercebermos de que o Homem, lado a lado com Deus, consegue ser tão criativo e tão divino como Ele. O Homem, como diz a Bíblia, foi feito à imagem e semelhança do seu Criador. Já estamos longe das magníficas catedrais góticas. O ser humano já não tem se sentir miserável e pequeno. Agora, o objetivo é celebrarmos Deus através do nosso “engenho e da arte”.
Cinco – Ópera de Sydney, Austrália
Parece um navio de papel à beira-mar, mas esta estrutura arquitetónica estupenda foi criada através das novas técnicas modernas da engenharia, da Matemática e da Física, e utiliza materiais modernos. Ao contrário de muitos edifícios contemporâneos, o arquiteto dinamarquês Jon Urtzon usou a abusou da linha curva, em vez da linha reta. Talvez seja precisamente essa a a razão que faz com que tanta gente ame este monumento à Arte, particularmente a música: é que a linha curva faz parte da natureza…
Recinto Megalítico e Menir dos Almendres
A escola já começou e a nossa equipa da biblioteca está pronta para vender sonhos: filmes, histórias, poemas, pensamentos, debates. Porque a escola não é só “empinar” matéria, ela também nos oferece a possibilidade de nos conhecermos melhor através dos livros.
Quer sejam histórias de terror ou policiais, romances de fazer chorar as pedras da calçada ou relatos de batalhas, dragões ou unicórnios, naves espaciais ou vinganças de irmãos, recordar o passado ou imaginarmos o futuro, todos os livros têm um ponto em comum: são a maneira mais barata de viajarmos. E, no caso das bibliotecas, nem precisamos de pagar um tostão para darmos um pulinho à lua.
À chuva ou ao frio, em casa ou na rua, na cama ou empoleirados numa janela, no metro ou numa bicicleta, numa bicha para pagarmos uma conta ou num café, todos os lugares são válidos e bem-vindos para a leitura. Porque ler é expandirmos as nossas mentes, descansarmos um pouco da aborrecida rotina, voltarmos a ser crianças e “refugiarmo-nos” numa dimensão que é só nossa.
Bem-vindos, portanto, à nossa biblioteca. Cá vos espera uma equipa bem disposta e animada, pronta para vos dar conselhos, realizar atividades para a escola, ajudar-vos em qualquer trabalho de escola e que, um dia destes, não hesitará em “invadir” a vossa sala de aula, para vos trazer, em primeira mão, um saco cheio de novidades e sugestões para boas horas de leitura.
Bom ano letivo!!!!
Ler para uma criança
Tal como previsto nos procedimentos do Programa Eco-Escolas, foi submetida a Candidatura ao Galardão Bandeira Verde 2013, elaborado pela coordenadora, Leonor Paiva , e aprovado em reunião de conselho Eco-Escolas.
Aqui fica o documento elaborado e os agradecimentos nele contidos.
"Enquanto autora deste relatório e Coordenadora do Programa Eco-Escolas da Escola Secundária com 3º Ciclo do Ensino Básico de Serpa, agradeço a inestimável colaboração:
· De todos os elementos do Conselho Eco-Escolas;
· De todos os docentes, que tendo trabalhado temas ambientais com os seus alunos, me fizeram chegar os seus produtos finais, para que os pudesse divulgar e elaborar este relatório, nomeadamente, os professores Ana Ângelo, Ana Cristina Baptista, Ângela Carvalho, Carlos Moreira, Cláudia Fava, Cristina Simão, Elizabete Cardoso, Etelina Gomes, Florbela Martins, Jorge Ferreira, José Filipe, Leonor Paiva, Manuel Silva, Maria Ana César, Maria de Lurdes Zorrinho, Maria José Correia, Nuno Raposo, Sandra Monteiro, Susana Moreira, Tânia Martins
· Da Chefe dos Assistente Operacionais, Maria do Carmo Abreu;
· Dos elementos do pessoal não docente, nomeadamente, os mais diretamente envolvidos na recolha dos resíduos separados e seu encaminhamento para o ecoponto, bem como o de resíduos orgânicos para a central de compostagem;
· Dos alunos que desenvolveram as ações/atividades descritas ao longo deste relatório, e divulgadas no blogue BIBLIOTECAPORTABERTA, http://bibliotecaportaberta.blogspot.pt/search/label/ECO-ESCOLAS, e em http://www.facebook.com/EcoEscolas.ESS;
· Das empresas locais que colaboraram na recolha dos REEEs;
· Do professor bibliotecário, José Filipe Lopes, pela sua disponibilidade e ajuda na publicação das atividades no blogue BIBLIOTECAPORTABERTA;
· Da Câmara Municipal de Serpa e Juntas de Freguesia;
· De entidades locais, nomeadamente os Bombeiros Voluntários, PNVG, ADPM, G.N.R. de Serpa, e outras, pelo apoio prestado;
· Dos professores e alunos do pré-escolar de Serpa, das escolas do 1º ciclo de Serpa, Pias e Vila Verde de Ficalho, e das escolas básicas 2,3 Abade Correia da Serra, Pias e de Vila Nova de S. Bento, que se mostraram sempre disponíveis para participar nas atividades dinamizadas pelos discentes da escola secundária."
Alunos da turma A do 8º ano, da escola secundária de Serpa, elaboraram, no âmbito da disciplina de Ciências Naturais e sob a orientação da professora Cristina Simão, trabalhos relativos a diversos problemas ambientais, que foram apresentados na turma.
Aqui ficam dois deles.
Alunos da turma A do 9º ano, elaboraram, no âmbito da disciplina de Geografia e sob a orientação da professora Elisabete Cardoso, trabalhos relativos à Biosfera, que foram oralmente apresentados na turma.
Aqui ficam três exemplos destes trabalhos.
Alunos da turma C do 10º ano, da escola secundária de Serpa, elaboraram, no âmbito da disciplina de geografia e sob a orientação da professora Elizabete Cardoso, trabalhos relativos à energia fotovoltaica.
Aqui ficam dois deles.
No âmbito das disciplinas de Biologia e Geologia, e Física e Química, sob a orientação dos professores Jorge Ferreira e Florbela Martins, os alunos da turma B do 10º ano elaboraram PowerPoints com o tema “ATMOSFERA: EVOLUÇÃO, COMPOSIÇÃO E INTERAÇÕES COM GEOSFERA E BIOSFERA”. Estes trabalhos foram apresentados à turma.
Os alunos do Curso Profissional de Técnico de Animação 2D3D produziram o Eco-Código 2013, no sentido de sensibilizar a comunidade escolar a adoptar comportamentos sustentáveis no seu dia a dia. Os cartazes têm vindo a ser distribuídos pela escola.
Clique na imagem para ampliar.
Os alunos da turma A do 12º ano de Biologia elaboraram, sob a orientação do professor Jorge Ferreira, trabalhos de grupo em PowerPoint relativos aos problemas ambientais, que foram apresentados oralmente aos colegas.
Aqui ficam os referidos trabalhos, bem como o guião do mesmo elaborado pelo docente.
No âmbito da disciplina de Geografia, sob o orientação da professora Elizabete Cardoso, os alunos elaboraram apresentações em PowerPoint relativos aos recursos hídricos nacionais. Aqui ficam alguns desses trabalhos.
Aqui ficam algumas atividades do Jardim de infância de Vila Verde de Ficalho, durante o ano letivo 2012/13 !!
Veio à sala do Pré-escolar de A-do-Pinto o Apicultor, mais conhecido pelas crianças desta idade como "o homem das abelhas".
Ao ouvi-lo todos tiveram oportunidade de ficar a saber o trabalho desenvolvido pelas abelhinhas até o mel chegar à nossa mesa para o podermos saborear.
O Apicultor também nos proporcionou uma prova de sabores, de três qualidades diferentes de mel, extraído de três regiões do nosso país,(norte, centro e sul) com a intenção de tentarmos distinguir a acidez e viscosidade tendo em conta a espécie diferente de flores que as abelhas escolhem para transportar o pólen, distinguindo os diversos sabores que o mel pode ter.
Ficamos também a saber a importância do mel na nossa alimentação, deixando-nos um frasco para podermos fazer um lanchinho.
Gostámos muito e aprendemos bastante com esta visita.
O que precisamos:
Fermento para bolos
Água quente
Água fria
Duas luvas de plástico
Dois copos
Uma colher de chá
Como vamos fazer:
1. Identificar os copos e as luvas um com a letra A e outro com a letra B;
2. Pôr água bem quente (até à marca) no copo A e água fria (até à marca) no copo B
3. Deitar 2 ou 3 colheres de chá de fermento para bolos dentro de cada uma das luvas de plástico;
4. Colocar uma luva em cada copo
5. Levantar as luvas no ar e deixar o fermento cair
De 2 a 6 de maio decorreram, em Vila Nova de S. Bento, as tradicionais Festas das Santas Cruzes.
As crianças da sala C do Jardim de Infância cumpriram a tradição e louvaram as Santas Cruzes com o seu doce cante.
Um agradecimento à D. Maria Justa Palma por ter feito este filme, onde já está patente o gosto das crianças por esta tradição da nossa terra.
Veio à nossa sala - pré escolar de a-do-pinto, trazido pela Ana (assistente operacional), um animal muito engraçado que se chama esquilo.
Todos ficamos encantados ao vê-lo mas quisemos saber mais.
Assim, e com a ajuda da Internet, ficamos a saber as cores que os esquilos podem ter, os tamanhos porque passam até à fase adulta, do que se alimentam e ainda como se reproduzem.
Gostamos muito de ver e conhecer este animal.
No dia 19 de Abril, a Biblioteca Municipal de Cuba acolheu a fase distrital do Concurso Nacional de Leitura(CNL) – Edição 2012/2013.
O evento contou com a participação de 31 alunos do 3º ciclo do ensino básico e 12 alunos do ensino secundário, provenientes de 12 escolas do distrito, que se fizeram representar por 23 professores.
Neste dia, a Escola Secundária de Serpa recebia o Encontro Nacional de Teatro Escolar e por isso muitos alunos estavam envolvidos nesta iniciativa. Apesar disso, a escola conseguiu mobilizar duas alunas para participarem nesta fase distrital do CNL: Filipa Engrola (11ºA) e Vera Gomes (8ºA) que representaram o ensino secundário e o 3º ciclo do ensino básico.
Chegados à Biblioteca Municipal de Cuba fomos muito bem recebidos pelo secretariado.
Primeiro decorreu a prova escrita sobre as duas obras de leitura eleitas para esta fase do concurso. Enquanto os alunos prestavam as provas escritas, os professores faziam uma visita pela vila de Cuba.
Terminada a prova escrita, professores e alunos visitaram a Igreja Matriz de Cuba.
Seguiu-se o delicioso almoço na cantina da Escola Básica de Cuba.
De tarde, Jorge Serafim animou as provas orais que apuraram os vencedores.
Passamos a divulgar os resultados finais das duas categorias de ensino:
3º Ciclo do Ensino Básico
1ºClassificado- José Palma- Escola Básica e Secundária de São Sebastião Mértola
2ºClassificado-Beatriz Cruz- Agrupamento de Escolas de Aljustrel
3ºClassificado-Mariana Dores- Escola Básica Dr. António Colaço de Aljustrel
Joana Valério- Escola Básica nº1 de Alvito
António Venâncio- Escola Básica de Moura
Ensino Secundário
1ºClassificado-Cláudia Sinta- Escola Secundária D. Manuel I, Beja
2ºClassificado-Adriana Madeira- Escola Básica e Secundária de São Sebastião Mértola
3ºClassificado-Rosa Palma- Escola Básica e Secundária de São Sebastião de Mértola.
Denise Isabel- Escola Básica e Secundária de Ourique
Neuza Santos- Escola Profissional de Odemira.
As crianças do Pré-escolar de A-do-Pinto, durante o mês de abril, desenvolveram um projeto sobre os maus tratos na infância incluindo a campanha do Laço Azul.
Tudo começou com o desenvolvimento da história : "Quando a Mãe Grita", que faz parte do Plano Nacional de Leitura, onde foram explorados conteúdos sobre a Formação Pessoal e Social tendo em conta o cumprimento de regras e o relacionamento entre todos.
Na sequência deste projeto, as crianças realizaram o Laço Azul através de uma pintura , que foi completada com um desenho, (utilizando a técnica do giz) cujo tema também incidiu sobre as regras para estabelecer uma boa amizade entre todos.
Para finalizar, o laço foi organizado com a junção de todos os trabalhos, ficando todo o grupo sensibilizado para a importância de todos sermos amigos.
Com a chegada do tempo mais quentinho, os meninos e meninas do pré-escolar de A-do-Pinto, resolveram fazer atividades de expressão plástica, no exterior do edifício.
Foi com grande entusiasmo que realizaram as técnicas de pintura e digitinta ao ar livre.
Com a brincadeira a ajudar, todos se divertiram imenso a realizar estas atividades.
As crianças do Pré-escolar e 1º ciclo de A-do-Pinto, no passado dia 5 de Abril visitaram a Biblioteca Municipal de Serpa, Abade Correia da Serra.
A receptividade por parte dos Bibliotecários foi espetacular no sentido de fazerem uma visita guiada a todas as instalações incluindo o arquivo; exploração de uma exposição de pintura vinda do Centro Cultural de Belém; contagem e dramatização de várias histórias salientando a parte lúdica.
As crianças gostaram bastante, pois foram momentos enriquecedores, no sentido de poderem conhecer e explorar uma Biblioteca.

Mas que pintura tão engraçada! Basta juntar:
· 1 colher de sopa de farinha com fermento;
· 1 colher de sopa de sal;
· Corantes alimentares (podem-se utilizar as tintas da área pintura - guache).
Em seguida, adiciona-se um pouco de água para fazer uma pasta.
Pinta-se com cotonetes, molhados na pasta da tinta, em papel manteiga e, quando o desenho estiver concluído, coloca-se no microondas alguns segundos.
Tivemos o privilégio de poder contar com um grande e talentoso violinista: André Fresco.
O André, para além de explicar tudo sobre o violino, ainda proporcionou às crianças momentos de contacto e experimentação com este instrumento musical.
Depois da Profª. Joana nos ter ensinado a canção “O Meu Chapéu Tem Três Bicos”, o violinista André tocou-a para que nós a cantássemos.
As crianças da sala C, do Jardim de Infância de Vila Nova de S. Bento, assistiram a mais uma sessão da "Hora do Conto", dinamizada pela Prof. Isabel Pereira
De onze a quinze de março foram dinamizadas atividades, no âmbito da Semana da Leitura, cujo tema estabelecido pelo Plano Nacional de Leitura foi o mar. O mote escolhido pelo nosso Agrupamento foi “embarcando nas palavras”.
No Pré-Escolar e 1º Ciclo de Vila Nova de S. Bento, a história escolhida foi "O Ratinho Marinheiro", de Luísa Ducla Soares, a partir da qual foram realizadas diferentes atividades de acordo com a faixa etária das crianças. Para os mais crescidos, por exemplo: caça-palavras, jogos de rimas, inventar a sua viagem de sonho... e para os mais pequeninos: jogo de descoberta/contagem dos frutos, elaboração do barquinho com uma casca de noz...
Esta é uma história muito divertida, que nos conta as aventuras de um ratinho que tinha um sonho... ser marinheiro... e as aventuras por ele vividas no mar.
Nesta semana foi a vez das crianças poderem explorar/tocar a Flauta de Bisel.
O projeto "Tocar, Cantar e Encantar" dinamizado pela profª. Joana Romeiro Valente, tem lugar, semanalmente, na sala C do Jardim de infância de Vila Nova de S. Bento.
Estes momentos têm como objetivos: Escutar ( identificar e reproduzir sons da natureza e da vida corrente, ouvir obras clássicas, ...), Cantar (cantar, explorar as letras das canções, as melodias, cantar modas tradicionais do Baixo Alentejo) e Tocar ( identificar e experimentar tocar vários instrumentos musicais).
Mais um trabalho dos alunos do pré-escolar de Vila Nova de S. Bento, sala C –Agr. esc. nº2 de Serpa.
Os alunos do pré-escolar de A-do-pinto –Agr. esc. nº2 de Serpa- dinamizaram a Semana da Leitura 2013.
Foram trabalhadas várias histórias, onde se explorou o movimento (dramatizações), expressão plástica (reprodução de elementos da história/moldura), expressão musical (canções sobre a história contada), leitura atenta das crianças na reprodução das histórias (expressão oral ), conhecimento do mundo (aprofundamento de conteúdos das histórias/pesquisa).
Estão de parabéns !!
O Sol brilhou nesta Caça ao ovo!
As turmas do 7ºA e 8ºA, no âmbito das disciplinas de Inglês e Francês, e colaboração da BeCre, mostraram-se muito motivadas e empenhadas durante as provas da Caça ao Ovo.
Objetivo final: vencer a prova. Por isso, muitos “ovinhos” percorreram a nossa escola, de papel na mão, pois as respostas acertadas a cada questão aumentavam a possibilidade de vitória.
Pelo meio, algumas equipas encontraram o seu ovo de chocolate, outras não. No final, a equipa vencedora “saboreou” de sorriso arreganhado a sua vitória.